quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Rotundas + Passadeiras = ?

Das coisas com menos sentido no nosso país (e é, de facto, uma coisa de país) é o facto de todas as saídas de rotundas terem uma passadeira. Para mim, é a coisa mais sem cabimento que alguém inventou. A mente de inteligência suprema que inventou isto com certeza não conduzia ou tinha problemas em andar muito, pois só mesmo quem não anda de carro ou quem não consegue andar uns 100m mais para a frente poderia entender que era correto - e inteligente! - colocar uma passadeira, mesmo ali à boca de saída de uma rotunda, e não a uma distância de segurança, mais à frente. Quantas vezes eu já parei para dar passagem a peões nesta situação e temi, todo o tempo, que viesse um carro lançado da rotunda e chocasse na traseira do meu carro e me projetasse para cima do peão? Quantas vezes já não dei passagem a peões nestas passadeiras, com medo de que tal acontecesse e eu fosse culpada do ferimento ou morte de alguém?

Há pouco tempo, tomei conhecimento que isto é coisa que só se vê em Portugal (ou raramente noutros países, pelo menos), o que torna a coisa muito mais ridícula. Queremos ser diferentes e inventamos regras berrantes como estas? Que lógica têm as passadeiras nestes locais, alguém me consegue explicar? Vocês sentem o mesmo que eu?


A importância das coisas.

Ontem vi uma pequena reportagem na RTP1, que passou no programa da manhã, "Agora Nós". Era sobre a esclerose lateral amiotrófica, uma doença rara que se tornou famosa por causa de Steve Hawkins.

Quando alguém nos fala de uma doença do género, é difícil não cair no pensamento do "coitadinho" e passar à frente. No entanto, quando se vê uma reportagem como esta, tudo se relativiza, porque, para além de se perceber que todos somos, do nada e sem motivo aparente, vulneráveis a estas porras de doenças,  percebemos também que nos detemos, no dia a dia, com coisas tão insignificantes, que, às vezes, nem as devíamos sequer pensar, quanto mais dar-lhes voz. Somos pequenos, às vezes. E quando nos dizem que ao nosso lado há sempre alguém pior, por muito que nos custe, isso é muito verdade. E devíamos olhar bem mais para o lado, porque a vida é isto mesmo. 

Posso dizer-vos que esta reportagem "mexeu" muito comigo. A doença é demasiado cruel, mas a forma como o senhor se mantém, sem falhar, ao lado da mulher, como criaram a sua própria forma de comunicação e como acredita que ela é que é lhes dá força para aguentar aquilo tudo, quando, supostamente, ela seria a menos capaz de tal, é impressionante. E, mais que tudo, o marido dizer, com a maior convicção do mundo, que não acompanha a mulher por obrigação, mas sim porque a ama e quer estar todos os dias com ela. Isto é muito tocante e põe mesmo as coisas em perspetiva. Vejam, que vale a pena.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A diferença entre seres uma negra com voz rouca sensual e seres o José Cid.



Num CD de Kizomba (muito mau, por sinal), numa "música" que incluía um diálogo com um rapaz, uma rapariga de origem africana canta, em tom meloso o seguinte:

Rapaz - Diz-me o que fazer...
Rapariga -Vamos fazer amoooor (badalhoca!)... na cama... na areia (deve ser para esfoliar)... em todo o ladoooo...


Num CD de José Cid, a mulher fez a mesma pergunta e Cid, do alto da sua intelectualidade criativa, responde:

Mulher - Não sei o que fazer...
Homem - Faz-me favas com chouriço, o meu prato favorito...


Pronto, era isto. Acho que torna tudo claro e explica muita coisa. Estava aqui atravessado como uma pequena espinha na garganta e tinha de sair.

Obrigada e boa tarde.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Tenho pena do meu blogue.

Vejo-o definhar aos poucos, porque ando numa maré de trabalho e preocupações, que me tiram todo o tempo e disposição para vir cá escrever. Tenho pena, porque ele já é uma parte importante de mim e parece que até nele, como em outras aspetos da vida neste momento, estou a perder alguma força. Caramba, as coisas vão mudar e eu vou voltar em força! Vou esforçar-me por fazer deste meu investimento pessoal um local divertido e relaxado, sem nuvens negras ou pensamentos pesados. Tudo vai melhorar - inclusivé este blogue, prometo!


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Sai um tomate podre na minha direção!

Eu concordo com a política de pagar pelas sacas de plástico. Acho que a forma como o imposto foi disfarçado é muito fraquinha, mas acho também que qualquer país desenvolvido deveria já ter estas práticas incutidas desde cedo. Finalmente, um leve avanço no desenvolvimento sustentável e na evolução de mentalidades para Portugal! Se resultar, é uma grande medida, esta! (E se não resultar, é bem capaz de ser uma prova científica de algo mais grave sobre a nossa sociedade.)

Pronto, chutem!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Tentem perceber isto sem torcer o nariz, arregalar os olhos ou engelhar a testa.

Ontem, quando começámos a jantar, mudamos para a TVI e vimos um pouco da "Casa dos Segredos" (sim, eu sei, estávamos a pedi-las). De repente, sai esta conversa de não sei onde sobre não sei quem. Se conseguirem entender uma coisa que seja daqui, avisem, p.f.. Cá vai:

- Não te preocupes com ele, quem fala consente.
- O que é que isso quer dizer?
- Então... ele fala, logo ele sente. Percebeste? 
- Ya, faz sentido.

Pronto, e com esta me despeço por agora. Sei que foi difícil, mas já passou.
Bom fim de semana a todos e "sintam" muito, está bem? Prooonto.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Informáticos chamados à Caixa Central!! Preciso da vossa ajuda!

Para mim, que não percebo nada disto, é meter-me em areias movediças. Há informação a mais na Internet, muito tendenciosa (e falaciosa, também) e não há nada como perguntar a quem sabe. Como conheço alguns dos meus visitantes e sei que trabalham em áreas de informática, programação e afins, resolvi colocar aqui a pergunta diretamente, em vez de andar a tentar (mais uma vez) descobrir tudo sozinha, correndo o risco, neste domínio, de optar pelo lado errado.

Tudo contextualizado, e cá vai a minha questão: imaginem que quero começar um negócio de e-commerce. Que plataformas informáticas devo escolher? Já li que uma coisa é alugar o espaço e outra é ter a nossa própria página, sempre nossa, aconteça o que acontecer. Que diferenças há e pelo que optar? Quais as mais seguras e fiáveis? Sei que as perguntas são muito vagas, mas, neste momento, todas as ideias que me atravessam na cabeça são, elas mesmas, bastantes vagas. Conto convosco para me esclarecerem. Sejam específicos e imaginem que estão a falar com uma criança de quatro anos. Vá lá, eu sei que me conseguem ajudar! E preciso mesmo de vocês!


OBRIGADA!