quinta-feira, 12 de junho de 2014

Homens... fraquiiiinhos!

O homem chega hoje e, pela conversa, palpita-me que virá com umas olheiras até aos pés. Só quando a adrenalina acabar é que vai voltar ao modo normal. E eu preocupada com guisados. Acho é que vou preparando a caminha e a almofada. Ou então o melhor canto do sofá. Dou-lhe 1h - desde o momento em que chegar a casa - para o ver a dormir por lá.


quarta-feira, 11 de junho de 2014

O estômago do J. não é italiano. É bom saber.

O homem está em Itália (em trabalho) por três dias. Hoje à tarde, ao telefone (e estamos no 2º dia apenas) diz-me: 

- Tu não me dês massa, nem natas, nem queijos gratinados, nem nada parecido nos próximos dias, por favor.

Até me ri. Logo agora que tinha pensado presenteá-lo amanhã com uma lasanha ao jantar (naaaaaa, mentirinha!).

Volta para a terra dos pobres, J.! E venha de lá um guisadinho à la Joana para a mesa do fundo!



segunda-feira, 2 de junho de 2014

A prova de que eu não tenho os meus leitores comigo...

Esteve cinco dias um post publicado com erro no título (e não foi intencional, acreditem): Coldpalay, em vez de Coldplay. Ninguém disse nada. Estou triste.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

O que raio vem a ser isto, Coldplay?

E refiro-me a isto.

Onde estão as músicas com qualidade de um "Yellow"?
Onde estão as magníficas letras de um "The Scientist"?
Onde estão vocês, afinal?

(Não é que a música seja má, que não é, mas é igual a quase tudo o que agora passa na rádio. Ao contrário da "Magic" que detesto MESMO e acho uma má música - fruta podre atirada a mim, já sei -, esta parece-me bem mais agradável - apesar da letra muito foleira - e sei que, com a chegada do Verão, vou gostar cada vez mais dela. Mas não por ser Coldplay; simplesmente porque é "leve", que de Coldplay isto não tem nada. Dispensava era bem a batida a la David Guetta, mas não se pode ter tudo...)


terça-feira, 27 de maio de 2014

E é precisamente no dia em que acordo com uma dor de costas horrível e inexplicável que...

... tenho um ataque de espirros (dor intensa, muito intensa);

... tenho de conduzir mais (todo o ato, desde a pressão no pedal da embraiagem até à mudança de velocidades é um tormento);

... me engasgo a meio de uma formação, ficando (ainda mais) entrevada do que já estava;

... tenho de ir pôr gasolina e, ao pagar, a senhora me deixa, do alto do seu guichet, cair o talão e o cartão multibanco ao chão, quando eu estou dentro do carro;

... as chaves da minha empresa caem dentro do carro e se metem por cantos que eu nem sabia que existiam;

... um aluno tropeça e tenho de o ajudar.



Estou que nem posso. E são só 17h30. Ainda tenho aulas a dar e vários lanços de escadas a subir, fora as responsabilidades da vida familiar e da (agora pouco) sensata motivação para arrumar coisas em casa - só para que os efeitos secundários das obras caseiras não se assemelhassem a uma explosão qualquer que tivesse ocorrido lá dentro. Ai vida!


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Post para barulho - As formas de luta.

Eu sempre achei que os votos brancos eram sinal de desagrado e um sinal de revolta. Mas, nos dias que correm, a opinião mudou. O voto branco nem sequer é relevante para as medições. O que é importante é o nível de abstenção. E acho mesmo que essa é, atualmente, a melhor forma de mostrar a quem governa que está descontente. Não que eu faça ou tenha deixado de fazer, não interessa. Importante é, sim, perceber que as pessoas querem lutar com as "armas" que estão à disposição. E essa é uma grande arma - o desinteresse em votar, tal é a descredibilidade que todos os políticos sem exceção transmitem ao povo. Votar é um direito, abster-se de votar também o é. Quem não vota, não pode julgar; mas tenho para mim que quem não vota, não quer mesmo julgar nada, porque a conclusão será sempre a mesma.

Dito isto, sim, compreendo perfeitamente a abstenção num dia que não esteve bom para a praia. Foi mesmo descrédito na política, nada mais, parece-me. E foi bem mais relevante esse dado do que qualquer percentagem de votos em branco.


A coisa não anda fácil por aqui...

... e o blogue é reflexo disso. Também é reflexo de que esta é uma altura intensíssima de trabalho e de que o que é bom, acaba depressa, por isso a coisa há de voltar ao ritmo normal de publicações daqui a uns tempos. Vou-me entretanto esforçando por colocar aqui uns pensamentos soltos - coisa rápida - nestes dias, prometo. Estou a perder a minha "clientela" e não estou a gostar... :(