quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Só para anunciar:

A Porto Editora é uma empresa que cada vez mais me surpreende pela negativa. Tanto como empregador (não meu), como como prestador de serviço. Hoje, descobri ainda que é um empresa mentirosa.
Estamos a melhorar, hein, meus senhores? (Clap! Clap! Clap!)

Ando cheia de ideias.

Preciso de me ocupar e de ganhar dinheiro. E ando cheia de ideias para isto, para aquilo, para aqueloutro. Vamos lá ver se as concretizo e se elas lá me trazem o que preciso. É que não há dinheiro para grandes riscos. Even so, vamos a isso!


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Diagnostiquem-me lá isto.

Hoje tive, provavelmente, a pior noite das minhas últimas noites. Ele foi sonhos sem qualquer nexo (com espelhos e despersonalização da minha pessoa em 3 ou 4 diferentes, que falavam entre elas e se contrariavam na forma de ver o mundo - um "eu" meu dizia uma coisa, o outro dizia outra completamente diferente sobre o mesmo assunto), delírios, dores, sustos, febre, enfim. De manhã acordei e estava bem (tirando a disposição e a pouca noção das coisas e do mundo, como se supõe). Agora digam-me se acham isto normal.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ai pleeeease...

...que apareça trabalho!... Eu sei que nem está grande frio, mas a falta de me mexer, para além de me congelar o corpo. também me congela um bocadinho a alma. Vamos lá, minha gente!


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

"Tu não és normal" (não sei em que número vai, por isso fica em branco)


Eu sei que toda e qualquer vez na minha vida ao abrir uma caixa de medicamentos vou sempre, invariavelmente, começar por abri-la do lado que tem a bula dobrada, ou seja, do lado em que os medicamentos não saem imediatamente da caixa. Posso fazer muitas tentativas, virá-la e revirá-la, mas nada feito. Isto é certo na minha vida.

Well, há coisas piores.

sábado, 17 de novembro de 2012

Esta coisa de ter um negócio - #1

Esta rubrica vai servir para desabafar sobre as peripécias de ter um negócio próprio e para alertar a quem me visitar com o que pode eventualmente contar.

Pois que há dois dias tive por parte de duas senhoras uma manifestação de interesse numa inscrição dos respetivos filhos. Ficou tudo bem, viriam a uma aula experimental sem quaisquer compromissos e depois se veria como correria e se ficariam lá ou não. Muito bem. A aula estava marcada para ontem e, à hora combinada, em vez dos miúdos ou das mães aparecerem, vem uma mulher jovem dizer-me que só vinha dar o recado da mãe de um deles - que as crianças não viriam naquele dia e que as mães depois falariam comigo. Pois, está bem. Haviam de ver a minha cara de parva quando, às 19h30, as mães saem do trabalho (que é uma loja mesmo ao lado da minha), passam à frente do meu espaço, veem que lá estou, fazem de conta que não me veem e seguem caminho.

Hoje de manhã apanhei uma delas cá fora e perguntei-lhe se queria acordar um novo dia para o filho experimentar a aula. Disse-me, então, que tinha falado com o marido e que afinal já não iam optar por esta solução, que, contas feitas, para o que precisava, ficava um pouco "pesado". Na minha cabeça é claro que imediatamente só soou "E era suposto eu saber de alguma coisa, ser informada...?". Inocente, Joana. Ninguém te vai dizer nada! Lá me despedi com um "Compreendo perfeitamente", deixando sempre uma janelinha aberta para uma eventual necessidade futura, mas a mensagem passou.

E pronto, menos duas opções que se mostravam potenciais bons inícios para esta caminhada.
E aí temos um belo início de fim de semana.


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Detesto. Não suporto mesmo!

Teclados QWERTY no telemóvel. Quem me tira o meu 3x4, tira-me tudo...
(Ando aqui numa luta com o meu telemóvel, que nem imaginam...)