quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Da tempestade.

Afinal, não se confirmou.
Ou então até se confirmou e eu é que estava a dormir como uma pedra.
Tenho de ir ver as notícias.


Mulheres que partilham desta minha realidade com os seus homens: Sejamos fortes! Unidas venceremos (bem, contra carros talvez não, na verdade... :D )


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Diz que vem aí noite de tempestade.

Ou seja: lá vou eu ouvir os lamentos do homem sobre o carro e ouvi-lo (ao homem, não ao carro) subir-me as persianas da sala, a meio da madrugada, para ver a força da chuva, cheio de receio que caia granizo e lhe volte a "picar" o carro, enquanto critica o tempo e lança outras lamúrias que tal, que lhe vão inevitavelmente estragar a noite.
Amanhã confirmo.


P.S. - Homens, os carros são máquinas, não são seres. Não sofrem, portanto. E se se "magoarem", é só chapa. Só para lembrar.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O papel do bolo de arroz.

Porque dizem todos os papéis que envolvem os bolos de arroz que os mesmos são de "Fabrico Tradicional", quando todos sabemos que apenas a impressão das letras deve ser tradicional, porque as fontes são completamente ultrapassadas e parecem saídas diretamente do tempo da Maria Cachucha? Será uma forma de nos chamar parvos? Será uma forma de nos fazer duvidar da nossa sanidade mental? É que, independentemente de tudo, basta trincar um pouco do bolo de arroz para perceber que já não tem, nem de perto, nem de longe, o belo sabor dos nossos tempos de infância. Parece que descobriram que litradas de óleo e carradas de açúcar meio caramelizado no topo fazem a diferença. Quer dizer, até fazem: tornam o bolo mau.

Já agora, alguém sabe de um sítio no Porto ou proximidade onde haja bolos de arroz de boa qualidade, com um sabor original, ou, pelo menos, próximo disso? Há anos que não como um bom bolo de arroz! Vamos lá, ajudemo-nos mutuamente! ;)


(Post com o alto patrocínio de J.)

CORREÇÃO: Segundo J. e com razão, o que todos dizem é "Especialidade da Casa", e não "Fabrico Tradicional". A todos os bolos de arroz deste Portugal as minhas desculpas pela imprecisão.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Encomenda de temas.

O J. anda a "encomendar-me" temas para o blogue. Ainda outro dia me disse que eu ainda não tinha falado sobre o que me tinha pedido (é um doce, o moço, pronto). Eu respondi a rezingar: "Inicia um blogue!" (sou uma chata insensível, portanto). Ele diz-me que gosta da forma como escrevo. Eu cá acho é que ele gosta de comentar o tema dele. ;)
Tenho de ver os assuntos em espera. São realmente dignos de nota, mas há sempre algo que acontece naquele preciso momento e pufas... lá se vai o tema. Eu não tenho culpa, são os acasos.
Percebes, J., são acasos, é só por isso... cof cof...


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Demasiado. (Post não consensual, já sei)


Detesto fanatismos. Há o respeito, há a memória, há o reconhecimento. E depois há o exagero, o mau gosto e a perda dos limites morais.

Eusébio.
Foi um grande jogador, segundo dizem e pessoa digna de reconhecimento. Não digo que não. Mas NADA justifica tamanho exagero por parte dos média a forçar a notícia e a fazer dela um acontecimento capaz de parar o país (o Governo agradece, já agora), a perda de noção do razoável, as opiniões exageradíssimas já para lá do sóbrio, as decisões questionáveis do clube, as propostas que vão ser levadas à Assembleia da República e todo o circo que se montou à volta da morte de um ser humano - como se, de repente, os milhares de Euros para transladar um corpo para o Panteão fossem totalmente irrelevantes para o país (afinal... estamos bem de finanças).  E ainda são decretados três dias de luto nacional. Portanto, morrem oito bombeiros a lutar pela nossa vida e pelos nossos bens e não há dias de luto, até é necessária uma petição. Morre o Eusébio e nem se questiona. Lamento o que aconteceu, a sério que sim, mas era apenas um ser humano, que já sofria de complicações de saúde e que foi bom como tantos outros foram.

De repente, todos conviveram com Eusébio, todos têm um episódio com o Eusébio, todos conhecem uma faceta até então escondida da personalidade do Eusébio. De repente, todos vão para o Estádio, todos choram e todos fotografam o corpo do jogador durante o velório. Se até então ainda dei o benefício da dúvida à coisa, aí perdeu-se tudo mesmo. De uma baixeza e mau gosto extremos, que nem merecem comentários, só estupefação.

São coisas destas que me revoltam neste país, que até me envergonham e que me mostram por que motivo estamos atrás de qualquer outra nação. Porque nunca fomos bons com limites. Nem com os bons, nem com os menos bons. Ou até sejamos mesmo bons nos menos bons, agora fico na dúvida.



segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Então digam lá...


1 - Quantas vezes já se enganaram a escrever a data deste ano?

2 - Quantas vezes já disseram mal do tempo?

3 - Quantas promessas de passagem de ano já quebraram? ;)




Cá vão as minhas respostas:

1- Cerca de três. Não está mal, costuma ser bem pior.
2- Perdi-me nos números... (Em pensamento também conta?)
3 - Uma, só umazinha... :s


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Olá, meus leitores jeitosos!


É só para vos desejar um grande ano de 2014 a todos!!

Estejam aqui comigo, que eu preciso dos vossos conselhos, piadas, provocações e sorrisos para continuar a querer estar deste lado e escrever muito sobre tudo e nada. :)