... não devia precisar de livro de instruções, pois não?
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Up... and down... and up... and down...
Dia 1: eu estive com dores.
Dia 2: deixei de estar com dores.
Dia 3: estive com dores de garganta.
Dia 4: fiquei sem dores de garganta.
Dia 4: tive uma noite boa de sono.
Dia 5: tive uma péssima noite de sono.
Dia 5: tive voz.
Dia 6: fiquei sem voz.
Dia 5: estava saudável e sentia-me bem.
Dia 6: estou com uma pseudo-gripe e sinto-me um caco.
Dia 2: deixei de estar com dores.
Dia 3: estive com dores de garganta.
Dia 4: fiquei sem dores de garganta.
Dia 4: tive uma noite boa de sono.
Dia 5: tive uma péssima noite de sono.
Dia 5: tive voz.
Dia 6: fiquei sem voz.
Dia 5: estava saudável e sentia-me bem.
Dia 6: estou com uma pseudo-gripe e sinto-me um caco.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Se me ofendem, levam. Fica a lição.
Ontem chamaram-me mentirosa. No âmbito do meu trabalho. Negaram coisas que eu fiz corretamente, ripostaram em frente a chefias, tentaram (não conseguiram!) vexar-me em frente a alunos/formandos e manipularam informação, de forma a parecer que daquele lado estava o exemplo e deste a incompetência. E isto quando é precisamente daquele lado que reside TODO o problema e TODO o cocó. Tiveram azar com a pessoa com quem decidiram implicar, porque o meu trabalho, contactos e tudo o mais está registado, porque nem num só momento me deixei ficar e porque as evidências não lhes deram o que mais queriam - razão. Apesar de, naturalmente, eles não terem admitido nada e terem achado que tinham a razão toda.
Mas claro, isto foi a minha reação lá, frente a frente com as pessoas e com os nervos a fazerem-me falar assertivamente e a mostrar determinação (quando estou enervada, tenho uma retórica impressionante, acreditem). Já sozinha em casa, a história foi outra. Um mal estar tão grande, que só me apetecia partir a cara de quem me quis derrotar tão injustamente. Reconheço a boa profissional que sou, o método e rigor que deposito em tudo o que faço, e não admito que ninguém me venha acusar de coisas que não fiz ou negar as que, efetivamente, fiz e de forma sempre correta. NINGUÉM.
Mas pronto. Bastou imaginar a inergúmena pessoa a rebolar num monte de esterco, a querer levantar-se e, a cada vez que o fazia, voltar a escorregar e a bater com a focinheira na porcaria, que fiquei logo melhor.
(Ser-se professor e formador neste país.. só mesmo por muito amor à profissão, de facto. Somos explorados a todo o momento e em todas as situações, é impressionante. Pronto, foi um desabafo...)
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Não é difícil perceber a mensagem, acho eu.
Por regra, acordo de manhã com a emissão da Rádio Nova. É uma forma suave de começar o dia, musiquinha chill out, uma clássica aqui, um jazz ali e muito pouca coisa comercial. No início, até nem gostava do programa da manhã, sobretudo pelos locutores, mas nos últimos meses rendi-me. Têm realmente graça e são inteligentes nas análises, sem fazer as chalaças previsíveis, como acontece com outras rádios.
Hoje, falavam da meteorologia. E lá foram ao encontro da minha teoria. Eis o que postaram no seu FB e que traduz, mais ou menos, o que disseram:
"Bom dia. Passou o Carnaval, parou a chuva e sobem as temperaturas. Os próximos dias vão ser assim, e até com um pouco mais de sol.
A chuva volta quando? Bem, quando é que algumas organizações resolveram repetir os desfiles, para compensar o mau tempo dos últimos dias? Domingo. Pois, domingo volta a chuva."
A chuva volta quando? Bem, quando é que algumas organizações resolveram repetir os desfiles, para compensar o mau tempo dos últimos dias? Domingo. Pois, domingo volta a chuva."
Eu andei estes dias todos a dizer que o São Pedro não quer que façamos papel de parvos em desfiles descabidos e desnudados em pleno inverno, mas ninguém me liga. Eu andei sempre a dizer que chove SEMPRE no Carnaval em Portugal e que isso não é por acaso - é uma mensagem subliminar. Eu andei sempre a dizer que se alterassem os desfiles e corços para outro dia, choveria antes de dia 19, que era a previsão meteorológica há dois dias. Ontem foi comunicado que se faria o desfile de Carnaval no domingo. E pronto. Haja alguém que subscreve a minha teoria - é que domingo não é depois de dia 19.
Até o S. Pedro se deve rir connosco...
(Se fôssemos tão persistentes noutras lutas, como nesta, estaríamos bem melhor...)
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Há pessoas que gostam mesmo de se encafuar nos hipermercados, nos dias em que mais de metade da população não está a trabalhar, em que chove lá fora e em que se estava mesmo bem era em casa, com uma mantinha, um cházinho quente e uma televisão ou um livro. E depois há aquelas que vão porque têm de ir e que lamentam cada minuto que lá estão. Adivinhem agora em qual das duas me enquadro...
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Sexta feira é dia de embirração, desculpem lá. (Começo a perceber que tenho muitas embirrações, tenho de ir ver isto...)
Não gosto. Não gosto mesmo. Não gosto mesmo nada. Quase não suporto. Quem? Os Deolinda.
A sério, não gosto da voz, nem da forma de cantar, nem das letras (algumas escapam, mas no geral, nada de especial), nem do conceito "tradicional meets fixe". E não suporto a rapariga, mas pronto. A implicância piorou bastante quando se começou a chegar ao ponto em que tudo o que dizem, lançam, etc. se torna logo espetacular para toda a gente. Esta coisa de se ser fenómeno de massas tem os seus riscos e nem todos sabem avaliá-los. Já sabem como detesto massas (excepto das de comer, que a essas rendo-me com muita facilidade) e avaliações cegas, só porque sim. E os Deolinda são um caso desses - todos gostam, simplesmente porque sim. Porque é diferente, porque é original, porque porque porque. Pronto, são opiniões. Para mim, são muuuuito sobrevalorizados. Portanto, não me convencem; quer dizer, até me convencem - só que é a mudar de estação de rádio.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Senhoras da vida e reclusos.
Podia ser o argumento de uma nova novela da TVI, mas não é.
Acabo de ver os primeiros três adultos mascarados deste ano. Pelo que me apercebi de relance (fiz questão de virar a cabeça para o lado contrário, assim que avistei estes seres), tratava-se de um palhaço, de uma pêga (ou então era outra coisa qualquer, claramente com muito jeito para a atividade, e com evidente falta de gosto e decência) e de um preso. Parece-me um cocktail promissor, que me dizem? O pior é que iam na direção da escola, provavelmente para animar (e aqui "animar" quer mesmo dizer entreter crianças) alguma festa pré-mini-férias de Carnaval. Triste. Coitadinhas...
E pronto, está visto: vai começar o meu suplício - ver adultos mascarados a fazer figuras ridículas. E o pior é se eu tiver que fingir que adoro, quando, no fundo, detesto profundamente. Vamos ver se isto passa depressa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
