sexta-feira, 24 de maio de 2013

Alerta, Alerta! Post de gaja (e de gajo também)! #4

Ora cá estou eu de novo a dar mais uma opinião sobre um produto que testei e que, decididamente, aprovo - LÓréal: Elvive Arginina Resist.


Para quem tem cabelo mais fraco ou em fase de enfraquecimento (pela fase do ano, pelas alterações hormonais, etc.) este champô faz maravilhas. Não digo que umas multivitaminas ao mesmo tempo não ajudem, mas este champô, por si só, é bastante bom.

Como já sabem, eu acho sempre que as promessas das marcas são a puxar à mentira e que raramente cumprem o que dizem. Mas desta vez, dou a mão à palmatória.
Comprei este champô porque recebi um vale de oferta da Elvive e, como este produto era novidade e falava de coisas que a todos nos agrada ouvir, trouxe-o. Pois bem, ele tem sido o nosso melhor amigo lá em casa. O meu cabelo ganhou força, vida e a sua queda reduziu incrivelmente. O cabelo dele (sim, que isto também é para homens) ganhou, sobretudo, força e tornou-se mais denso. Eu cá estou convencida que isto não é sugestão minha; pelo menos no meu cabelo, notei de imediato a diferença.

Para quem tiver o cabelo fraco, fino ou desvitalizado, acho que esta é uma boa aposta. Não é caro - custa cerca de 3,80 Euros -, é fácil de encontrar em qualquer supermercado e faz o mesmo - ou mais - do que alguns champôs caríssimos de marca que eu e ele já experimentámos, sem quaisquer resultados visíveis.



p.s. - O ideal será experimentar toda a gama, mas sobre todos os produtos ainda não tenho opinião. O bolso não dá para tudo e as minhas opiniões baseiam-se em compras que faço, não em ofertas que recebo (infelizmente...). Mal tenha outras bases para vos deixar aqui opinião, assim farei! :)


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Três dicas para não ser um novo Corcunda de Notredame.

Hoje dei-me conta de três coisas que faço inconscientemente e que resultam dos anos de pilates que pratiquei. Parecendo que não, os ensinamentos ficaram cá entranhados e já são quase intuitivos. Partilho convosco três coisas que podem fazer no dia a dia e que vos ajudarão a evitar dores de costas, a corrigir a vossa postura e a definir a barriguinha, quase sem darem por ela:

1. Tenham a consciência de manterem, sempre que possível, os ombros bem afastados das orelhas. Quanto mais próximos, pior a vossa postura. Sempre que sentirem que estão a ficar cansados e a deixar descair as costas, é só lembrarem-se desta dica, puxar os ombros para trás e bem afastados das orelhas e automaticamente a postura fica corrigida.

2. Imaginem que têm, neste momento, um cinto na vossa cintura. Esse cinto tem 5 buracos. Imaginem que o têm apertado no 1º buraco e façam o respetivo movimento de barriga. Agora imaginem que o apertam e que ele está no último buraco, muito apertado mesmo. Agora aliviem essa pressão e imaginem que o cinto está apertado no 3º buraco. Pronto, é nesse 3º buraco imaginário (ou seja, com a pressão que fizeram na vossa barriga) que têm de andar sempre - protege e fortalece as costas, evita lesões e define a barriguinha.

3. Quando forem conduzir, e antes de ligarem o motor, sentem-se bem no vosso banco, estiquem as costas e coloquem os ombros afastados das orelhas. Agora, ajustem o espelho retrovisor interior ao nível dos vossos olhos (o que, se estiverem a fazer tudo bem, deverá corresponder a uma posição mais alta do que aquela em que está habitualmente). Assim, sempre que tiverem necessidade de olhar pelo retrovisor, são obrigados(as) a esticar as costas e a corrigir a coluna.


Não são coisas complicadas nem impossíveis de concretizar, pois não?
E pronto, está aqui o meu contributo semanal para a saúde de todos os meus leitores. :) Usufruam das dicas à vontade!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Sempre que beberem uma Coca Cola, lembrem-se disto.

