segunda-feira, 8 de abril de 2013

Entendidos na matéria precisam-se!

Minha boa gente, se souberem ajudar aqui esta leiga rapariga, façam o favor. 
Como é que instalo um teclado virtual 3x4 (o único em que me entendo e a que estou mais que habituada no meu querido Galaxy) num smartphone "marca" vodafone (Alcatel) que não colabora comigo nem um bocadinho? Já tentei instalar dois ou três, mas não têm dicionário português e eu gosto da escrita automática. Estou a pedir muito? Não há possibilidade de instalar o mesmo software de escrita de mensagens do Galaxy neste aparelho fatelito a querer imitar os grandes?

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Os condutores de rotundas.

Eu sei que sou, por si só, estranha e, por isso, este post não vos deve deixar com grande estranheza em relação à minha pessoa, mas eu desenvolvi uma teoria sobre alguns condutores.
Para mim, é muito claro que existem condutores de rotundas, isto é, pessoas que são cromas a conduzir no geral, mas que são estupidamente nabiças nas rotundas. O que caracteriza estes seres? Ora bem, entre os nabiceiros de rotundas temos aqueles que o são sem o saberem e que acham que estão a fazer tudo conforme manda a lei - os nabiceiros por natureza - e os outros que se fazem passar por isso, com o intuito de bater (melhor, serem batidos) para arranjar aquela suposta batidela que não estava lá para ser arranjada há séculos e que só apareceu com o leve toque dado agora na rotunda - os nabiceiros por chico-espertice.

Os nabiceiros por natureza são aqueles que circulam sempre pela direita - porque se deve circular sempre pela direita, sem exceções, assim lhes ensinou algum instrutor bêbedo -, que saem nas suas saídas sem dar sinal que indique a quem vai atrás deles ou quem está na próxima entrada na rotunda o que esperar daquele veículo, e aqueles que circulam sempre no meio da rotunda com o pisca para a esquerda. Quanto a estes, parece-me que são casos perdidos e nada mais há a fazer. Buzinar e insultar não resulta, porque eles irão alegremente continuar a fazer a sua viagem, colados ao volante, sem olharem para o lado ou para qualquer outra coisa que não seja a frente, enquanto ouvem uma rádio regional a passar músicas de há 30 anos.

Os nabiceiros por chico-espertice são os piores e só me apercebi deles quando, há tempos, estive a falar com um elemento da GNR, que é pai de um dos meus alunos. Ora, estes seres são aqueles que se fazem de desentendidos e circulam sempre pela direita; não porque não saibam que não é assim que se circula, mas porque têm a intenção que lhes batam no carro. E saem sempre a ganhar, sabem porquê? Porque a lei portuguesa define cegamente que quem circula à direita tem sempre prioridade - mesmo nas rotundas. Por isso, por toda a razão do mundo que tenham, se baterem numa rotunda num carro à vossa direita, a culpa, mesmo não sendo, será sempre vossa, que circulam corretamente na faixa do meio e estão a preparar-se para fazer a aproximação à direita para sairem na saída seguinte. Como sempre, nestas coisas, há sempre quem seja esperto e desempenhe este papel de "cromo" para ter direito a algum arranjo no carro. Reparem bem da próxima vez e vejam lá se, por vezes, quem faz estes papéis, não é gente nova, com carros novos batidos ou com carros velhos a precisar urgentemente de uma "cirurgia".

Portanto, acho que estamos de acordo que a minha teoria faz sentido e tem razão de ser. Estes seres existem e não são "farinha do mesmo saco". Entre uns e outros, acho que tenho mais dificuldade em suportar os últimos, porque detesto pessoas com manha; vendo bem, os primeiros, depois de uma fase inicial de enervamento, até me divertem. E palhaços por palhaços, prefiro sempre os que me fazem rir.

Na quarta (a minha net não colaborou ontem, para isto parecer mais espontâneo), o programa de fim de dia foi este:

1. Mail a anunciar seleção num passatempo de cinema. Correria até casa, imprimir vales de desconto para a refeição, arranjar num instante, comer uma sopa e arrancar rumo ao Shopping.

2. Chegados ao shopping, foi ir diretos para o "restaurante" e comer a melhor sande de todos os tempos - Provençal, na Pans & Company (e com o desconto ainda melhor sabe). Magnífica!

3. Resolvemos não apostar nas pipocas e sugeri um gelado. Et voilá... eis que experimentámos um dos melhores Swirl dos últimos tempos... - Swirl de Páscoa, da Olá. Nem vos digo! (dêem-me amêndoas caramelizadas e eu perdoo-vos [quase] tudo...)

4. Já com o gelado pronto a ser nossa companhia, fomos à nossa sessão de cinema à borla - uma antestreia. O filme não foi a melhor das escolhas, mas conseguimos fazer dele, teoricamente de acção e suspense uma comédia; acho que , se não por mais, só por isso já valeu a pena. (filme a comentar em próximo post)

5. Pequeno mimo na categoria "Eu também mereço", adquirido n' O Boticário. (Não, eu não sou consumista nem fútil; se digo que mereço é porque mereço!)

6. E isto resultou em... felicidade!

Foi, de facto, um fim de dia feliz, muito, muito sorridente e sem lugar a rotinas. E foi do mais simples e banal para qualquer um. Mas para nós foi excelente. Para quê complicar?

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Ontem, na RTP2.

