segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

"Vais longe, vais..." - 2

Um rapaz (a sério, é mesmo um rapazito) enviou um email a que ele simpaticamente chamou de "candidatura espontânea", no qual apenas constam 8 anexos ("Queres conhecer-me? Põe-te mas é a ver os certificados e o quanto eu sou bom, ó recrutador!"), dos quais - merece ser notado - mais uma vez, nenhum é o CV e, na área reservada a Cc, vinte e tal entidades na área da educação, algumas delas concorrência direta. Espetacular, hein? Todos ficámos a saber a que alvos ele apontou e, inclusivamente, eu até fiquei a conhecer mais concorrêcia do que aquela que pensava existir. Um altruísta este moço, no fundo. Portanto, o rapaz deve estar muito ocupado com as prendas de Natal e vai daí "toma lá disto, que eu não estou para me maçar, que ainda me faltam comprar uns três pares de meias e uns quantos refrigerantes sem álcool".

É só mais uma entre tantas... Ai, a minha louvada paciência!


Eu não acho isto normal.

E quando falo "isto", refiro-me a esta notícia. Lá vamos nós para a velha ideia de que a idade desculpa tudo... Então as pessoas não verificam as suas contas? Nem sequer olham para o valor que vão levantar / lhes é depositado nas contas? Ou fizeram-se de desentendidos e acharam que havia de ser um erro, mas como era em seu proveito, mais valia estarem caladinhos? Não posso com estes "jogos" das pessoas, sejam novos ou velhos. Mas tenho especial aversão a esta coisa dos séniores se fazerem sempre de desentendidos, quando, por entre muitos os que realmente o são, grande parte é bem esperta e matreira e apenas fala quando a coisa não abona para o seu lado.

Claro que as pessoas sabiam que estavam a receber mais por mês! Claro que sabiam que não tinham sido aumentadas! Claro que se fizeram desentendidas! E claro que agora, ao ver que não lhes "caíu" outro complemento na conta, se foram queixar, mostrando com isso que, afinal, estão atentas às suas contas - aliás, elas próprias se denunciaram, ao irem encher filas na Segurança Social com estas queixas. Não suporto estas coisas. Esta manha dos mais velhos que se fazem de inocentes e que sabem tanto ou mais do que os jovens, que eles tanto criticam, é mesmo de me tirar do sério. 

Tenho muito respeito pelas pessoas de 3ª idade, como tenho pelas de 2ª e de 1ª, é a mesma coisa. Mas apenas se também revelarem respeito por mim. Ninguém me venha dizer que as pessoas não tinham dado conta de que estavam a receber em duodécimos... que cantiga mal cantada... Como trabalhadora e contribuinte, sinto-me insultada com estas coisas e não consigo sentir qualquer tipo de pena por esta situação.T enho sim, e apenas, por quem realmente trabalha/trabalhou e merece/mereceu alguma coisa e é privada desse direito. De resto, e desde que a manha entre à mistura, podem ir encher filas em dias de sol ou ficar a ver a Fátima Lopes a tarde toda, que me é igual ao litro.


Sábado foi noite de...


... amigos, jantarada e Pictionary. Muitos risos, muita conversa e muito, mas muito desenho mau. E eu contribuí largamente para isso, tenho que reconhecer. Nem partilho imagens para não vos chocar. :)
Haja muitos mais momentos destes! Fazem-nos tããão bem! :)

(Obrigada, M. e M.!)

sábado, 13 de dezembro de 2014

Informação essencial para todos os empadas/empanadilhó-dependentes.

Vamos lá a uma rubrica que pode interessar mais a alguns visitantes deste blogue do que a outros - as minhas opiniões sobre as coisas que como, compro e experimento. Se conseguir ser útil, fico contente.
 
Há dias, numa correria entre trabalhos e compromissos de Natal, vi-me forçada a comer qualquer coisa à pressa. Estava perto de um hipermercado Continente e resolvi ir lá comprar duas empanadilhas de frango e uma empada de galinha. Sim, podia ter variado, mas estava virada para os frangos naquele dia, nada a fazer.

