domingo, 12 de maio de 2013

Andar de bicicleta nesta cidade.

Eu adoro andar de bicicleta e vou, por vezes, para o trabalho com este meio meio de transporte. O problema é que neste país há um enorme desrespeito pelos ciclistas e ninguém percebe que as "regras do jogo" mudaram e que, neste momento, um ciclista já não é um elemento sem prioridades, nem tem regras tão diferentes de um condutor de um qualquer veículo a motor, no que toca a isso mesmo: a prioridades (aqui). É isso que me dissuade a, por vezes, fazer certos percursos - porque sei que a minha prioridade vai ser desrespeitada. Ainda hoje ia conhecendo de perto a chapa de um capot, não fosse a minha sempre desconfiança de que ninguém conhece as novas regras e de que aquele condutor nunca me iria dar prioridade. Desta vez, correu bem. Agora é ir continuando. Não é à toa que, muitas vezes, os passeios e as passadeiras são os melhores amigos de um ciclista urbano - é erro, mas é seguro.

(Isto existe. Na Alemanha. Vivi lá e confirmo.)

Cá para mim, só se começar a haver muitos ciclistas na estrada é que as coisas poderão mudar.  E isto é uma luta de anos, meus amigos. Não é fácil, mas, como em tudo, a persistência e a união fazem a força.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Carapelhos e grelos (veem como tudo faz sentido nesta minha interpretação da vida?)

Só para provar que isto de que vos falei há tempos existe. E que, se o próprio nome não bastasse, ainda - de entre todos os tipos de festa que se podia realizar nesta localidade - se realiza lá a Feira do Grelo.



quarta-feira, 8 de maio de 2013

Percebam isto.

Eu não tenho de arcar com os problemas dos outros. Se estou lá e me mantenho junto de quem precisa, é porque quero, e não porque é minha obrigação. Se me querem ter lá para os momentos maus, é bom que eu sirva para mais alguma coisa do que simplesmente para acalmar e dar conselhos. Nomeadamente, que o que diga sirva para alguma coisa - nem que seja para refutar. Agora fazer de mim parva, não. Detesto falar para as paredes e, sobretudo, sentir que me preocupo com os outros e que para os outros nem sequer sou uma prioridade. Não sou nenhuma marioneta, comandada de acordo com as atitudes dos outros. Só tolero o que quero, quando quero e até ao limite que quero. É bom que percebam isto.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Toma lá um Smoothie. (E lá continuo eu a dar conselhos...)

Se há área de negócio onde sempre achei que não havia grandes investimentos em novidades é a dos iogurtes. São sempre os mesmos, sabem todos ao mesmo e, nesta fase, só os continuo a comer porque preciso.
Outro dia - nada convencida da novidade, diga-se - resolvi experimentar uns novos Yoggi Smoothie Duo que vi num supermercado. Já que estava no jogo do risco, apostei então na combinação mais estranha para mim: maçã-pera. E, surpresa das surpresas... rendi-me. Digo-vos: os dois riscos foram certeiros. É mesmo muito bom, vão por mim. Bate em muitos pontos os iogurtes líquidos que andam aí no mercado. E, finalmente, são diferentes! :)
Estou fã!

(Foto daqui)

(Vamos ver se me contenho e não começo a beber sempre o mesmo até enjoar.)

Das coisas que mais me entristecem na vida...

... é não ter um cão. Não tenho vida para ter um cão, moro num prédio onde não são permitidos cães (mas todos os outros animais, sim, faz sentido) e não consigo imaginar um cão sozinho, todo o dia, em casa, enquanto os donos estão a trabalhar - isto, sim, seria uma vida de cão, triste como tudo para o bicho.

Dito isto, e porque eu sou um coração de manteiga e não resisto a receber atualizações de todas e mais algumas sociedades protetoras / associações defensoras e por aí fora, todos os dias sofro ao ver os apelos para adoção e a conhecer as histórias de vida por que passam tantos animais, e não poder ajudar mais, para além de divulgar. É assim uma espécie de masoquismo, mas o tempo de fechar os olhos aos problemas já lá vai. Agora nem sequer consigo fazer isso. E fico triste - seja por uma coisa, seja por outra.