sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Sexta feira é dia de embirração, desculpem lá. (Começo a perceber que tenho muitas embirrações, tenho de ir ver isto...)

Não gosto. Não gosto mesmo. Não gosto mesmo nada. Quase não suporto. Quem? Os Deolinda.
A sério, não gosto da voz, nem da forma de cantar, nem das letras (algumas escapam, mas no geral, nada de especial), nem do conceito "tradicional meets fixe". E não suporto a rapariga, mas pronto. A implicância piorou bastante quando se começou a chegar ao ponto em que tudo o que dizem, lançam, etc. se torna logo espetacular para toda a gente. Esta coisa de se ser fenómeno de massas tem os seus riscos e nem todos sabem avaliá-los. Já sabem como detesto massas (excepto das de comer, que a essas rendo-me com muita facilidade) e avaliações cegas, só porque sim. E os Deolinda são um caso desses - todos gostam, simplesmente porque sim. Porque é diferente, porque é original, porque porque porque. Pronto, são opiniões. Para mim, são muuuuito sobrevalorizados. Portanto, não me convencem; quer dizer, até me convencem - só que é a mudar de estação de rádio.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Senhoras da vida e reclusos.

Podia ser o argumento de uma nova novela da TVI, mas não é.
 
Acabo de ver os primeiros três adultos mascarados deste ano. Pelo que me apercebi de relance (fiz questão de virar a cabeça para o lado contrário, assim que avistei estes seres), tratava-se de um palhaço, de uma pêga (ou então era outra coisa qualquer, claramente com muito jeito para a atividade, e com evidente falta de gosto e decência) e de um preso. Parece-me um cocktail promissor, que me dizem? O pior é que iam na direção da escola, provavelmente para animar (e aqui "animar" quer mesmo dizer entreter crianças) alguma festa pré-mini-férias de Carnaval. Triste. Coitadinhas...
 
E pronto, está visto: vai começar o meu suplício - ver adultos mascarados a fazer figuras ridículas. E o pior é se eu tiver que fingir que adoro, quando, no fundo, detesto profundamente. Vamos ver se isto passa depressa.

Embirrações da minha vida.

Bruno Mars.
A sério, só de escrever o nome dele quase que começo a enjoar.
Não há uma - UMA - música que ouça dele de que goste. Então esta última que começa à Police e segue para um coro de cães, que depois parecem começar a lutar e a levar socos na barriga, tal são os "uh" / "ah" constantes, é insuportável. Para mim, é uma tortura daquelas, acreditem.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Alguém me explique, que eu devo estar a leste e o anúncio deve ser mesmo muito bom.

Há uma "coisa" que passa há meses nas televisões, que muita gente me diz ser um anúncio publicitário. Custa-me a acreditar que o seja, mas ainda dou alguma razão a estas pessoas, porque realmente aquilo passa nos intervalos dos programas televisivos, espetado lá no meio da publicidade.
Ora bem, a minha indignação dura há tantos meses quantos este "anúncio" dura, simplesmente porque, abstraindo-me dos últimos 3 segundos do dito,  não consigo perceber o que raio se está a vender ou, ao menos, do que se está a falar, até aparecer o Nuno Lopes a dizer uma série de tretas e acabar com as dúvidas.

Ora analisemos o - chamemos-lhe assim, para não embirrar - "diálogo" entre as personagens:

Ele - Furei um cano.
Ela - Furei um coiso?
Ele - Furei um dedo.
Ela - Impecável.

Portanto... o quê?!

Agora vejam o vídeo (por favor, também cá se gasta),

E agora expliquem-me lá o que se passou nestes últimos segundos. A sério que já tentei MESMO ver isto com muita calma e vontade de análise, mas não consigo; sempre que vejo este "anúncio" sinto que o meu Tico está sozinho a correr na rodinha e os Tecos e Companhia estão todos emigrados na Suécia, ou assim. Digam-me coisas. Só para eu saber que não estou a ficar maluca. Obrigada.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

DE-TES-TO!!!

 O site da My Vodafone. É só códigos, chaves, mais códigos, depois uma sms, depois uma chave de ativação, depois uma nova password, depois uma tosta mista, depois mais 312 mil confirmações, depois sei lá mais o quê! C'um raio, quem foi a besta quadrada que resolveu tornar aquilo naquela bosta? Como é que um ser humano normal consegue ter paciência para aquilo?
É isto que detesto na Vodafone, mesmo! Eles complicam o que é simples, pedem por mim coisas que não pedi e agora eu que me decida qual dos códigos das 3 cartas que me enviaram no mesmo dia escolher. (E entretanto, a contabilidade da minha empresa que espere...) "Ca" nervos!

Amanhã lá vou eu ganhar uns quantos cabelos brancos na loja da Vodafone. E lá me vou eu irritar com o "tem que aguardar", típico deles. Eu aguardo, senhores, mas é ao balcão. Meteram-me em alhadas, agora resolvam-nas.

Estou piuuuuuuuuuurçaaaa!


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Embirrações.

A "Madness", dos Muse. É que é tão, mas tão fraquinha, comparada com o que eles já fizeram. A sério que não percebo o alarido todo. Sobretudo quando a música parece dizer claramente que ela própria é uma valente... - preparados para a piada previsível? -  ME-ME-ME-ME-ME-ME-ME-ME-MER**.

(Eu estou birrenta, eu sei, Mas é sexta feira, tenham isso em consideração.)


Já que toda a gente quer falar do Ulrich...

... ao menos que isso seja pretexto para se pronunciar devidamente a palavra de origem alemã. Já chega de ouvir "ulrrix". É "Ulrich", como se o "l" fosse enrolado, o "r" dois "r" e o "ich" como "ich", mas em vez de fecharem a boca, abrirem-na. Não digam que eu não ajudo. À distância, mas ajudo.