sábado, 16 de junho de 2012

Por aqui.

Os dias não têm sido os melhores. São notícias relacionadas com saúde, são problemas no trabalho, são tristezas e dúvidas de amigos, são maus desfechos e são poucos momentos de boa disposição, porque a cabeça com isto tudo não consegue dar descanso ao coração. São dias estranhos, em que estamos numa espécie de patamar à espera do que aí vem, já por si muito indefinido. É uma ansiedade má, no fundo.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A vida como ela é.

Há uns largos meses soube da história de um colega do meu rapaz que lutava contra um cancro. Tudo previa o pior, mas o senhor começou a tomar uns produtos naturais (vulgo mezinhas) e, aparentemente, melhorou muito e o cancro entrou em remissão. Nenhum médico soube explicar o fenómeno. O senhor melhorou a olhos vistos, engordou e recuperou muita da energia e da alegria de vida que tinha perdido.
De há um mês para cá, a coisa piorou - e muito. Os órgãos começaram progressivamente a entrar todos em falência, a cada hora dos últimos dias havia uma notícia pior e o que se previa - infelizmente - aconteceu. 

Eu sou bastante cética quanto a estes "produtos naturais" e a estas receitas de avó para curar todos os males. Se neles estivesse a cura para esta doença, haveria interesse da parte de todos que tal "receita" fosse divulgada universalmente, ou não? Acredito em algumas medicinas alternativas, isso sim, porque a nossa tradicional muitas vezes chega a um ponto em que já não consegue avançar mais nas investigações e diagnósticos. Mas curas milagrosas desconhecidas não me convencem. Acho sempre que, para curarem uma coisa, estragam outras. E já estive mais longe de ter razão, parece-me (infelizmente).

Nestes dias.

Esta semana anda a correr bem. Há muito trabalhinho e muito pouco tempo livre. Ando cansada, mas sinto-me útil. E isso é quase tudo, neste momento.


Digam-me que não sou só eu.

Ao longo do dia vou vendo tanta coisa e pensando em tanta coisa, que se o blogue se escrevesse através de telepatia, não havia memória suficiente para aguentar as minhas teorias e apreciações. Lá continuo o meu dia e, quando chego ao computador e me preparo para debitar tudo o que se me passou pela cabeça... tcharan... não me lembro de nada do que tinha para dizer. Que maravilha de memória, hã?
Das duas uma: ou é a idade, ou é a demência a dar sinal.
Pior, pior é se forem as duas.


Apeteceu-me mudar isto.

E mudei.
Está mais airoso, mais feminino e mais meu.
Me likes it.


terça-feira, 12 de junho de 2012

E se..., e se..., e se...?

E pronto. Por causa das hesitações, perdeu-se um bom negócio na compra de um descodificador TDT. Agora são sempre 25 Euros no mínimo. Boa...


Leituras - 1

Se o blogue é meu, escrevo aqui o que me apetece. E calha de me apetecer começar a falar dos livros que ando a ler. Não vai ser rubrica frequente, porque a vida não me permite dedicar muito tempo a livros e não vai haver grande rotatividade de títulos, mas no que puder, vou partilhando aqui as minhas impressões. Não é fácil para mim falar de um livro preferido, porque raramente um livro me conquista a esse ponto. Não sei se é defeito de formação ou de personalidade, mas sou mesmo difícil de contentar no que toca a livros. Mas vou sempre dando uma oportunidade a cada nova história. Daí esta rubrica.

Vamos lá mas é falar do que interessa, então.


Ando a ler O quarto de Jack e aquilo está.-me a perturbar tanto, que nunca consigo ler mais de cinco páginas de seguida. Todos me dizem e leio em todo o lado que é um livro maravilhoso, mas até agora, apesar de estar a gostar, acho aquilo muito forte. Apetece pegar na criança e acordá-la para a realidade, porque afinal está "anestesiada" e de uma forma que me faz muita confusão acompanhar. Sou muito sensível nestas coisas e não sei se tenho estaleca para aguentar mais episódios perturbadores. Vamos ver.