segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O nosso amigo e o seu poder com as mulheres - um enigma.

Eu e o J. temos um amigo comum que, não tendo nenhuma característica física extraordinária, nem grande jeito com as palavras em geral, tem um sucesso incrível com as mulheres. Ontem, num lanche de uma amiga que celebrava o seu aniversário, lá apareceu ele com a nova namorada. E gira, simpática e risonha que era.
A sério, o rapaz é bom moço, mas é meio inseguro a nosso lado, tem uns trejeitos suspeitos, ri-se muito de coisas que nem têm grande piada, e é assim... um bom rapaz, que se esquece em demasia das amizades, e sem nada de especial, mesmo. E mesmo assim, soma e segue com as mulheres. É que está a um ritmo que, sempre que estamos com ele - também tal acontece cada vez mais espaçadamente -, a companhia é diferente - mas sempre gira, produzida e bem posta (umas mais do que outras - tinha de haver aqui um pequeno memento de gaja, entendam).

Na minha cabeça, há muito tempo que me ocorre a pergunta: "Como é que ele consegue? O que é que ele tem?". Os homens amigos acham que ele deve ser abonado; umas colegas dele acham que ele deve ser bom na cama; as nossas amigas duvidam desta teoria e não percebem mesmo; eu ainda lhe dou o benefício da dúvida e acho que ele pode conseguir ser sedutor e ter jeito para o galanteio; e ontem o J., do alto da sua sabedoria masculina, mostrou-me a luz, apontando para um anúncio televisivo. E eu cheguei lá: Ele deve comer Planta com sabor a manteiga!! Só pode mesmo ser esse o truque!!! :)

Enfim, enigmas desta vida.
Pronto, vou então continuar a trabalhar.

(Alguma teoria por aí para esta questão tão essencial?)

sábado, 23 de novembro de 2013

Na TVI dá o filme "Guerra dos Mundos"...

... e eu estou tão emocionada como quando como uma maçã. Só estouros, barulhos e mais estouros; de vez em quando uns raiozinhos aqui e ali, uns pós e um extraterrestre e mais não sei o quê, para dar aquele toque. Nunca tinha visto e sempre me disseram bem deste filme. Mas... naaa, not for me.

E lá vem a minha teoria de que quando todos dizem bem de alguma coisa e eu lhe dou uma hipótese, passada a fase da "febre", eu raramente concordo com a opinião geral.


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Coisas a aturar quando se tem uma empresa.

- Ouvir pessoas a falar-me da concorrência, como se isso me fizesse mudar alguma coisa.

- Virem com o discurso de que não devia passar fatura, porque nenhuma das minhas "colegas" (ainda estou para perceber por que raio acham as pessoas que nós somos uma classe tão unida) o faz e tem mais alunos - nem vale a pena irem por aí. Não podia estar menos ralada com isso.

- Chegarem logo a matar com um "veja lá, faça lá um desconto, que eu estou desempregada" com um repentino tom de coitadinho. Eu não "vejo lá", porque eu não posso "ver lá". Quando eu estive desempregada, ou mesmo a trabalhar nestes anos todos e sempre sem rendimentos dignos, ninguém me deu descontos (a não ser a Segurança Social). Lamento, eu também estou a lutar. Para além de que há modos de "pedir" as coisas.

- Dizerem que é totalmente incorreto ter de pagar uma taxa de inscrição num frequência certa mensal de explicações, mas muito correto pagar uma taxa de inscrição num ATL, porque, aí sim (dizem elas) faz sentido. Ainda estou para perceber a diferença, mas alguém há de conseguir explicar, nem que seja para concluir o quão estúpido o argumento é.

- Falarem-me que assim perco "clientela". Primeiro "clientela" é o que tem um bar de strip; e segundo, cada vez tenho mais, e não menos, pessoas inscritas. Terá a ver com o facto de me estar a marimbar para os "jogos" por baixo da mesa e ser cumpridora, como todos deveriam ser? Terá a ver com o facto de fazer um trabalho sério e diferente do das minhas ditas "colegas"? Pensem nisso, pessoas que me incomodam sem mais nada para fazer. Não querem, não comem.

