sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Ao meu homem.


Homem, 
logo tens permissão para acertar tudo o que este computador está a precisar para ficar acertado. Está a dias de me deixar ficar mal. E eu não sou nada sem ele. E sem ti, claro! (alguém começou a ouvir repentinamente violinos?). Gasta para aí o tráfego todo da internet móvel à vontade, descarre... quer dizer, compra, compra o que tiveres a descarr... a comprar, mas deixa lá isto "no ponto", que eu sou boa moça e uma joia de ser humano. Ah, e tu também, claro! (e lá vêm os violinos outra vez, não percebo...)

Da simpatia.

Sempre me fez e fará confusão pessoas que dizem que são simpáticas.
A simpatia, para mim, é uma qualidade que os outros devem reconhecer em nós, não nós em nós mesmos. Acho que é uma falta de humildade, até. Sei que muitos não concordam comigo, mas, para mim, a equação é simples: achar-se empático é correto; achar-se simpático considero convencimento. Está quase no mesmo patamar do achar-se bonito e apresentar-se como tal, mas na dimensão psicológica da coisa.

Lembrei-me disto por ter lido hoje num blogue uma frase como "Sou simpática, eu sei". Eu diria convencida, mas deixo à consideração de quem vier.
Enfim, coisas minhas.


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Há três noites que eu ando a sonhar com manteiga.

É isto. Estou a sonhar coisas boas e tal e, de repente, lembro-me que tenho de ir fazer manteiga (sim, fazer), chateio-me com as pessoas do sonho e acordo mal disposta. E há duas noites que a Joana, da Casa dos Segredos, me aparece nos sonhos a dizer que a manteiga sabe mal.

Percebem porque é que me têm de dar um "desconto", certo?


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O nosso amigo e o seu poder com as mulheres - um enigma.

Eu e o J. temos um amigo comum que, não tendo nenhuma característica física extraordinária, nem grande jeito com as palavras em geral, tem um sucesso incrível com as mulheres. Ontem, num lanche de uma amiga que celebrava o seu aniversário, lá apareceu ele com a nova namorada. E gira, simpática e risonha que era.
A sério, o rapaz é bom moço, mas é meio inseguro a nosso lado, tem uns trejeitos suspeitos, ri-se muito de coisas que nem têm grande piada, e é assim... um bom rapaz, que se esquece em demasia das amizades, e sem nada de especial, mesmo. E mesmo assim, soma e segue com as mulheres. É que está a um ritmo que, sempre que estamos com ele - também tal acontece cada vez mais espaçadamente -, a companhia é diferente - mas sempre gira, produzida e bem posta (umas mais do que outras - tinha de haver aqui um pequeno memento de gaja, entendam).

Na minha cabeça, há muito tempo que me ocorre a pergunta: "Como é que ele consegue? O que é que ele tem?". Os homens amigos acham que ele deve ser abonado; umas colegas dele acham que ele deve ser bom na cama; as nossas amigas duvidam desta teoria e não percebem mesmo; eu ainda lhe dou o benefício da dúvida e acho que ele pode conseguir ser sedutor e ter jeito para o galanteio; e ontem o J., do alto da sua sabedoria masculina, mostrou-me a luz, apontando para um anúncio televisivo. E eu cheguei lá: Ele deve comer Planta com sabor a manteiga!! Só pode mesmo ser esse o truque!!! :)

Enfim, enigmas desta vida.
Pronto, vou então continuar a trabalhar.

(Alguma teoria por aí para esta questão tão essencial?)

sábado, 23 de novembro de 2013

Na TVI dá o filme "Guerra dos Mundos"...

... e eu estou tão emocionada como quando como uma maçã. Só estouros, barulhos e mais estouros; de vez em quando uns raiozinhos aqui e ali, uns pós e um extraterrestre e mais não sei o quê, para dar aquele toque. Nunca tinha visto e sempre me disseram bem deste filme. Mas... naaa, not for me.

E lá vem a minha teoria de que quando todos dizem bem de alguma coisa e eu lhe dou uma hipótese, passada a fase da "febre", eu raramente concordo com a opinião geral.


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Coisas a aturar quando se tem uma empresa.

- Ouvir pessoas a falar-me da concorrência, como se isso me fizesse mudar alguma coisa.

- Virem com o discurso de que não devia passar fatura, porque nenhuma das minhas "colegas" (ainda estou para perceber por que raio acham as pessoas que nós somos uma classe tão unida) o faz e tem mais alunos - nem vale a pena irem por aí. Não podia estar menos ralada com isso.

- Chegarem logo a matar com um "veja lá, faça lá um desconto, que eu estou desempregada" com um repentino tom de coitadinho. Eu não "vejo lá", porque eu não posso "ver lá". Quando eu estive desempregada, ou mesmo a trabalhar nestes anos todos e sempre sem rendimentos dignos, ninguém me deu descontos (a não ser a Segurança Social). Lamento, eu também estou a lutar. Para além de que há modos de "pedir" as coisas.

- Dizerem que é totalmente incorreto ter de pagar uma taxa de inscrição num frequência certa mensal de explicações, mas muito correto pagar uma taxa de inscrição num ATL, porque, aí sim (dizem elas) faz sentido. Ainda estou para perceber a diferença, mas alguém há de conseguir explicar, nem que seja para concluir o quão estúpido o argumento é.

- Falarem-me que assim perco "clientela". Primeiro "clientela" é o que tem um bar de strip; e segundo, cada vez tenho mais, e não menos, pessoas inscritas. Terá a ver com o facto de me estar a marimbar para os "jogos" por baixo da mesa e ser cumpridora, como todos deveriam ser? Terá a ver com o facto de fazer um trabalho sério e diferente do das minhas ditas "colegas"? Pensem nisso, pessoas que me incomodam sem mais nada para fazer. Não querem, não comem.

Haja paciência!


A Nutella e a Coca-Cola: uma questão de nome.

Diz que a moda da Nutella de permitir que as pessoas tenham um rótulo com o seu próprio nome "pegou" e agora é a vez da Coca Cola. Andam com uma campanha em que cada lata tem um nome, de forma a que as pessoas queiram fazer coleção com o nome das pessoas que lhes são importantes. Uma manobra fraquinha, mas que deve resultar. O J. já começou a trazer latas, mas sempre com o nome dele, que parece que "Joana" é um nome raro demais.

Ora, como todos sabemos, o PIB nacional vai crescer nos próximos dias à conta da Coca-Cola, por culpa da Pepsi. Eu não vou de modas e sempre preferi o sabor da Pepsi, mas vamos por as coisas desta forma:

Cara Coca-Cola: ou se lembram de fazer uma lata bonita com o nome "Joana" bem redondinho e catita, ou a vossa marca também vai ao charco cá na terra dos Cristianos, mais propriamente aqui no lar de quem vos escreve, e a Pepsi voltará a ganhar. Isto nem é muito importante, mas nem que seja para sossegar o J., que acha que o nome dele é para lá de espetacular, por isso o escolheram.
Portanto, vamos lá. Joana nem é difícil de escrever.