A sério? Uma decisão tão importante? Inacreditável. Sou muito cética em relação a este assunto, mas acho isto tudo levado com tanta leveza, que fico impressionada. É uma das decisões mais frágeis de sempre da nossa democracia, mas deixa-se a decisão a um povo que nem abdica de um dia de sol para ir votar. Enfim, demasiado incompreensível para mim. E olhem que eu nem sou das fervorosas radicais; em relação a este assunto, nada mesmo. Mas fico revoltada com esta decisão.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Tabaco e entrevista de recrutamento.
Sabem aquelas pessoas que, quando chegam a um sítio, cheiram tanto a tabaco, que não conseguimos quase suportar a presença delas? E não falo do hálito do tabaco; falo mesmo daquele cheiro entranhado nos cabelos, na roupa e penso que até já na própria pele que me/nos faz desesperar sempre que o fumador tem necessidade de mexer e, com isso, liberta aquele cheiro quase insuportável. Não bastasse, esse cheiro fica no lugar onde a pessoa esteve; passados uns minutos de se ausentar, ainda aquele seu cheiro permanece. Como se tivesse a missão de se entranhar também nas nossas roupas e pele. Digo-vos - é das poucas coisas que me enoja mesmo, esse cheiro.
Isto porque ontem estive a fazer algumas entrevistas de recrutamento (que detesto fazer, sou sincera) e a candidata com melhor currículo, experiência e disponibilidade era precisamente um caso destes. Acrescido ao facto de, ao ter falado, ter saído um hálito a tabaco acabadinho de fumar e de me cumprimentar com aquela "mão morta" que detesto. E pensei: "Caramba, a pessoa até pode estar nervosa, mas não ter a preocupação de chegar a uma entrevista com hálito fresco (ou pelo menos, normal), de ser convincente no cumprimento e ainda tresandar a tabaco refegado por tudo quanto era roupa e acessórios, parece-me despreocupação a mais". E pronto. Eu sou assim e tenho dificuldade em aceitar estas coisas. Sou tolerante, mas acredito muito no meu sexto sentido e ainda não é por aqui. A prova de que meras boas condições e qualificações profissionais não são sinónimo de nada, mesmo. Tudo "à volta"importa. Pelo menos, para mim. E deteta-se sem grande esforço, na verdade.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Aprende, Joana.
Sempre que tentas falar sobre as coisas que não estão corretas, para o bem de todos, serás sempre tida, inevitavelmente, como a má da fita. Se as coisas se repetem continuamente e até pioram com o tempo, mesmo que te digam que vão mudar, e tu chegas a um ponto em que já não consegues mostrar que não te incomoda, aí viras a má da fita incapaz de compreender as coisas. E sim, Joana, aos olhos dos outros tu serás sempre aquela que está a ver tudo mal.
Da tempestade.
Afinal, não se confirmou.
Ou então até se confirmou e eu é que estava a dormir como uma pedra.
Tenho de ir ver as notícias.
Mulheres que partilham desta minha realidade com os seus homens: Sejamos fortes! Unidas venceremos (bem, contra carros talvez não, na verdade... :D )
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Diz que vem aí noite de tempestade.
Ou seja: lá vou eu ouvir os lamentos do homem sobre o carro e ouvi-lo (ao homem, não ao carro) subir-me as persianas da sala, a meio da madrugada, para ver a força da chuva, cheio de receio que caia granizo e lhe volte a "picar" o carro, enquanto critica o tempo e lança outras lamúrias que tal, que lhe vão inevitavelmente estragar a noite.
Amanhã confirmo.
P.S. - Homens, os carros são máquinas, não são seres. Não sofrem, portanto. E se se "magoarem", é só chapa. Só para lembrar.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
O papel do bolo de arroz.
Porque dizem todos os papéis que envolvem os bolos de arroz que os mesmos são de "Fabrico Tradicional", quando todos sabemos que apenas a impressão das letras deve ser tradicional, porque as fontes são completamente ultrapassadas e parecem saídas diretamente do tempo da Maria Cachucha? Será uma forma de nos chamar parvos? Será uma forma de nos fazer duvidar da nossa sanidade mental? É que, independentemente de tudo, basta trincar um pouco do bolo de arroz para perceber que já não tem, nem de perto, nem de longe, o belo sabor dos nossos tempos de infância. Parece que descobriram que litradas de óleo e carradas de açúcar meio caramelizado no topo fazem a diferença. Quer dizer, até fazem: tornam o bolo mau.
Já agora, alguém sabe de um sítio no Porto ou proximidade onde haja bolos de arroz de boa qualidade, com um sabor original, ou, pelo menos, próximo disso? Há anos que não como um bom bolo de arroz! Vamos lá, ajudemo-nos mutuamente! ;)
(Post com o alto patrocínio de J.)
CORREÇÃO: Segundo J. e com razão, o que todos dizem é "Especialidade da Casa", e não "Fabrico Tradicional". A todos os bolos de arroz deste Portugal as minhas desculpas pela imprecisão.
CORREÇÃO: Segundo J. e com razão, o que todos dizem é "Especialidade da Casa", e não "Fabrico Tradicional". A todos os bolos de arroz deste Portugal as minhas desculpas pela imprecisão.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Encomenda de temas.
O J. anda a "encomendar-me" temas para o blogue. Ainda outro dia me disse que eu ainda não tinha falado sobre o que me tinha pedido (é um doce, o moço, pronto). Eu respondi a rezingar: "Inicia um blogue!" (sou uma chata insensível, portanto). Ele diz-me que gosta da forma como escrevo. Eu cá acho é que ele gosta de comentar o tema dele. ;)
Tenho de ver os assuntos em espera. São realmente dignos de nota, mas há sempre algo que acontece naquele preciso momento e pufas... lá se vai o tema. Eu não tenho culpa, são os acasos.
Percebes, J., são acasos, é só por isso... cof cof...
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