segunda-feira, 4 de junho de 2012

Em relação à dúvida...

... ela permanece. Mas a razão está a levar um avanço sobre o coração (infelizmente).

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Por onde é o caminho?

Basicamente, estou na fase em que decido se continuo na formação e abraço um projeto mais específico numa área técnica que desconheço e dou a cara (e a voz) por isso junto dos maiorais estrangeiros, ou se desisto disto tudo e levo as minhas ideias de uma vida só comandada por mim e ao meu gosto, em que poucos acreditam que possa ter sucesso, excepto eu, mas que me faria provavelmente muito mais feliz. 
Estou num stress tremendo e acho que chegou a altura crítica de decidir. Que faço?...


quinta-feira, 31 de maio de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O amor e as mentiras do amor.



Não nos enganemos: não há amores perfeitos. E digo perfeitos no sentido de ser tudo maravilhosamente belo, de se viver plenamente e de nem se detetar uma imperfeição que seja no outro e na relação. Não. O amor é muito mais que isso, exige muito mais que isso. Senão qual seria a piada do amor? Ter ali alguém, sempre perfeito e a fazer tudo sem uma falha? Que "sabor" traria isso à relação?
No espaço de um mês, ouvi e li relatos de três pessoas que disseram ter "a" relação perfeita. Que nunca discutem. Que se entendem sempre maravilhosamente bem. Que concordam em tudo. Que estão sempre em sintonia. E é nesta fase da estória que eu faço um esforço quase desumano para não revirar os olhos numa atitude de "Está bem, está bem...". Porque nada disto faz uma relação perfeita e nada disto existe assim, numa harmonia plena. O amor deve ser transparente, deve ser sincero, deve viver daquilo que realmente somos. E, precisamente por isso, o amor tem erros, tem imperfeições e tem de ser trabalhado, corrigido e renovado a cada dia. Não há 100%s nesta coisa do amor e quem diz que sim, ou não ama ou mente.
Não há amores perfeitos. Há amores que encontram a perfeição nas imperfeições. Esse é o tipo de amor que conheço, que vivo e que quero para toda a minha vida. O resto é história.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Eu sei que tenho uma costela internacional, mas... estou surpreendida, confesso.

Não é que hoje tive tantas visitas a este blogue vindas de Portugal como da Rússia? Rússia! E é um número redondinho e simpático, bem mais do que poderia supor. Senhores que me leem da Rússia, posso pedir-vos um aceno, um "olá"? :)

Pois, então... добро пожаловать!
(será assim?

Tenho andado muito ausente destas lides da net, mas estarei de volta com coisas interessantes (deve ser, deve) dentro em breve. Tenho saudades de escrever e partilhar, a verdade é essa.