quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Embirrações da minha vida.

Bruno Mars.
A sério, só de escrever o nome dele quase que começo a enjoar.
Não há uma - UMA - música que ouça dele de que goste. Então esta última que começa à Police e segue para um coro de cães, que depois parecem começar a lutar e a levar socos na barriga, tal são os "uh" / "ah" constantes, é insuportável. Para mim, é uma tortura daquelas, acreditem.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Alguém me explique, que eu devo estar a leste e o anúncio deve ser mesmo muito bom.

Há uma "coisa" que passa há meses nas televisões, que muita gente me diz ser um anúncio publicitário. Custa-me a acreditar que o seja, mas ainda dou alguma razão a estas pessoas, porque realmente aquilo passa nos intervalos dos programas televisivos, espetado lá no meio da publicidade.
Ora bem, a minha indignação dura há tantos meses quantos este "anúncio" dura, simplesmente porque, abstraindo-me dos últimos 3 segundos do dito,  não consigo perceber o que raio se está a vender ou, ao menos, do que se está a falar, até aparecer o Nuno Lopes a dizer uma série de tretas e acabar com as dúvidas.

Ora analisemos o - chamemos-lhe assim, para não embirrar - "diálogo" entre as personagens:

Ele - Furei um cano.
Ela - Furei um coiso?
Ele - Furei um dedo.
Ela - Impecável.

Portanto... o quê?!

Agora vejam o vídeo (por favor, também cá se gasta),

E agora expliquem-me lá o que se passou nestes últimos segundos. A sério que já tentei MESMO ver isto com muita calma e vontade de análise, mas não consigo; sempre que vejo este "anúncio" sinto que o meu Tico está sozinho a correr na rodinha e os Tecos e Companhia estão todos emigrados na Suécia, ou assim. Digam-me coisas. Só para eu saber que não estou a ficar maluca. Obrigada.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

DE-TES-TO!!!

 O site da My Vodafone. É só códigos, chaves, mais códigos, depois uma sms, depois uma chave de ativação, depois uma nova password, depois uma tosta mista, depois mais 312 mil confirmações, depois sei lá mais o quê! C'um raio, quem foi a besta quadrada que resolveu tornar aquilo naquela bosta? Como é que um ser humano normal consegue ter paciência para aquilo?
É isto que detesto na Vodafone, mesmo! Eles complicam o que é simples, pedem por mim coisas que não pedi e agora eu que me decida qual dos códigos das 3 cartas que me enviaram no mesmo dia escolher. (E entretanto, a contabilidade da minha empresa que espere...) "Ca" nervos!

Amanhã lá vou eu ganhar uns quantos cabelos brancos na loja da Vodafone. E lá me vou eu irritar com o "tem que aguardar", típico deles. Eu aguardo, senhores, mas é ao balcão. Meteram-me em alhadas, agora resolvam-nas.

Estou piuuuuuuuuuurçaaaa!


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Embirrações.

A "Madness", dos Muse. É que é tão, mas tão fraquinha, comparada com o que eles já fizeram. A sério que não percebo o alarido todo. Sobretudo quando a música parece dizer claramente que ela própria é uma valente... - preparados para a piada previsível? -  ME-ME-ME-ME-ME-ME-ME-ME-MER**.

(Eu estou birrenta, eu sei, Mas é sexta feira, tenham isso em consideração.)


Já que toda a gente quer falar do Ulrich...

... ao menos que isso seja pretexto para se pronunciar devidamente a palavra de origem alemã. Já chega de ouvir "ulrrix". É "Ulrich", como se o "l" fosse enrolado, o "r" dois "r" e o "ich" como "ich", mas em vez de fecharem a boca, abrirem-na. Não digam que eu não ajudo. À distância, mas ajudo.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Cheiro a queijo.

Quer dizer, não sou eu que cheiro a queijo. Tenho é, de há uns dias para cá, uma sensação persistente de que me cheira a um misto de chulé com queijo da ilha (reparem no pormenor de ser da ilha). Ando sempre a chatear as pessoas para me cheirarem (nota: pessoas muito próximas) e confirmarem se tenho alguma fonte de cheiro semelhante ao que me parece perseguir.* Nada. Ao que parece, não cheiro nem à minha volta nada cheira a chulé com queijo. Estou preocupada.

Eu sei. Eu não sou normal.

* Pessoas que me aturam, obrigada.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A minha vida é uma alegria.

Vinha eu a chegar à empresa a pensar como o dia de ontem correu e acabou bem e, mal estaciono e estou a tirar as chaves da carteira, a condutora do lado deixa cair a porta do lado do condutor e zás, vai de bater na porta do lado do passageiro do meu carro. Levanto-me chateada e vou ver os estragos. Diz ela, muito calmamente, enquanto veste o casaco e se prepara para ir à sua vida, sem a mínima réstia de preocupação: "Não tem nada, não foi nada". Eu lá me controlei junto da Sra. Dondoca (mas da minha idade, o que ainda é mais triste) e disse "Tem a certeza que não foi nada mesmo?", enquanto fui ver a porta. Ela nem sequer esperou um minuto e lá foi, sem um "desculpe" ou um "precisa de alguma coisa?" ou um "quer um contacto?" ou o que fosse.
"E tu não disseste mais nada?" - perguntam vocês, e bem. "Não". E sabem porquê? Porque a empresa é minha, o estacionamento onde isto aconteceu é em frente à minha porta e ali podia estar, naquela Sra. Dondoca, uma potencial cliente ou, talvez mais provável, uma Sra. Dondoca que me poderia fazer má publicidade, só porque sim.
Engole o sapinho, Joana!

Lição do dia: nunca ficar animada demais com as coisas. Há sempre alguém mais animado do que tu e com muito mais tempo nas mãos para te estragar o dia.