E vamos lá ao veredicto:
  • As empanadilhas de frango do Continente são, realmente muito boas, mas achei estranho a primeira não ser igual à segunda que comi. Conseguem ajudar-me a desvendar este mistério? A segunda tinha muito mais pimento e menos cebola, como pode ser isto? Apesar desta "estranheza", são um pouco melhores que as do Jumbo, apesar de estas últimas serem, igualmente boas, mas diferentes.
  • As empadas de galinha do Continente são das piores coisas dos últimos tempos. O recheio só tem nervos e pequenos ossinhos, o tempero é muito artificial e à primeira dentada tive de pôr de lado, sob risco de vomitar na hora. Nem sei como é possível que vendam aquilo.

Portanto, meus amigos, vão pelas empanadilhas de frango do Continente (ou do Jumbo) e esqueçam as empadas. Qualquer questão, é só perder amor a uns tostões e fazer o vosso próprio teste. :)





sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Vou para santa, só pode.

Eu lido com gente tão mal educada, mas tão mal educada, de uma altivez e presunção tais, mas com a mania de que é mais fina do que a areia, que tudo em mim se revolve. "Passo-me" mesmo. A sério, eu tenho muito pouca tolerância à má educação, acreditem. Tenho que me controlar tanto e engolir tantos sapos... Um dia, acabarei inevitavelmente por não aguentar mais. Até estou a suportar muito, bem vistas as coisas. Mas até final deste ano, hei de pôr as pessoas no seu lugar, que isto de deixar os outros acharem que são eles quem manda está mesmo muito desfasado da realidade.

Má educação rasca é má.
Má educação com presunção à mistura e sobrolho levantado é intolerável, para mim.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

"Vais longe, vais." - 1

Recebo um email por parte de uma mulher. É candidatura com FW no Assunto. Alerta, desde logo. Vejo o assunto: "Candidatura a formadora do IEFP". Tudo bem se eu tivesse um centro de formação (que não tenho), estivesse a recrutar formadores (que não estou) e trabalhasse para o IEFP (que não trabalho). 

Após uma - chamemos-lhe assim, porque deveria ser esse o objetivo - carta de apresentação, na qual a senhora expõe "apenas" uma lista de cerca de 738 tópicos com as formações que já deu, eis que chega a cerejinha no topo do bolo:

"Não envio CV porque toda a informção de que necessitam está nesta mensagem. 
P.S. - não respondo a emails."

Portanto, vejamos:

- Não se apresenta;
- Não dá dados nenhuns da sua formação;
- Não anexa CV;
- Não manifesta qualquer interesse;
- Envia uma candidatura que não respeita qualquer ponto da oferta de emprego;
- Faz um FW de uma mensagem tipo para todas as empresas;
- Não tem o mínimo cuidado com nada;
- Não responde a emails...

Perante isto única conclusão a que eu chego é que a senhora deveria dormir bem mais horas do que as que, efetivamente, dorme. Isto já para não falar em drogas e álcool que podem, eventualmente, andar a circular demasiado depressa naquele sangue. Louvada paciência a minha!

Vais longe, vais.


"Vais longe, vais." - Uma nova rubrica aqui do blogue.

Resolvi iniciar uma nova rubrica cá no blogue, com a designação que vos apresento acima. Sempre que virem este título, saberão que vos estou prestes a presentear com as "pérolas" mais brilhantes que vou recebendo e ouvindo de professores que se candidatam à minha empresa ou me dizem que o maior prazer da vida deles seria trabalhar comigo (pois, pois).

Alerto, desde já, que ao lerem estas coisas, poderão ser assaltados por um misto de sentimentos, entre os quais incredibilidade, vontade de rir e um enorme desânimo face ao futuro, dada a tão fraca qualidade de profissionais a que, aparentemente, os vossos futuros petizes chorões poderão vir a ser entregues durante anos. Preparem-se, que o material é bom. E eu nem faço nada para isso, ele é que vem ter comigo.

Vamos a isto!


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Perdi-me.

