terça-feira, 30 de julho de 2013

Os anúncios que o fazem rir.


- O da Logo, quando o condutor diz "Sabes, mudei para a Logo e poupei 100 Euros!" e o amigo riposta, dizendo com ironia... "Sim, e eu vou ali... (desaparece) e já volto (e aparece)"

O da Zon + Canal Benfica, quando o homem bolachudo, depois da sua odisseia para se ver livre do comando, diz à mulher: "Comando? Qual comando?" e olha para trás, qual criança a testar a mãe e a ver se a "peta" pegou.

Haja o que houver, ele ri-se sempre destes dois anúncios. E depois contagia-me.
Não é fácil eu tentar ser uma rapariga madura e séria, como vêem. No fundo, eu não tenho culpa de ser como sou. São as influências! :)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Este blogue está a sofrer o mesmo que uma empresa no Verão.

Com pouco público.
Com pouca participação.
Com pouco retorno (neste caso, retorno emocional).
Tudo demasiado parado.


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Saldos - o "after" da coisa.

Depois de ter andado nos saldos, por força de trocas de roupa recebida no aniversário, a minha sucinta análise sobre eles é a seguinte:

- Há poucas coisas bonitas a bom preço;
- A noção de saldos em algumas lojas deve ser diferente da de outras;
- As músicas das lojas nesta altura são, regra geral, muito fraquinhas e tocam em volumes exagerados;
- A ideia de roupa ao monte mantém-se;
- Há muitas coisas giras e a bom preço para as mais cheiinhas. O problema nestes saldos é encontrar coisas de jeito em tamanhos pequenos, mas há bastante coisa bonita a partir de certas medidas.
- Em quase todas as lojas se ouve "Tem o nosso cartão?", a que se segue um olhar estranho e intimidador, quase como se fôssemos uns aliens por não o ter (nem querer ter!);
- As funcionárias da caixa tentam impingir dez coisas diferentes, enquanto pagamos a única que queremos e que nos levou lá, onde estamos a pagar;
- As lojas da mesma marca competem entre si - por exemplo, a do Mar Shopping acha-se melhor que a do Norte Shopping e vice-versa, e por aí fora. Achava que trabalhavam para o mesmo, mas afinal parece que até nisso não;
- As pessoas continuam a comportar-se como "baratas tontas" nos saldos;
- A noção de educação perde-se nestas alturas;
- As novas coleções, regra geral, são bastante boas;
- Há muita coisa nas novas coleções mais bonita e barata do que na secção dos saldos.


E é isto. Não sou entendida nem fashion o suficiente para me poder pronunciar muito sobre roupas, compras e tal, mas, apesar de detestar e ter vindo dos saldos com uma neura e dores de pés e pernas para esquecer, fiz boas compras - bonitas e baratas, sem quase ter gasto um tostão do meu bolso (por serem trocas). Foi difícil e pouco motivador, mas consegui. E pronto, isto basta-me para estar contentinha comigo mesma.


segunda-feira, 22 de julho de 2013

sábado, 20 de julho de 2013

Alerta! Alerta! Post de gaja (e de gajo, também!) - #5

Eu sou daquele tipo de pessoa que não vive sem batom do cieiro mesmo no verão. Por ser uma fragilzinha de pele aliada a uma esquisitinha de sabores, texturas e o que mais houver nos batons, não sou muito fácil de contentar. Mas àquilo de que gosto mesmo, mantenho-me fiel. E é o que vai acontecer com este botom do cieiro:

 

O baton "Johnson's Lipcare" é mesmo muito bom; tem um leve sabor a baunilha (mas suave) e os lábios ficam a cheirar àquelas amêndoas brancas e rosa de Páscoa, estão a imaginar? Mas o mais importante é a hidratação que é muito boa e se mantêm mesmo. Independentemente de terem os lábios normais, secos, extremamamente secos ou já com cieiro, este batom deixa-os realmente hidratados e suaves por várias horas e não acumula, não fazendo, por isso, aquelas linhas que realmente me incomodam e que me fazem ter de repor a cada hora o batom. Existe também a versão com cor (pérola), mas essa não experimentei. Esta pequena maravilha foi uma surpresa para mim, porque normalmente não gosto muito dos produtos da Johnson's. Põe todos os que experimentei até agora a um canto, mesmo. E pelo que vi por aí na internet, a opinião é geral - é muito bom e muito superior a outros que têm mais nome e - teoricamente - credibilidade.
Eu cá achei este um excelente investimento. Custa cerca de 2,30 Euros e vai ser o vosso novo melhor amigo, garanto-vos! Fica a dica. :)

Bom fim de semana a todos!


