terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Informáticos chamados à Caixa Central!! Preciso da vossa ajuda!

Para mim, que não percebo nada disto, é meter-me em areias movediças. Há informação a mais na Internet, muito tendenciosa (e falaciosa, também) e não há nada como perguntar a quem sabe. Como conheço alguns dos meus visitantes e sei que trabalham em áreas de informática, programação e afins, resolvi colocar aqui a pergunta diretamente, em vez de andar a tentar (mais uma vez) descobrir tudo sozinha, correndo o risco, neste domínio, de optar pelo lado errado.

Tudo contextualizado, e cá vai a minha questão: imaginem que quero começar um negócio de e-commerce. Que plataformas informáticas devo escolher? Já li que uma coisa é alugar o espaço e outra é ter a nossa própria página, sempre nossa, aconteça o que acontecer. Que diferenças há e pelo que optar? Quais as mais seguras e fiáveis? Sei que as perguntas são muito vagas, mas, neste momento, todas as ideias que me atravessam na cabeça são, elas mesmas, bastantes vagas. Conto convosco para me esclarecerem. Sejam específicos e imaginem que estão a falar com uma criança de quatro anos. Vá lá, eu sei que me conseguem ajudar! E preciso mesmo de vocês!


OBRIGADA!


Vai bonito, isto.

E quando dormimos mal, acordamos com uma enxaqueca impossível, desorganizamo-nos logo de manhã e fazemos tudo à pressa, deixando tudo um pouco do avesso? E quando temos um dia complicado pela frente, com 1001 coisas a fazer, e o nosso coorpo e mente parecem não responder? E quando a manhã de trabalho começa às 8h30, a aluna que era suposto aparecer não aparece, a mãe da aluna envia uma mensagem às 9h a informar que a aluna não frequentará mais as minhas explicações e ainda tem a lata de dizer que eu não fui compreensiva ao longo destes meses, quando ela nunca me pagava a horas e eu tinha de andar atrás dela todos os meses a insistir? E quando a pessoa (quer parecer que) é do mais "chique" que há, super bem relacionada, social, aparentemente bem, ´tá a ver? E quando a desculpa desta vez foi que eu sabia perfeitamente que ela estava no Brasil e por isso não tinha como pagar (sim, porque isso é impeditivo, todos sabemos)? E quando eu ajudei a aluna em tudo, até quando lhe faleceu o padrinho cá, onde ela permanecia a estudar, enquanto os pais estavam de férias no outro lado do mundo? Sim, Joana, o problema deves ser tu.

Estes primeiros dias do ano estão a correr que é uma maravilha. A sério qua ainda não percebi a mensagem divina da coisa, mas estou para ver. Se a minha moral já anda em baixo que chegue, daqui a pouco já está ao nível de um metro ou isso. Enfim...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

As mudanças de 2015.

Contava que 2015 viesse a ser um ano de mudanças, mas as coisas começaram a mudar muito antes do que eu (nós) esperava (esperávamos). A verdade é que há 15 dias recebemos uma notificação que nos forçou a procurar uma nova casa e temos vindo a fazer buscas intensivas pela "tal" desde então. A coisa não está fácil, mas queremos fazer isto à nossa maneira, ou seja, sem pressões, porque não conseguimos lidar com isto de outra forma. Essa batalha tem-se revelado difícil e tem-nos mostrado, sobretudo, que ser honesto, correto e trabalhador não compensa nestas coisas. Já perdemos oportunidades porque alguém, ao ver-se "ameaçado" por nós, se chegou à frente com dinheiro e ganhou o que queríamos; já perdemos oportunidades porque só podíamos ver a casa ao fim de semana, por trabalharmos até sábado de tarde e entretanto a casa seguiu para quem a viu na sexta a meio da tarde; jé perdemos oportunidades porque não somos conhecidos de ninguém; enfim, nisto (e talvez em tantas outras coisas) não vale a pena levarmos uma conduta correta, pois são aqueles que não a levam e se deixam arrastar que conseguem as coisas. Se calhar, ao fim ao cabo, ainda ganham mais do que eu não fazendo nada e ainda saem vitoriosos nestas situações. A vida, às vezes, é injusta mesmo e faz-nos desacreditar que estamos a optar pelo caminho correto. Isto já para não falar nos agentes imobiliários que, regra geral, se têm revelado uns patifes, sempre a propor situações por debaixo da mesa e a vender de forma clara - quase chocante - a "banha da cobra". 

Nesta fase da vida, sobretudo nesta fase da vida, do que nós mais precisávamos era de calma, tranquilidade e um espaço sereno onde tomar todas as decisões e tratar de tudo o que temos a tratar, de forma ponderada, sem interferências e, particularmente, sem incertezas. Não queremos entrar numa espiral de loucura em busca de casa, mas adormecer à "sombra da bananeira" é perder oportunidades. E é isso que nos anda a massacrar.