Estou numa fase da minha vida em que não gosto de onde estou. Gosto da minha profissão, dos meus amigos, da minha família, do nosso cão, de ter as minhas pessoas com saúde e da minha forma de ser. Mas tudo o resto à volta, neste momento, me desagrada. Estou exausta e farta de tudo o que sai deste meu círculo de coisas boas. A sério que sim. Tudo me parece querer levar a acreditar que sou eu que sou muito fantasiosa e sonhadora, que sou muito exigente a até egoísta, que não sou compreensiva, que não percebo nada de nada. De onde deveria vir tudo o que é bom não vem. Do lado de onde deveria partir o sonho, a imaginação, a expectativa, os planos e a melhor sensação de felicidade do mundo não vem. Sinto que perdi o que tinha de melhor e sinto que a vida não me dá aquilo por que luto. Nada chega, mesmo. Estou completamente esgotada e farta e, aos olhos dos outros, nem de perto estou aí. Tenho mais é que aceitar que as coisas são o que são e que nada de diferente me espera. E desanimo completamente. Estou sozinha. Há uns 10 anos, eu não era assim, era uma pessoa de quem eu realmente gostava. A idade era outra, mas a forma de conseguir a felicidade era outra também. Neste momento, já nem me lembro dessa fórmula. Estou mesmo perto de uma cisão com isto tudo, porque eu acabo por não me reconhecer no meio disto tudo. Eu não sei bem onde estou e onde perdi a Joana que era. Mas sei que não sou a melhor Joana que já fui, que não tenho o coração inundado de coisas boas como tinha, que deixei de fazer planos e de sonhar como sempre fiz, que me deixei dos meus momentos de loucura saudável, de risos e de disparates característicos, que estagnei e que à minha volta tudo me puxa para baixo. Não gosto deste meu eu. E continuo sozinha no meio desta busca pela minha antiga pessoa, que tão feliz me fazia. Onde raios me perdi?


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Superior, só a mania, mesmo!

Professores de Ensino Superior. Uma necessidade de se mostrarem melhores do que os outros. Foi assim quando era estudante, continua assim, agora que os recruto para trabalharem comigo. Devem ter uma auto-estima (e outras partes de si) do tamanho de uma ervilha, tal é a necessidade de levantarem o nariz e quererem parecer superiores a todos os outros.
Ai, pobreza de espírito! Haja paciência!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Coisas de que me lamurio enquanto mulher adulta.

Falta de tempo. 

Esta é a principal. Não sei que raio se passa, mas sinto uma falta de tempo para mim, para as minhas coisas, para a minha família, para os meus amigos, para estar presente e para ser eu como nunca senti. Sinto-me "absorvida" pelas horas do dia, que passam por mim sem eu dar conta. E não é má gestão do tempo, acreditem. A vida obriga mesmo a isto. Mas que me faz muita confusão, faz. Sinto-me impotente face aos ponteiros do relógio. Se lhes ligo, stresso; se não lhes ligo, stresso na mesma.
Quem é que dizia que bom, bom era ser adulto? Essa pessoa devia levar com um ovo podre na cabeça - e era já.

(Crianças, ouçam-me e vão por mim... deixem-se mesmo estar na vossa fase e não aspirem tanto chegar à idade adulta. Depois dar-me-ão razão. Palavra de uma anciã.)


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Semana má - ultrapassada.


A última. Em teoria. Esperando que seja na prática. Podia ser pior (como sempre).
Voltarei de baterias carregadas dentro de instantes.


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Eu não como espinafres para o coração, ok?

(Ninguém tem paciência para vir para a net ler neuras, mas hoje preciso de desabafar, estão a ser uns dias bastante complicados. Se quiserem avançar esta publicação, eu desculpo-vos.)

As pessoas felizes e aparentemente fortes sofrem de um mal comum: todas as outras pessoas acham que elas não sofrem, que têm sempre a capacidade de "dar a volta" e que apenas têm força dentro de si. Guess what? Isso não é verdade.

O facto de eu ver tendencialmente as coisas pelo lado mais brilhante, de ver todas as metades de água no copo como coisas boas e de adormecer quase todos os dias a pensar que o dia menos bom podia ter sido bem pior, faz com que as pessoas à minha volta considerem que eu sou assim as 24h do meu dia. Pois, mas não sou. Eu também desmotivo e eu também me canso.

