segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Eu até desenhava, mas é melhor deixar estar.
Eu devia nascido com jeito para as artes. Ou para o desenho, pelo menos. Ou para qualquer coisa que desse para confundir com isso. Dava-me um jeito do caraças. Mas nada... aqui não há nada que se aproveite. Nem uma linha direita parece uma linha direita. E nem as crianças, nas suas muito próprias interpretações do mundo, me entendem. É triste.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
"Abrimos exceção ou não abrimos exceção?", pensam Passos e Gaspar.
Primeiro foram os empresários de restauração; depois foram os feirantes. E agora, o que se segue? Vai todo o empresário manifestar-se para a frente do Parlamento? Vai tudo querer uma taxa de IVA reduzida? É que se for porque não têm qualquer lucro (deve ser, deve!), acho que vamos todos para a rua gritar, não? Quem é que consegue ser um contribuinte exemplar e com isso ainda conseguir ter lucros hoje em dia? E agora? Exceção para uns e nada para outros? Que vai decidir o governo? Vai-nos por a nós, profissionais, uns contra os outros? Ou todos contra todos?
Isto vai dar tanta asneira...
Isto vai dar tanta asneira...
Acho que nunca quis tanto que um ano acabasse.
É que este final está a custar muito - são demasiadas dúvidas, expectativas, receios, preocupações e inseguranças. E isto em várias áreas da vida. Não está a ser fácil.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
A sério, gostava muito mesmo.
Gostava muito que as pessoas percebessem de uma vez por todas que um centro de explicações não é um ATL ou um canto onde se "depositam" as crianças ao monte, para estarem entretidas até os pais poderem estar com elas.
Aqui, estuda-se, meus senhores, não se finge que se estuda.
Aqui há um professor para um aluno, não 1 para 10.
Aqui há 1h para uma disciplina, não 1h para quatro ou cinco.
Aqui há crianças e adultos, não só uma ou duas faixas etárias.
Aqui os alunos chegam como quiserem e não temos carrinha para transporte dos nossos alunos - simplesmente porque não somos um ATL, não é essa a nossa função, nem temos essa pretensão.
Há uma clara diferença entre estudar e brincar. E entre ensinar e entreter. Há tempos e espaços para tudo. E aqui só se estuda e ensina a estudar. Acho que não é difícil de perceber, mas enfim.
Aqui, estuda-se, meus senhores, não se finge que se estuda.
Aqui há um professor para um aluno, não 1 para 10.
Aqui há 1h para uma disciplina, não 1h para quatro ou cinco.
Aqui há crianças e adultos, não só uma ou duas faixas etárias.
Aqui os alunos chegam como quiserem e não temos carrinha para transporte dos nossos alunos - simplesmente porque não somos um ATL, não é essa a nossa função, nem temos essa pretensão.
Há uma clara diferença entre estudar e brincar. E entre ensinar e entreter. Há tempos e espaços para tudo. E aqui só se estuda e ensina a estudar. Acho que não é difícil de perceber, mas enfim.
Haja muita paciência, que a coisa há de melhorar.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
No espaço de cinco minutos, duas ótimas notícias.
- Um retratamento da Segurança Social e a devolução de um pagamento indevido;
- A notícia do concerto da Alicia Keys em Lisboa em Junho. (Desculpem lá, Muse...Vai-me custar, mas tem de ser... vocês compreendem... [Sim, porque os Muse leem este blogue, como é óbvio])
Dia bom, este. :)
Esta noite.
Um sonho que durou apenas alguns segundos.
- Uma festa em família.
- Uma pessoa do passado que me disse simplesmente: "Não sei como te deixei fugires de mim...";
- Eu a olhar de repente, com um sorriso desinteressado tipo "Tarde demais!";
- Eu a afastar-me e a ir dançar no meio das "minhas" pessoas;
- Eu a dar uma enorme gargalhada e a acordar;
- Eu a olhar para o lado e a perceber que não podia pedir mais. Haja o que houver, sou mesmo muito feliz como nunca fui.
- Uma festa em família.
- Uma pessoa do passado que me disse simplesmente: "Não sei como te deixei fugires de mim...";
- Eu a olhar de repente, com um sorriso desinteressado tipo "Tarde demais!";
- Eu a afastar-me e a ir dançar no meio das "minhas" pessoas;
- Eu a dar uma enorme gargalhada e a acordar;
- Eu a olhar para o lado e a perceber que não podia pedir mais. Haja o que houver, sou mesmo muito feliz como nunca fui.
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