sábado, 28 de julho de 2012

"Eu digo bem alto e torno a gritar..." - Se este não é um dos pontos altos deste blogue, então não sei o que o poderá ser.

Vale MESMO a pena ver este vídeo. Preparem-se psicologicamente, respirem fundo e tentem conter as vossas emoções (nem que seja de riso incontrolável). No final, se me souberem dizer que espécime da natureza é este, agradeço. É que ainda estou a tentar perceber tamanha confusão de cara, corpo, voz, gestos e pontos de vista deste ser. Ou isso, ou estou hipnotizada com tamanha aberração em que esta criatura se tornou.



(Há tanto a dizer sobre isto tudo, que nem sei por onde poderia começar.)


Detesto...

... quando se combinam coisas e mais tarde as pessoas não se lembram sequer de se ter falado sobre elas. O pequeno esquecimento é tolerável, claro, todos falhamos numa ou noutra lembrança. Agora nem sequer fazer ideia do que se falou e até simplesmente que se falou é do pior que me podem fazer. É um desrespeito e sinto-me uma palerma que apenas falou para uma parede.
E o pior foi eu ter sido acusada de ser uma destas pessoas, quando não o sou mesmo. A crítica foi injusta, mas alguém já recebeu a prova disso mesmo pelo menos três vezes esta semana.
Dizem que Deus escreve direito por linhas tortas e é bem verdade.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

!!!

Ontem passei cinco horas (5h!) no computador no concurso de professores e não consegui submeter o meu processo, por um erro que o sistema deteta e que não existe. Vi, revi, contei, recontei... nada, está tudo certo! Mas aparece sempre o raio de uma mensagem a dizer que estou a infringir o artigo X do código legal não sei quantos de não sei quando.
Estou mais que frustrada, chateada e irritada com a palhaçada destes "concursos" e do circo que se cria no nosso país para tudo o que são candidaturas a empresas do Estado. Não andamos para a frente e somos sempre o atrelado da Europa por estas m****s todas a que somos obrigados de obedecer, quais burros hipnotizados! 
Há dias em que detesto ser portuguesa e pertencer a este país. Ontem foi um deles. Hoje, porque a dose se vai repetir (tenho a certeza), não será diferente. Raio de país e de políticas de terceiro mundo! Estou farta disto, caramba... farta mesmo!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Eu e o exercício.

Por norma, eu sou muito disciplinada. Gosto de tudo bem planeado e feito e quando me comprometo com algum objetivo, é para não falhar.
Como disse há tempos aqui no blogue, comprometi-me a iniciar e praticar regularmente alguma atividade física que me permitisse recuperar a resistência física que fui perdendo nos últimos meses. Ainda corri uma série de vezes, mas a corrida não é para mim. Desmotivo um pouco ao fazê-lo sozinha, mas também não peço companhia, porque as pessoas têm ritmos diferentes e nem sempre gostam de andar com alguém que não os acompanha. Para além disso, faz perder muitas calorias, coisa de que não preciso mesmo, e dá-me cabo dos joelhos.
A modos que resolvi avançar para um novo plano - criar resistência física sem grandes desgastes calóricos. E isto traduz-se em andar bons kms por dia a pé, recuperar a minha bela bicicleta e fazer exercícios de resistência muscular em casa, logo ao acordar, que custa bem menos, quanto mais não seja porque estou com tanto sono, que nem dou conta de que já fiz mais repetições do que aquelas que estão previstas para o treino diário.
Tivesse eu a vida de antigamente e pagava um ginásiozinho, fazia dança e pilates e ia definitivamente aprender a nadar. Não havendo essa possibilidade, é substituir cada um deles com o que está mais à mão. E, vendo bem, não há tanto bailarico como no Verão, por isso a parte da dança está assegurada.
Isto vai lá, meus jovens. Isto vai lá.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As minhas funções nesta vida.

Se ontem a minha função foi aturar malucos, hoje a minha função foi reconfortar amigos.
Por mim, tudo bem, desde que cumpra bem os meus papéis e faça as pessoas felizes (as de hoje, sobretudo).


Está provado.

Eu não fui feita para ter unhas compridas. Não fui, pronto.
Ainda as aguento para ir a um evento especial, mas só mesmo de forma muito excecional. Sou uma pessoa prática e detesto sentir que deixo de fazer as coisas para não estalar vernizes ou lascar unhas. A vida é bem mais interessante do que isso, não dá mesmo. 




terça-feira, 24 de julho de 2012

Sim, senhora. E os jovens é que são mal educados, pois é, tinha-me esquecido.

Estou no intervalo de uma sessão de formação, na qual os meus formandos estão a fazer um teste final de avaliação. O teste é para 1h30, mas eu dei 2h para o fazerem. Expliquei tudo o que havia a explicar no teste; vou estar por cá três horas, quando só me vão pagar uma e meia; estou cheia de fome; tenho as manifestações de preferências do concurso de professores para fazer até às 19h e ainda estou longe de casa; e tenho de ir fazer compras. E tenho uma alma lá no meio, já habituada a fazer dramas na aula, com um ataque de riso / histerismo, a dizer que não vai fazer nada porque não lhe apetece, a importunar os colegas, a fazer-me perguntas sobre o concurso de professores a meio do teste (ela também é professora), a imitar os sons que ouve lá fora e a fazer um espetáculo digno de um bêbedo feliz. E estou a falar de um adulto bem adulto, atenção.
Estou por um fio, já quase não aguento mais os comentários e a mania de que manda nos outros e só faz o que quer. Já avisei uma série de vezes e os colegas só olham para mim numa de "que se passa hoje com ela?". É certo que já estamos habituados às lamúrias constantes sobre a sua vida, quando tem tantas oportunidades e não aproveita nenhuma. [É doloroso ver uma pessoa assim, quando o que mais queríamos para nós era ter tantas janelas abertas e aproveitar.] Mas como hoje, nunca vi. 
Eu sou uma pessoa muito controlada, mas estou no limite de lhe dar uma resposta de que não vai gostar.
São mais 60 minutos, vamos ver se me aguento.