Neste momento, estou bastante cansada da minha vida nos moldes em que ela está. Quero sonhar, mas não tenho muita margem para isso. Quero entusiasmar-me com projetos - sejam eles mínimos ou máximos - e logo alguém me desfaz a nuvem na minha cabeça. Quero acreditar que tudo vai mudar, mas no final inevitavelmente não muda. Quero "abanar" o mundo das minhas pessoas e fazê-las concentrarem-se unicamente naquilo que as faz feliz e não consigo. Enfim, sinto-me muitas vezes num papel de cheerleader, que apoia e motiva os outros, mas que, por dentro se sente sozinha e desmotivada e volta a casa esgotada e cabisbaixa.

O mal disto tudo é que poucas pessoas veem isso e poucas pessoas perdem um bocadinho de tempo a tentar perceber - e, quem sabe, a tentar ajudar. Eu não estou sempre feliz, sempre motivada e sempre otimista. Eu sou assim por natureza, mas "ser" é diferente de "estar". Que motivações, sonhos, projetos posso eu ter e fazer com a minha vida, se tantas vezes me sinto a única a pensar neles e a construi-los dentro da minha cabeça? Que alegria posso ter se ninguém me incute isso e conta que eu o faça porque tenho muitas "ideias", "imaginação" e "iniciativa"? Que caminhada é esta, na qual só eu pareço estar bem e certas partes da minha vida me parecem mesmo todas mal (partes que não dependem de mim)?

Chego a um ponto em que me questiono sinceramente se não estou, com a idade e o tempo, a ganhar uma certa aversão às coisas. Posso dizer que, neste momento, não tenho paciência para as coisas de sempre - para a rotina, para as mentes limitadas, para as pessoas mal educadas, para alguns tipos de trabalho, para certas pessoas (há, cada vez mais, pessoas que eu não tolero) e para porcarias de nada que tiram as forças e roubam o muito pouco tempo que tenho para mim e para aquilo que quero da minha vida. Acho que me fartei de esperar e, sobretudo, me fartei de tolerar.

Sonho em ter uma realização pessoal e profissional que me permita viver sem cordas ao pescoço e, sobretudo, que me permita sonhar. Viajar é a coisa de que mais sinto falta. Ir só porque sim. Para fora, tinha de ser para fora, por vários motivos. Sinto mesmo a necessidade de sair daqui, da rotina, do negativismo, do pensamento pesado. Sinto vontade de cortar a corda e ir, porque sei que, para ser realmente feliz tenho de estar rodeada de tudo e todos que me fazem felizes. E só desses, mesmo.


Se eu não mudar alguma coisa a bem, a vida mudá-la-á a bem ou a mal por mim - conheço-me a mim e a ela e sei como isto costuma funcionar para os meus lados. Eu mereço e lutarei sempre por ser feliz. Não sou sempre forte, nem tão pouco tão positiva como todos me acham ser, mas acho que sei levar e usufruir bem da minha vida e de tudo o que ela me dá. Estou cansada de muita coisa e quero definitivamente "limpar" isso da minha frente. Perante os meus olhos só quero um céu azul e um caminho livre para percorrer com as minhas pessoas, nada mais.

Sou muito grata todos os dias por estar cá e acredito sempre que a vida me dará mesmo o retorno que eu mereço e pelo qual tanto me entrego. Pode tardar, mas chegará. Se outros não me quiserem acompanhar, irei sozinha. Mas eu vou ser feliz. Ó se vou.




sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Dou-te a "hope", dou!

Minha gente, eu sei que gostam de me dedicar melodias e brincar comigo, mas se o fizerem, por favor tenham em atenção o seguinte: Esta música não tem nada a ver com o meu nome - "Give me hope Joanna" refer-se a Joanesburgo e à esperança que se depositava no fim do Apartheid. Ou seja, se ma dedicarem, eu não a vou considerar dirigida a mim, nem tão pouco ao meu nome. Não tem nada a ver com Joana e há mais de 30 anos que toda a gente brinca com isto para se "meter" comigo. É uma saga (ou chaga, não sei bem), mas tenho esperança que desapareça com o tempo.