Haja paciência!


A Nutella e a Coca-Cola: uma questão de nome.

Diz que a moda da Nutella de permitir que as pessoas tenham um rótulo com o seu próprio nome "pegou" e agora é a vez da Coca Cola. Andam com uma campanha em que cada lata tem um nome, de forma a que as pessoas queiram fazer coleção com o nome das pessoas que lhes são importantes. Uma manobra fraquinha, mas que deve resultar. O J. já começou a trazer latas, mas sempre com o nome dele, que parece que "Joana" é um nome raro demais.

Ora, como todos sabemos, o PIB nacional vai crescer nos próximos dias à conta da Coca-Cola, por culpa da Pepsi. Eu não vou de modas e sempre preferi o sabor da Pepsi, mas vamos por as coisas desta forma:

Cara Coca-Cola: ou se lembram de fazer uma lata bonita com o nome "Joana" bem redondinho e catita, ou a vossa marca também vai ao charco cá na terra dos Cristianos, mais propriamente aqui no lar de quem vos escreve, e a Pepsi voltará a ganhar. Isto nem é muito importante, mas nem que seja para sossegar o J., que acha que o nome dele é para lá de espetacular, por isso o escolheram.
Portanto, vamos lá. Joana nem é difícil de escrever.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

O atum deixa-me com dúvidas.

Mais especificamente o atum em lata, com azeite. O que é que eu faço ao azeite onde vem mergulhado o atum? Deito-o fora? Aproveito-o? Aquilo é mesmo azeite?
Quando compro atum em lata, costumo optar por aquele que vem em óleo, e esse inevitavelmente vai para a reciclagem. Mas no caso do azeite, custa-me deitar aquilo fora. Como fazem, meus caros leitores? Deem-me aí umas orientações, por favor. Ora vamos lá.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

O meu domingo de sol...

... foi a vê-lo pela janela (ao sol, bem entendido), enquanto limpava a casa, gemia de dores de costas, de cabeça e de mais coisas de mulher e ouvia na televisão coisas interessantes, que só me faziam querer alapar no sofá e nunca mais de lá sair nas duas horas seguintes. Quando acabei tudo, levei com o "Factor X" - melhor coisa de domingo à noite na televisão nacional, quando só se tem 4 canais - enquanto uma enxaqueca daquelas latejantes me encontrou, se apaixonou por mim e nunca mais me largou, obrigando-me a fechar os olhos e ouvidos para o mundo. Depois, tentei adormecer e não conseguia ter posição - pois que eram as costas, a dor de cabeça do lado esquerdo, os músculos dos braços, etc. Foi um domingo upa, upa, como podem constatar.
Está giro, isto. Ele bem diz que me vai devolver à La Redoute. E eu até acredito.  

(Em nome da verdade, fica aqui a informação de que o meu J. me ajudou na parte das limpezas. Ou melhor, em parte das limpezas - talvez seja melhor por as coisas nestes termos... :) ) 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Um bocadinho demais, não?

- Vir toda a gente defender o Cristiano Ronaldo, a dizer bem dele, que ele é bem melhor que o Abra-não sei das quantas-vich, que joga muito melhor, que é fundamental, blê blê, blê.

- O moço saber que é falado, provocado, elogiado e tudo o mais e nem por uma única vez vir a público falar e deixar, em vez disso, que outros falem por ele, o defendam e o venham elogiar, se puder ser, já agora.

- Em toda a publicidade ao jogo de hoje só se ver a fronha do Cristianinho, como se ele fosse igual a 11 e como se ele desse grandes provas de ser um tão exímio jogador na seleção, como dá todo o ano num Real Madrid cheio de moedinhas a tilintar.

- Todos acharem que ele é o "salvador da pátria" e a última bolacha do pacote.


Não tenho paciência para estas coisas, digo-vos. É que me tira a "pica" toda para ver o jogo e "sofrer" com a seleção.
Pensa nos outros 10, Joana, pensa nos outros 10.