Não sentimos mais a nossa casa como "nossa", deixamos de ter gosto e brio no espaço que construímos à imagem do que somos e andamos a ver alternativas, todos os dias, em busca de uma oportunidade única e muito melhor que todas aquelas que já perdemos sem que, em qualquer situação, tal tenha estado nas nossas mãos. Sentimo-nos umas marionetas no meio disto tudo, uns joguetes nas mãos dos outros. Que uma solução melhor esteja à nossa espera, é tudo o que pedimos. Queremos recomeçar a nossa vida o quanto antes e o "quanto antes" começa a ser - ou a parecer-nos - já tarde demais... E nós merecemos, merecemos mesmo.


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Compra que não vale a pena.

Esta:


Azeite Oliveira da Serra para fritar.

Dz que é azeite. Não me parece. A cor é de óleo. A espessura é de óleo. O cheiro ao abrir a embalagem é de óleo. O cheiro durante a fritura é de óleo. A sensação que dá depois de comer algo frito neste "azeite" é a mesma que tenho quando como algo frito em óleo. Portanto, só pode ser óleo. Não digo que não tenha umas pintalgadas de azeite lá pelo meio, mas é muito fraquinho.

Cá em casa já chegámos à conclusão de que não vale a pena. Para piorar as coisas, raramente comemos fritos (foi mais por prevenção, que fiz esta compra), pelo que a embalagem vai durar para lá de um ano até acabar (Se calhar, para quem aprecia fritos, isto até vale a pena, atenção!).

Bolas lá para o marketing! A coisa está tão bem feita e com gosto, que até eu - maior cética de sempre nestas coisas - caí. Bravo, Oliveira da Serra! (E volta à nossa despensa, meu azeite para cozinhar, de tampinha vermelha! Estás perdoado.)




quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Parece de propósito.

Temos um problema a resolver com alguma urgência. Há problemas bem maiores e bem mais complicados, bem sabemos. À luz de outras coisas, isto nem é um verdadeiro problema, antes uma dor de cabeça. Andamos stressados com isto. Não descansamos à conta disto. Não temos grande disposição por culpa disto. Tentamos pensar que temos de fazer o que podemos, mas metade da equação depende da sorte, que não temos - definitivamente - tido nesta questão. E é precisamente neste ponto, neste momento, nesta fase, quando nada está a abter certo e não estamos a conseguir a solução, que TUDO em nosso redor se refere ao nosso problema. Todo o lado para onde nos viramos alguém nos fala disso - ou porque aconteceu a um amigo, ou porque o irmão de um aluno passou por isso, ou porque só me aparecem notícias e novidades sobre isso, enfim. Já parava um bocadinho, a verdade é essa! Estamos a precisar de respostas e, sobretudo, de calma e foco. A ver como tudo continua a correr! Mas a ver também se as coincidências nos dão descanso, era merecido.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Eu não vivo sem internet. É triste.

A semana passada fiquei sem acesso à internet e a minha vida ficou, de repente, toda alterada. A vida e sobrevivência da minha empresa faz-se grande parte pela internet e ficar sem acesso a ela é quase equivalente a ver a empresa a definhar aos poucos. Felizmente, isto foi "apenas" por uns dias, mas foi o suficiente para ter perdido as aulas online que leciono, para me deixar sem conseguir enviar documentações de apoio aos alunos, para não ter conseguido enviar documentações contabilísticas e afins à minha contabilista, para não conseguir aceder a emails importantes carregados de anexos (nem me falem na internet no telemóvel que, ao que vejo, é uma das piores invenções de sempre, de tão má que é - e sim, eu não tenho um Iphone) e para complicar a vida no fim de um mês, quando há registos a enviar a pais e alunos e tanta documentação informaticamente relevante. Podia ter aproveitado uma rede Wi-fi, dizem vocês. Não, digo eu. Com coisas de âmbito financeiro e outros que tais de caráter confidencial, não há cá Wi-Fi que me convença. Difícil, eu sei.

(A sério, isto já teria bastado para me estragar a semana. Não ficou por aqui, mas do resto falarei mais tarde. Por agora, agradeço muito a Internet que povoa, neste momento, o meu computador e que me tranquiliza na regularização de tudo o que ficou em falta.)


domingo, 1 de fevereiro de 2015

A sério, foi uma semana mesmo complicada.

Desculpem não ter estado cá. Não têm sido dias fáceis e não tenho mesmo podido passar por cá.
Vou tentar retomar tudo, com tempo e com a dedicação que me merecem, prometo.