Há dias, a arrumar a despensa, o J. viu que tínhamos uma garrafa de Coca Cola passada do prazo. Nada de muito estranho, visto que só temos esta bebida para as visitas, porque não somos adeptos de refrigerantes, nem de grandes bebidas para além de água.
Vai daí, decidimos naturalmente deitá-la ao lixo, não sem antes verter o conteúdo da mesma para a pia da cozinha. Como eu estava em processo de lavagem de louça à manápula, guardei a garrafa, contando deitar o conteúdo quando já tivesse terminado e toda a louça estivesse já no escorredor.  Ainda antes de a verter na pia, estive a "batalhar" contra a água que, aparentemente com tudo desentupido, acumulou e não ia para baixo nem por um decreto.
Lembrei-me de repente da Coca Cola e daquela reação que se viu em tantos vídeos da net, de desentupir canalizações, limpar peças automóveis, etc. e que considerava grande tanga. Pois, não é, meus amigos. Eu olhei para a água estagnada, ela olhou para mim, eu olhei para a garrafa de Coca Cola, ela olhou para mim, eu peguei nela e verti o que ela continha e puff... não se fez Chocapic, mas fez-se o equivalente a um produto super potente de desentupimento de canos. O contacto da Coca Cola com a água fez uma efervescência enorme, a água foi literalmente "sugada" de uma só vez, fez um ruído forte e tudo desapareceu. E não me digam que reagiu com algum detergente ou coisa que o valha, porque ali já nada disso havia. Portanto, se isto atuou assim com água e numa pia, imaginem o que atuará com fluídos gástricos num corpo humano. Não deve ser a rodela de limão que salva a coisa, parece-me.
Had my lesson learned.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Porque me faz feliz ser do F.C.P..

Porque, para além de ser o clube da minha terra, do meu coração e de me dar alegrias quase constantes, mostrou como "até ao lavar dos cestos ainda é vindima" e como todo o cantar de galo e festejos exageradamente antecipados do clube vermelho foram precipitados e, por isso, ridículos.
Até há umas semanas, eu considerava que o Benfica seria o justo vencedor do campeonato porque, de facto, tinha jogado muito e bem. Mas desde o exagero nos festejos antecipados da final da Liga Europa, passando pelo mediatismo doentio que ganhou nas televisões nacionais até à falta de razoabilidade em perceber que há sempre um adversário do outro lado para lhe fazer frente, o Benfica conseguiu passar uma imagem desgastada e ainda menos interessante do que poderia vir a ser. No final, o Porto, meio pela calada e como não quer a coisa, deu a volta e ganhou o que havia a ganhar. Por isto e porque o meu coração será - mesmo que sem exageros, nem reações doentias às vitórias e/ou às derrotas - sempre azul, estou muito feliz com esta vitória esforçada, lutada e, no final, muito merecida. Boa, Porto!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Era uma vez uma Joana e uma médica a fazer que era médica.

Eu sou avessa a ir a Urgências. Acho realmente estúpido e egoísta ir a uma consulta de urgência quando não é nada urgente ou, mesmo sendo, não é tãaao urgente que não possa esperar umas horas. No entanto, e perante a insistência exagerada dos meus pais, resolvi ir tirar a limpo o que se passava comigo junto de um médico. Vai daí, ontem, e já no meu limite das forças e da resistência física ao bicho que me atacou, resolvi ir ao meu Centro de Saúde no horário em que a minha médica de família lá está. O Centro diz-me que a médica não tem vaga e que tenho de ir para o Recurso (a.k.a. Urgência lá do sítio). Fico chateada, mas porque estava lá para deixar descasado quem estava tão preocupado comigo, vou. Eu era a primeira e deveria ser atendida às 14h30 (sim, que pelos vistos há horários de almoço nas urgências de um Centro de Saúde). Deveria, porque fui atendida às 15h e a médica ainda chegou nas calmas, que ela não estava para mais. Chama-me. Muito simpática, treleléu e lá começo eu a dizer o que sinto: garganta inflamada, dores fortes de ouvidos, contínua sensação de desmaio, constantes tremores no corpo (que não de frio), dores insuportáveis no corpo, nada de ranho, espirros ou tosse. O que é que ela faz? Ausculta-me o peito (lembro: eu não tinha secreção ALGUMA) e vê-me a língua e a garganta durante dois (literalmente, dois) segundos. Chega ao fim (sim, isto foi a consulta) e diz-me: "Pois é, Joana, isso foi uma virosesita..."
Eu: Virose? (como raio soube ela diagnosticar se não me fez testes nenhuns?)
Ela: Sim, isso passa num instante.
Eu: Mas Dra., eu ando com imensas dores de garganta e ouvidos e...
Ela: A garganta nem está inflamada.
Eu (a passar-me): Como não está inflamada? Há dois dias que não consigo engolir sem parecer que me estão a espetar facas na garganta!
Ela: Pois, mas isso é normal nesta altura.
Eu: Mas normal, como? Isto não é uma gripe, pois não? (ainda me passou pela cabeça que pudesse ser uma variante estúpida de gripe - tipo Gripe A ou coisa que o valha...)
Ela: Não. Vai tomar Ben-U-Ron durante 3 dias e, se não passar, volta cá. (Um Ben-U-Ron para tratar uma virose... nunca vi, mas deve ser um tipo de conjugação virose-tratamento que só aquela médica conhece).

