segunda-feira, 11 de março de 2013

Estás a brincar connosco, S. Pedro, não estás?

Se vejo pela janela que está a chover, pego no guarda chuva, desço as escadas do prédio, chego cá fora e já está sol.
Se vejo pela janela que está sol, desço as escadas do prédio, chego cá fora e começa a chover.

Visto uma camisola mais fina porque as temperaturas estão amenas, chego cá fora e o vento faz-me voltar a casa e vestir uma coisa mais "aconchegada".
Saio de casa com uma camisola mais "aconchegada", para de estar vento e o sol faz-me ter um calor insuportável. 

Chego ao meu local de trabalho. 

Estou perto dos interruptores, vejo que está sol, começo a andar na direção da minha secretária e preparo-me para começar a trabalhar com luz natural.
Sento-me para começar a trabalhar, já estou longe dos interruptores, e fica uma escuridão incrível no espaço. 

Estão a gozar comigo?! QUE NERVOS!


Agora estou com a luz acesa e um sol forte a bater. Tenho a certeza que, mal clique ali no botão de publicação deste post, vai ficar repentinamente escuro e já ninguém vai olhar para mim como uma tolinha a trabalhar com luz artificial quando o sol brilha lá fora. E agora que falo nisto... it's hapenning...



Palpite.

A música do novo anúncio da Vodafone vai ser o próximo grande sucesso musical do ano. Mas daqueles que começam por adoração para passar rapidamente a rejeieção. Riscos destas coisas.
Wait and see.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Ser mulher.

Ser mulher é ser muita coisa. É ser mãe, mulher, filha, amiga, amante, companheira, professora, dona de casa, cozinheira e tudo o mais. É ser um exemplo, um modelo, uma orientação de vida. É ser dedicada aos outros, viver por si, mas sobretudo, pela felicidade de quem mais ama. É estar lá, sem que ninguém precise de pedir para que esteja. É saber, ser intuitiva, misteriosa.  Ser mulher é isto tudo. E muito mais.

E a minha mulher de referência, a mulher que cumpre todos estes e mais alguns papéis na perfeição, é e sempre será a minha mãe. A melhor MULHER do mundo - é a ela que brindo neste dia, porque é como ela que quero ser sempre - uma Mulher com M maiúsculo. Porque só assim serei feliz e terei a certeza que o meu papel neste mundo estará a ser cumprido na perfeição.

Parabéns a todas as mulheres que se dedicam a quem mais amam e cumprem o seu papel de mulher. Mas sobretudo parabéns à mulher da minha vida - a minha grandiosa MÃE!


quarta-feira, 6 de março de 2013

A injustiça das classes.

O meu pai sempre me disse que os mais prejudicados no nosso país sempre foram e serão aqueles que pertencem à classe média. E é verdade, cada vez mais se constata isso mesmo.
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A classe média, à qual considero que pertenço, é a que paga os maiores impostos, as maiores deduções para a Segurança Social, as maiores rendas, as maiores mensalidades em tudo o que é serviço médico, de transportes e afins, só pelo simples facto de se ganhar (ou de considerarem, porque nem sempre isto acontece) que se ganha pelo menos o salário mínimo nacional. Ou seja, se eu ganhar mais de 485 Euros, o que é uma bestialidade e dá para ter uma vida totalmente tranquila e desafogada (ironia) , sou considerada pertencente à classe média e, portanto, pago as taxas máximas em quase tudo. Se eu ganhar 484 Euros, então já pertenço a uma classe inferior e pago quase tudo com reduções de taxa e tenho direito a uma série de isenções. Que lógica tem isto? Serão 485 Euros garante de alguma condição especial de nível de vida?
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Da classe alta, já nem falo. Concordo em absoluto que pague uma percentagem fixa sobre o que ganha. Haverá também muitas injustiças na aplicação cega de regras de cálculo, mas sobre este assunto não estou devidamente informada e não tenho grande opinião. Se algum dia lá chegar, lá me preocuparei com isso.
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Agora o que me lixa é a classe baixa. Não os que passam verdadeiras dificuldades, é lógico. Mas a classe baixa que se queixa constantemente e que não tem razões para isso. A classe que tem muitas isenções e reduções nas taxas moderadoras, nos transportes e nas rendas sociais de habitação, que tem benesses em serviços públicos, que tem subsídios para tudo e mais alguma coisa. Essa classe vive muito melhor do que eu (não é difícil) e muitos, que andamos aqui na classe média - que pagamos contas astronómicas por um arrendamento, pela luz, pela água, por serviços de saúde, pelos transportes, por trabalharmos, quase por respirarmos! E que lutamos tanto tempo e com tanto esforço para conseguir uma coisa de cada vez e não conseguimos. E que não temos direito a uma única redução, isenção, desconto - nada! E que andamos a pagar os nossos impostos para os que estão parados, à espera que lhes caia o subsídio ou a pensão na conta. 
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Portanto, quem é honesto, trabalha e cumpre as suas obrigações, é prejudicado. Quem se deixa andar, tem benefícios e ainda se queixa, tem ajudas para qualquer lado que se vire. É mesmo de bradar aos céus.
Que país injusto, este.

terça-feira, 5 de março de 2013

Dia difícil de passar, este.

Um dia do negócio em que não se fez qualquer negócio.
A chuva é mesmo a minha principal inimiga, não há dúvida.


segunda-feira, 4 de março de 2013

O meu homem é um perigo.

Ele sonha muito. Tudo bem.
Ele fala durante a noite. Tudo bem.
Ele dá aqueles solavancos pequenos de quem se assustou no sonho. Tudo bem.
Ele reage ao que se passa nos sonhos. Menos bem.
Ele começa a dar cotoveladas, joelhadas e coisas do género. Tudo mal.
Ele acerta em mim e eu acordo de um sono profundo com um grito de dor. Tudo muito mal.

No dia seguinte, está ele todo fresco e airoso como se nada se passasse e eu a caminhar à grogue com dores de coluna, negras e com olheiras até ao chão de não ter pregado olho. E o pior é o remate da conversa - sempre o mesmo, por sinal -: "Não me lembro nada disso". Isso e o desmanchar-se a rir por imaginar a situação.
Vai lindo, isto.


sexta-feira, 1 de março de 2013

É capaz de ser isso, é.

"A multa é como a esperança... é sempre a última a morrer."

Isto é sabedoria urbana, meus senhores. Um pedaço de literatura ouvida hoje, pela boca de um poeta aveirense, no noticiário das 13h na SIC sobre as portagens nas ex-SCUT.
(É com cada um...)