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Cinema em casa.

Tínhamos lá em casa o DVD do filme "O Pianista" e há muito eu andava curiosa para o ver. Visto que sou uma apaixonada por toda a fatia da História que contempla a Segunda Guerra Mundial, tinha grandes expectativas para este filme. Como tinha ganho a Palma de Ouro em Cannes e três Óscares da Academia, não sabia bem o que pensar (eu tenho alguma aversão a filmes com demasiados prémios), mas lá decidimos vê-lo.

(Cliquem na imagem e vejam o trailer)


E a verdade é que... gostei. Gostei da história sem grandes dispersões; gostei do ator; gostei da realização; gostei do realismo (que impressiona muito quando se pensa que as cenas não estão enfatizadas, mas que representam o que realmente se passou e está documentado); gostei da forma como nos consegue envolver na história e sentir que estamos ali com o protagonista e a viver de perto tudo aquilo; gostei da convicção de que uma paixão pode manter uma pessoa sã no meio de todo o caos; gostei da ideia de resiliência e de luta que, acredito, a poucos tenha valido, mas que, decerto, a alguns terá salvado a vida. E gostei dos leves momentos (inesperados) de humor, apresentados de uma forma tão natural que não parece mesmo escrito. Emocionei-me, impressionei-me um pouco, ri, sorri e senti-me - mais uma vez - fascinada por saber ainda mais por aquele momento horrendo da história. Se virem este filme cientes de que o que ali está representado aconteceu, de facto, e de que a história se baseia na autobiografia do protagonista, tudo ganha uma nova dimensão. A parte final do filme surpreende, mas tem um desfecho um pouco estranho, talvez. Mas é um bom filme, de facto.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

"Ah, que somos tão naturais a fazer isto..."

Ora pois que ontem, já tarde, começámos a jantar. O cansaço do dia quase não nos fazia falar e estávamos assim num discurso leve sobre as nossas coisas, quando, de repente, ouvimos de fundo, na "Dancin' Days" (lembrem-se que nós só temos 4 canais) um rapazito a dizer aos avós, sentados à mesa: "É a pizza Ristorante, da Dr. Oetker. É muito boa, não é?" 
Como disse? 
Olhámos um para o outro com aquele ar de indignação e dirigimos a nossa atenção para a televisão. E a coisa continuou, com o avô a fazer a sua avaliação: "Realmente, é muito boa. Nunca diria! A massa é fina e estaladiça e a piza é muito saborosa, bem melhor do que eu pensava." Nisto, vê-se a avó a olhar enternecida para o avô e para o neto e a outra moça (não sei quem é na trama) a sorrir e a virar a cabeça de lado, como que a dizer "Oh, que tenho de fazer este papel idiota, como se estivesse mesmo a sentir carinho por esta piza aqui em cima da mesa".
Triste.
E isto levou-nos logo para as lembranças de séries em que estas cenas forçadas e nada felizes (ou demasiado felizes para as personagens, pronto) aconteciam e nos faziam questionar "Porquê? Porquê?" A primeira foi a da série "Uma Aventura", em que os miúdos, em algum momento da série, mesmo que não fizesse sentido algum no desenrolar da história, lanchavam e todos - TODOS - bebiam Sumol, de uma forma que quase lhes partia os pulsos, tal era o cuidado que tinham de ter para que o nome da bebida ficasse voltado para a câmara. Isto já para não falar que as latas pousadas também estavam todas viradas para o espectador (imaginem seis latas voltadas para a frente e depois digam-me algo). A coisa depois evoluiu para o Sunny Delight, mas o essencial estava lá. Há tempos, era na anterior novela da SIC, em que quase semanalmente havia uma personagem que tinha de ir ao Santander Totta. Ou era pedir um empréstimo, ou rever o SPREAD ou era reunir-se com o seu gestor de conta, ou outra coisa qualquer. Andavam ali invejas, ciúmes e uns a quererem matar os outros e o que mais houvesse e depois havia ali uma pausa para ir ao banco. Nada forçado, portanto.

E é isto, meus amigos. Senhores das novelas, sois uns vendidos. Senhores espectadores... somos os burrinhos a comer a palhinha que nos dão....

(Sou totalmente contra estas coisas, mas se quiserem que eu publicite a minha empresa numa qualquer novela, eu também não digo que não, também me posso tornar numa vendida.
Naaaaaa, foi só para vos testar.)