segunda-feira, 11 de junho de 2012

Ora bem, o fim de semana.

Não estava nada ansiosa por este fim de semana, mas a verdade é que correu bem melhor do que aquilo que tinha suposto. 
No sábado, fui falar com uns alemães sobre uns cursos e tal e a coisa correu bem. Tenho a sensação que se fez negócio graças a mim, apesar de eu ser apenas um instrumento de marketing no meio daquilo tudo e não ir ganhar grande coisa com isso. As pessoas teoricamente responsáveis atiraram a "batata quente" para mim e eu lá assumi a coisa, sem ser ou vir a ser remunerada por isso. Basicamente, salvei o negócio a alguém.
Depois foi chegar a casa, constatar que tenho a melhor pessoa do mundo que uma mulher pode querer a seu lado e passar a tarde a adiantar pequenas coisas para o belo final de tarde em frente à televisão com cachecol de cores patrióticas a fazer companhia. A lasanha do jantar não fez mal a ninguém (muito pelo contrário, modéstia à parte) e o falso "golo" do Pepe fez com que eu gritasse tanto de entusiasmo (até me aperceber que não havia lugar a isso) que quase ensurdeci quem estava do meu lado direito. Isto tudo com chuva lá fora e resquícios do som do Primavera Sound bem ao longe até às 2h da manhã.
Domingo foi dia de dormir, passado em família e com bolos de cenoura com baixo grau de sucesso (que raio se passou?) à mistura. Foi chegar a casa e preparar a mente para segunda feira. Foi pensar no belo fim de semana que, de tão simples e descomplicado, foi perfeito.
Não posso pedir muito mais, pois não?


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Olha que belo início de dia.

Consultar as listas provisórias de ordenação do concurso docente e constatar que, em vez de ter subido na tabela, desci. Que bela notícia, sim senhor. Vale mesmo a pena lutar por aquilo que se quer e verdadeiramente se gosta... 
Que frustração... Isto parece um pântano - quanto mais me mexo e luto, mais me afundo. Impressionante.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Há segundos.

Acabo de perceber que hoje fui, se não outra coisa, uma boa amiga para uma amiga. E estou confortada com isso.


Já estamos a andar para trás até nisto?!

Não estou especialmente animada com o meu dia, mas ver isto agora, ao final desta jornada, revolta-me. Isto não é ilegal? Isto não se deve denunciar?




terça-feira, 5 de junho de 2012

Declaração de amor.

Uma das maiores alegrias da minha vida é ter os pais que tenho, com a saúde, a vitalidade, a calma e o bom senso que têm. E saber o que foram, pelo que passaram, os sacrifícios que fizeram e tudo o que alcançaram sem que alguma vez pudessem crer que as suas vidas se encontrassem e se tornassem tão "ricas" como o foram e são. E o que conquistaram foi tanto e em tantas frentes! Tenho um enorme orgulho nos meus pais e a cada dia que passa mais os valorizo. São a minha força e a minha razão, são a minha vida.
Sei que nunca vou amar tanto alguém como os amo a eles (possivelmente só um filho), porque este é um tipo de amor puro e simples que sempre esteve cá, pelo qual não se esperou nem se criaram expectativas, que nunca se questionou e com o qual eu tive a enorme felicidade de se ser contemplada. E por isso - nem que não houvesse mais nada no mundo - eu sou muito feliz. E devia-me lembrar mais disto muito mais vezes, essa é que é essa.


Se a vida permitisse... (música ou futebol?)

... a coisa que eu queria mesmo era ir ao Optimus Primavera Sound no próximo fim de semana. Que festival, caramba! Começava na quinta feira com The Rapture, Yann Tiersen e The Drums, dava folga ao bolso na sexta feira, mas no sábado... bem, no sábado, não havia seleção que me conseguisse dissuadir. Com os XX - como é possível os XX virem a Portugal e eu não ir ver?... :( - e os King of Convenience não havia cá falhas de presença para ninguém.
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Isto, se a vida permitisse, está claro. Como não concebo dar 50 Euros para concertos - sobretudo ao ar livre - nesta fase da minha vida, vou mas é reforçar o porta-CD do carro com discos deste calibre. Tenho a certeza que me trarão muita mais felicidade do que um qualquer Portugal que não joga nada, que é das seleções do mundo que mais gasta nas suas estadias luxuosas e que, mesmo assim, sobretudo em tempos de crise, é aplaudido por todos de forma cega, sem nada - mas nada mesmo! - ainda ter provado.


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Olha, vou-me virar para os doces.

Assim como assim, posso à vontade e lá em casa tenho sempre alguém que me culpa todos os dias de ser responsável pelo seu processo de ganho de barriguinha, por isso a ideia não destoa. Ter uma "cobaia" destas a nosso lado, que não se coíbe minimamente de alinhar (para não dizer incentivar) (n)as provas culinárias não é um elogio mau de todo, pois não? ;)


(Eu sei que publicar esta imagem é um crime para vós, mas pior estou eu que a estive a escolher entre centenas de imagens de bolos, cada um melhor do que o outro. Tenham isso em consideração antes de se irritarem comigo. Estou aqui com um nó na barriga, que só eu sei...)