E, depois, a preciosidade do dia: 
Ela - Vai querer que lhe passe baixa?
Eu - (nem me dei ao trabalho de ripostar que raio de justificação teria ela para me passar baixa se só me ouviu os brônquios e viu a garganta e disse que eu não tinha nada) Não, obrigada, Dra., eu trabalho por conta própria e tenho a minha própria empresa.

Parece-me evidente que esta pessoa está a ocupar um lugar indevido. Eu que não percebo nada disto, e perante os sintomas que apresentei, a primeira coisa que faria teria sido medir as tensões, ver os ouvidos e perguntar se sofria de alguma doença ou tinha tido contacto com pessoas doentes. Eu não me segurava de pé, mas isso também é um pormenor. E a garganta está muito inflamada, sim - estou com uma virose que me atacou a laringe e a faringe e, por consequência, os ouvidos, o que me afeta o meu equilíbrio. Só ainda não consegui explicação para as dores de corpo, mas pelo menos já não as tenho, o que me deixa sossegada.

Enfim, fiquei chateada por ter pago os 5 Euros da taxa moderadora; por ter tirado o lugar a alguém, quando a minha médica estava lá; por ter obrigado o namorado a andar à pressa, a almoçar mal, a ver uma cena que lhe relembrou a perda que sofreu e a chegar quase 1,5h depois do horário de entrada no serviço - tudo por eu não me conseguir segurar de pé; e por ter sido atendida por uma pessoa que tem uma santa vida e que é, apesar de muito simpática, claramente incompetente na sua área.

What goes around comes around - para o bem, também.

Por ter estado doente - confirma-se! - estive com a minha empresa fechada dois dias.
Quem me conhece sabe como fico perturbada de faltar às minhas obrigações - quaisquer que elas sejam - independentemente de ter ou não culpa. De facto, parte da minha dor tinha origem no facto de ter tido que desmarcar compromissos com alunos e pais. Que impressão estaria a dar? Que imagem de profissionalismo estava a passar? Que dedicação estava a mostrar? Mas, no fim, vejo que tudo isto foi infundado e que a minha forma de lidar com as circunstâncias e as pessoas tem repercussões positivas, porque, para minha surpresa, enviaram-me mensagens - pais e alunos -  a perguntar por mim e a desejar-me boas melhoras. Não bastasse, nos meus agradecimentos pela preocupação, ainda tive direito a uma resposta sob a forma de aviso para o frio que se avizinha no fim de semana. Eu sou carinhosa para as pessoas, isso é um facto, mas este retorno é um reconforto especial. Sobretudo porque, sem dar muito por isso, consegui criar uma empatia com quem acredita no meu trabalho e na minha forma de lidar com as coisas do dia a dia - como professora e como ser humano. Isto deve ser sinal que estou a fazer um bom trabalho. E isso ajuda em muito quando as coisas parecem menos bem, isso é certo.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Coisas aleatórias da minha vida.

  • Ontem e hoje consegui ir ao ginásio e fiquei feliz (fico sempre feliz quando consigo ir);
  • Ontem o dia esteve espetacular e foi ótimo vir de bicicleta para o trabalho;
  • Hoje o dia não está nada espetacular e eu estou com disposição concordante;
  •  Acordei com a pior música de sempre para se acordar - uma do James Brown, esquista à brava; para além de não perceber uma (UMA que seja!) palavra que é dita na canção, aqueles gritos a puxar ao tremelique epilético deixaram-me nervosa e irritadiça; 
  • Suei em bica no ginásio e quando saí, levei com uma rajada de vento daquelas. Cabelo molhado e vento frio. Comecei a prever o pior.
  •  Ontem estive com uma aluna (adulta) que tinha acabado de curar uma gripe (na sua teoria) naquela manhã. Portanto, tinha estado "de molho" sábado, domingo e segunda feira de manhã. Eu estive com ela às 15h. E ela tossiu muito.
  • Hoje estou "mole" e a minha garganta está naquela fase em que está a decidir se me vai doer ou não. Para já, ligeira impressão. Há chá quente na termos e aspirina na carteira, just in case.
  • Tenho muito trabalho administrativo para fazer e estou sozinha. Mas nem o silêncio, nem o barulho estavam a ser meus amigos. Vai daí, fui à minha pasta de música e escolhi um álbum que ainda não tinha ouvido e que se está a revelar a companhia perfeita. Muito bom, mesmo. Recomendo.
  


E pronto. Sumariamente é isto.