 
Um dos filmes mais marcantes da minha adolescência e, provavelmente, o filme que contém a mais famosa e desejada mensagem de amor de sempre:

ATUALIZAÇÃO:

"I love that you get cold when it's 71 degrees out. I love that it takes you an hour and a half to order a sandwich. I love that you get a little crinkle above your nose when you're looking at me like I'm nuts. I love that after I spend the day with you, I can still smell your perfume on my clothes. And I love that you are the last person I want to talk to before I go to sleep at night. And it's not because I'm lonely, and it's not because it's New Year's Eve. I came here tonight because when you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible.

[É claro que o que eu ouvi no final do filme, vindo do lado dele foi mais do género "As mulheres são todas iguais: num minuto estão felizes, noutro já estão em baixo, depois já estão bem outra vez...", e não tanto "Que bonito, que bela lição de amor podemos retirar deste filme",  mas acho que foi do sono e que não havia nenhuma mensagem subliminar nessas palavras. Quero acreditar nisso, pelo menos.]
 
Definitivamente, os homens deviam aprender com estes filmes.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Alerta, Alerta! Post de gaja! #2

Ensinamentos de cuidados de beleza de uma mãe não são para se contrariar, todas sabemos disso. Os da minha não são exceção e, por isso, há que seguir os conselhos.
Se há coisa que vi desde sempre a minha mãe fazer, todos os dias, ao longo de todos os anos, foi a pôr creme Nivea nas mãos, no pescoço e nos cotovelos sempre antes de se ir deitar. Na idade da inocência, questionava-a sobre essa rotina e cedo aprendi que aquele simples gesto significava tão simplesmente que gostava de cuidar de si. Cresci a vê-la cumprir sempre este ritual e a querer transmitir-mo e aprendi a ser como ela. Hoje, não consigo sequer ponderar deitar-me sem espalhar um pouco do creme Nívea da lata azul nas mãos, pescoço e cotovelos. Está na mesinha de cabeceira e de lá não sai.



Creme Nívea no corpo:
Por hábito, não o uso no corpo, por ser um creme demasiado gordo. No entanto, naqueles picos no inverno em que a pele se ressente muito com o frio, costumo usá-lo e espalhá-lo depois do banho, mesmo antes de vestir o pijama e ir dormir. Fica-se peganhenta como tudo, mas no dia seguinte, um milagre de pele aparece.

Creme Nívea nas mãos e nos pés:
Quando têm as mãos gretadas do frio ou os pés secos do inverno, experimentem colocar uma camada grossa de creme Nivea nessas partes do corpo e calçar umas luvas ou umas meias de algodão, respetivamente. Deixem assim algumas horas, idealmente, durante a noite, e depois vejam como a pele fica recuperada e suave.



Estas são duas das muitas dicas de utilização deste creme. Para recuperar colóides ou quaisquer outras imperfeições da pele (ainda em recuperação), também pode ser uma fantástica ajuda. Já para não falar de assaduras e outras reações de pele, seja nos bebés, seja nos adultos. Alguns médicos chegam mesmo a "receitar" este creme para várias situações - não deve ser por acaso.

Recomendo vivamente este creme e, se conseguirem, o "ritual" de beleza que vos indiquei. Cada lata custa cerca de 3 Euros, dá para imenso tempo e é um investimento certo num produto que existe há mais de 100 anos e continua a vender como pãezinhos quentes. Deve querer dizer alguma coisa.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Verdade ou mentira?

Acho que já alguma vez vi isto num blogue, mas não estou a seguir desafios, nem a participar em correntes e tretas dessas. Apenas me lembrei que hoje o dia se presta a esta brincadeira e que é uma forma de ver que imagem passo para vós. Descubram lá então destas 10 coisas a meu respeito, as três que acham que não são verdade. Prometo que daqui a dias, revelo tudo, tudo. Por agora, fica o mistério no ar... (ou então não)

1. Sou uma cat lover.
2. Domino a arte da piada ribeirinha (aka, piada seca).
3. Tenho uma adoração por burros - dos que zurram e dão coices.
4. Gosto de fazer sopas (e inventar muito).
5. Sou muito otimista.
6. Adoro conduzir.
7. Sou friorenta.
8. Detesto surpresas.
9. Não gosto de borrego. (bela sequência, esta...)
10. Adoro o campo e a aldeia.
 
Onde estão as mentiras?

 


As nossas eternas turras.

Eu insisto que precisamos de móveis, de espaço de arrumação, de armários e afins.
Ele insiste que não precisamos de nada, que temos é coisas a mais (definitivamente, uma mentira!) e que, devidamente organizadas, têm lugar nos minúsculos espaços de arrumação que temos.

Ele arruma comigo as coisas do dia a dia, as que se veem e estão sempre lá para se limpar o pó, aspirar, lavar, secar, etc. Mas eu é que arrumo as coisas que ele nem sequer imagina que existem, que organizo gavetas e o que vai para aqui e para ali e sei perfeitamente que temos agora coisas que nem "aqui" e "ali" têm, porque NÃO HÁ onde as arrumar!

E convencer o meu homem disto, hã? Querem melhor desafio do que este? Naquele mundo imaginário só dele, há espaço para tudo. Só que naquele mundo só dele, também há uma mulher, que quando ouve um "Por acaso não há aí um (escolher objeto praticamente insignificante para qualquer pessoa, menos para mim)...?", ou "Onde está aquele...?", ou "Temos alguma coisa assim e assado...?", ou coisa que o valhe, faz com que, por magia, o dito objeto de procura apareça em casa numa questão de segundos. E temos pouca coisa, diz ele. Estranho, não é, sr. J?