E foi mais uma aula desta vossa professora, cuja abreviatura do nome se confunde com a abreviatura do nome de uma cidade sul-africana. Podia ser pior. 

(E a minha solidariedade com todas as Joanas que sofrem do mesmo. Juntas venceremos!)

Bom fim de semana a todos! :)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Estou um caco. O dia não me está a correr bem. Pressinto que não fica por aqui.

Não tenho mesmo tempo para escrever, mas como respeito muito a vossa presença e leitura, digo apenas quatro palavras: "Duas horas de sono".
Penso que se percebe tudo o resto.

(Obrigada, tempestade desta noite no Porto. E a tudo o resto. A sério.)


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Joana sem horas suficientes de sono é toda uma nova Joana.

Segunda feira.

Acordo com uma "telha" daquelas. Tenho tanto sono, que nem vejo bem as coisas. Sem querer, pego na faca do pão, encho-a de Nutella e passo-a por cima do queijo que já estava dentro do pão. Depois olho para a tigela da marmelada ao lado e percebo que me enganei. Limpo a Nutella do queijo e ponho a marmelada. Tomo o pequeno almoço.

Saio de casa cedo. Está sol. Ligo as luzes do carro e estranho o rádio não se ouvir. Pois, Joana, ligaste as luzes, não o rádio. (E para que raio liguei eu as luzes? Enfim.)

Trabalho a manhã toda na minha empresa e, no intervalo da hora de almoço, vou dar formação. Corre tudo bem, apesar de eu estar mais para lá do que para cá. Acho estranha a cara com que os meus formandos me olham, mas penso que é sugestão minha.

Almoço mal e a correr; de tal modo, que até fico mal disposta durante algumas horas, com uma sensação de peso na barriga e de algo estava "em guerra" no meu estômago. Dá-me uma moleza daquelas e resisto. Vou trabalhar enquanto bocejo de dois em dois minutos. Fico com os olhos em lágrimas de tanto bocejar e todos me perguntam se estou a ficar com gripe, de tal modo tenho os olhos com aspeto saudável.


Fim do dia:

J. chega a casa, cumprimenta-me, dá-me um abraço e sente uma etiqueta na camisola. Afasta-se, olha para mim a rir-se e diz-me: "Tens a camisola do avesso!". Fico em pânico e só me lembro da cara dos meus fornandos na formação. Ele encolhe-se de tanto rir durante largos minutos.

Portanto, eu andei o DIA TODO com a camisola do avesso, para além de também a minha personalidade e destrezas física e mental terem andado do avesso.
Se isto não eu sou eu no meu pior/melhor, não sei o que ou quem mais poderia ser.



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Cheiro que detesto.

O cheiro do tabaco entranhado na roupa. Aquele cheiro que se agarra aos casacos de pele e praticamente à pele dos fumadores. Aquele cheiro que fica no ar duas horas depois de essas pessoas terem saído. Aquele cheiro que nos fica nas mãos, no cabelo, na cara, sem termos tocado em qualquer pessoa. Detesto e acho até nojento. Não dá um milímetro que seja de hipótese à minha cabeça de pensar que aquela pessoa é limpa, o que me coloca ali um entrave daqueles, desde logo.

 

Hoje passei por uma dessas. (Comerciais em empresas deveriam ter outro cuidado, não?) Muito mau. Ainda vamos a meio da segunda feira e já estou nauseada. E o pior é que, com este tempo, nem posso abrir portas e arejar as coisas. Muito mau este efeito de estufa com travo a la cigarrette.


(Dei um passou-bem a este comercial, já lavei as mãos 4 vezes e sinto aquele cheiro entranhado em todo o lado. E estou sozinha, noutro local diferente do do "ataque". Quem me dera que os meus perfumes conseguissem metade do que este cheiro consegue, sinceramente.)

sábado, 8 de novembro de 2014

Ontem a minha empresa celebrou 2 anos de vida!

