segunda-feira, 20 de agosto de 2012

20.


Música ao acordar. Melhor do que um disco pedido.

"(...) I was born to love you
With every single beat of my heart
Yes, I was born to take care of you
Every single day of my life.

I wanna love you

I love every little thing about you
I wanna love you, love you, love you...

(...) Every single day - of my life"

Queen, I was born to love you


É piroso, eu sei. Mas o amor é sempre piroso e o resto são tretas.


E pronto.

Ontem foi o regresso oficial das férias. Hoje foi o reinício oficial da rotina. Custou bastante, mas lá se conseguiu.
Valha-nos a satisfação de terem sido uns dias maravilhosas, muito diferentes, simples e em conta. E de sermos tão parecidos no gosto pela Natureza e pelas coisas mais simples - que são ao mesmo tempo as mais ricas - da vida. 

Pode custar muito voltar à realidade, é certo, mas as boas memórias ainda vivem aqui e isso torna tudo muito mais fácil.



sábado, 18 de agosto de 2012

Deve ser para não custar regressar à base.

Estou há três dias com fortes dores de garganta, rouquidão e dores de ouvidos. Não durmo bem, não consigo respirar bem, não tenho posição para estar e acordo sempre com dores em todos os lados das costas. Tenho calor, depois tenho frio e ando irritadiça com tudo, apesar de andar a tentar disfarçar bem, para não estragar os últimos cartuchos das férias a quem está comigo. Mas estou um caco. E não merecia isto, caraças. Sobretudo porque, de todos, sou eu quem mais se preocupa em não apanhar frio.
Deve ser alguma lição, isto.
Só pode.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A minha relação com a Igreja.

Eu e a Igreja estamos numa fase de algum afastamento. Já fomos muito chegadas, talvez por influência da minha educação católica, quer em casa, quer na escola. Mas a idade trouxe uma outra visão das coisas e, ao contrário do que muitos pensam, mudei a minha opinião baseada nos meus próprios juízos críticos e não naquilo que se diz por aí e que é moda.
Hoje em dia, muitas pessoas afirmam ser ateias, simplesmente porque nem sequer se querem dar ao trabalho de pensar no sentido da existência humana e consideram ser mais prático e consensual afirmá-lo. Outras - talvez poucas - são-no realmente por convicção. Umas pessoas são agnósticas e deixam em aberto a possibilidade da existência de algo que nos é superior; outras simplesmente dizem que o são, sem saber por que o são. E outras são crentes e têm as sua própria fé e devoção.

Eu continuo a dizer que sou católica, mas confesso que já me senti muito mais próxima da minha Igreja. 
A religião que me acompanhou no meu crescimento - ou a forma como eu a via e vivia - não é a mesma que eu vivencio agora, já adulta. Tornei-me crítica e há muitas coisas com as quais me sinto muito frustrada e que me desacreditam desta religião. A situação piora quando sou confrontada com tradições, preceitos e devoções exageradas, que me criam uma espécie de afrontamento e me fazem sentir quase sufocada. Detesto perceber que ninguém é capaz de ver o óbvio nalguns aspetos da Igreja, que todos parecem hipnotizados por aquilo que alguns membros eclesiásticos demandam e decidem, sem que constituam qualquer exemplo do que professam, entre tanta coisa mais. Mas respeito.

Continuo a afirmar-me católica, mas sou-o à minha maneira, na minha própria forma de viver os princípios da religião que me foi ensinada em criança e com a qual aprendi a viver bem e a tornar-me num bom ser humano. Não gosto de seguir cegamente rituais, datas ou celebrações. Não gosto de velas, de promessas ou de qualquer tipo de exageros. Não gosto da religião desenhada à maneira dos Homens, porque há muita coisa que Deus não quereria que fizéssemos e que a Igreja católica professa como inquestionável. Não gosto de muita coisa, mas também reconheço que preciso da fé para estar em paz e ser feliz, e que há coisas na Igreja Católica que continuam a fazer muito sentido para mim.
Eu sei que para as pessoas que me rodeiam e que convivem comigo mais proximamente, isto faz confusão, sobretudo porque são todas devotas. Mas eu quero continuar sempre a ser católica na minha forma própria e pessoal de viver a minha fé. E isso não implica procissões, devoções exageradas a santos ou a locais santos ou qualquer outra coisa. Implica simplesmente a minha proximidade com Deus. Se não me forçarem a ser o que não quero e a ir aonde eu não quero e me deixarem simplesmente viver a minha fé à minha maneira, eu sou uma pessoa em paz e feliz. Para mim, basta-me isto.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

A vida é feita de contrastes, não haja dúvida.

Os momentos bons para nós coincidem vezes demais com os menos bons para aqueles de quem gostamos.
Oxalá tudo corra bem, que isso é que importa...


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

E vamos lá à segunda ronda de férias!

Mais calmas, mais lentas e mais ramboeiras, que não é todos os dias que temos uma aldeia à mão, com tudo o que de melhor (ou pior) uma estadia na aldeia em tempo de festas e emigrantes pode ter. 
É que uma pessoa até ganha saudades de ver todos os portugueses emigrantes a falar francês e alemão com erros, a pavonear-se nas suas roupas de marca e brinquinhos de ouro (deve ser, deve!) e a fazer desfilar as suas máquinas de quatro rodas alugadas no aeroporto como se fossem os Cristianos Ronaldos cá do adro! 
Eu adoro esta piroseira, confesso. Divirto-me como o caraças com isto.
Boas férias, meus leitores!


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Entusiasmo.

Cá para mim, só agora vão começar as verdadeiras férias. Simples e em conta, que a vida não está para mais.
Venham elas!