E eu fico muito feliz por ter conseguido aguentar até agora e por o meu trabalho ser reconhecido pelas pessoas que nele confiam. Recebi imensas mensagens de agradecimento e de motivação, muitas palavras e gestos de carinho (inclusive um vaso cheio de flores de cores vivas, porque é assim que as pessoas me vêem - palavras delas) e acabei o meu dia estourada, sem quase me aguentar "das canetas", mas com uma enorme vontade de continuar a lutar. Tenho alguns momentos de quebra, como todos nós, mas é a isto que tenho de me "agarrar". Acreditem que é maravilhoso ver o nosso trabalho reconhecido e de forma espontânea. Há muitas pessoas que não têm esta sorte, eu sei. E é nisso que tenho de me focar mais vezes. Não é fácil estar cá como empresária, mas é muito bom estar cá como profissinal reconhecida - nem que seja em palavras e pequenos gestos.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Atenção se receberem telefonemas deste número!

 Há mais de um mês que recebo, no meu telemóvel, chamadas de um número fixo de Lisboa. Coisa estranha, desde logo. Depois do 21 vem um 0 (zero), pelo que é número de empresa. Não tenho pachorra para atender estas chamadas, por isso, durante algum tempo, ignorei. Só que quem liga deste número fá-lo, em média, umas dez vezes por dia e insiste de hora e meia em hora e meia.

Fartinha disto, outro dia atendi. Quer dizer, carreguei na tecla verde do telemóvel, mas não disse nada, para ver do que se tratava e se era algo realmente sério. Do outro lado, ouvi dois ou mais rapazes a rirem-se e, assim que se aperceberam que a chamada já tinha sido atendida (relembro que não falei), disseram:

- Boa tarde. Fala da EDP Comercial. Estou a falar com a D. Joana ****..?

Desliguei de imediato. Por várias razões:
  • Quem começa uma chamada a rir-se, merece, no mínimo, desconfiança (da minha parte foi bem mais do que isso);
  •  Eu não tenho nenhum contrato com a EDP Comercial desde o início do ano. Como raio têm o meu contacto, que nem sequer é o que consta nas nossas contas?
  • A EDP nunca inicia uma chamada, dirigindo-se logo à pessoa pelo seu nome. Pedem sempre educadamente o nome e só depois cumprem o trato por essa denominação.

Fui pesquisar em fóruns de Internet, e a verdade é que isto é uma fraude. Quem liga deste número, pede o NIF às pessoas com as quais contacta e, a partir daí, tem acesso a uma série de dados que podem comprometer a segurança da pessoa. Não está tudo bem especificado - uns dizem que se trata de uma empresa subcontratada pela EDP para "roubar" clientes a outras empresas concorrentes do mercado liberalizado, outros dizem que se trata de tentativa de roubo de identidade. Estes filhos da mãe estão a ser investigados pela Polícia e, até lá, a recomendação é nem sequer atender a chamada.

O número a que me refiro é o 21 030 25 51.

Estejam atentos e não atendam, se receberem uma chamada deste contacto. Fica o alerta.

(Entretanto, lá vou ter que continuar a rejeitar estas chamadas de x em x tempo. É de perder a paciência, mesmo, acreditem!)


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Das bolas.

Ontem, o nosso cão foi castrado.
Muita ansiedade nossa - então eu, uma pilha de nervos! Desabafo com o J. e recebo em troca o quê? Uma palavra de conforto? Um abraço? Um "vai tudo correr bem"?

Não.

Recebo isto:



Se me apeteceu bater-lhe (ao J., não ao cão)? Apeteceu-me. Mas ele já tinha pensado em tudo e enviou-me isto a umas seis horas de voltar a estar comigo e a uns 15 Kms de distância física de mim. Foi o que lhe valeu.

(E já agora, correu tudo bem! - Com o cão. Com o J. direi daqui a dias. ;) )



terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mete nojo, Joana, mete!

É só para informar que ganhámos (eu e o J.) ontem, num passatempo de rádio, um vale bem simpático e com uns eurinhos bem redondinhos para gastar em compras de roupa num centro comercial aqui do Norte.

E mesmo assim, temos sorte ao amor.
Já têm a vossa dose de inveja do dia, graças a mim? ;)