quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Desabafo.

Estou a tentar vencer um grande desânimo com uma ilusão numa oportunidade praticamente inconcretizável. Começo a ficar profissional nisto.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Do amor.

A minha:



A dele:





A nossa... essa, fica só para nós.
a
a

Ele, eu e o 14.

Uma das primeiras questões do nosso início de namoro foi o Dia dos Namorados. Ele estava preocupado com a minha resposta sobre a importância que eu dava ao dia e ficou com uma imensa cara de alívio quando lhe disse que não me dizia mesmo nada. E não dizia; nem a mim, nem a ele. Estávamos em sintonia.
A verdade é que nunca gostei muito deste dia, mas também porque nunca me senti como sinto hoje. Não acho grande piada aos ursinhos, aos peluchinhos, às mensagens melosas, às manifestções públicas de afeto mais exageradas que em quaisquer outros dias do ano, ao consumo, aos restaurantes cheios de velas, meias luzes e música ambiente escolhida a dedo para que os gastos sejam entendidos como sem exemplo e necessários por ser um dia especial. Na minha cabeça, este dia só se torna especial porque há uma história verdadeira relacionada com o amor a sustentá-la. Isso é que lhe dá valor. O que eu mais gosto neste dia é, por isso, aquilo que ele pode desencadear, o pretexto em que se pode tornar para fazer com que pessoas hesitantes percam a timidez e tomem a iniciativa ou casais de candeias às avessas se deixem enlevar por tudo o que este dia nos traz e vejam aí o contexto ideal para fazerem as pazes e voltarem ao que eram. Nesse sentido, gosto muito deste dia. 

Eu e ele não somos do dia 14. Não temos este número na nossa viagem, nem Fevereiro como paragem obrigatória. Há dias mais importantes, mais nossos e que merecem mais atenção do que este. Mas isso não quer dizer que hoje, à semelhança de qualquer outro dia, não me apeteça dizer-lhe até à exaustão o quanto é importante para mim e o quanto a nossa história é das melhores coisas que tenho na vida. É meloso, eu sei, mas é a verdade.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O poder do Verde Vermelho!

Acabo de reparar que já tenho um número redondinho de seguidores: 5! Cinco! :) É tão pouco para tantas pessoas, mas é tanto para mim! Obrigada! :)

Filme do fim de semana.

Este:

 

Que filmalhaço! Gostei muito. Pelas breves apresentações e críticas que tinha visto e lido, já há muito tinha curiosidade em conhecer a história, mas depois dos óscares e das opiniões mais próximas, ainda mais se aguçou a curiosidade. Neste sábado, a RTP2 foi amiguinha e deu-nos a oportunidade de bandeja de ver um filme de luxo, sem intervalos e a horas decentes. 
É um filme forte, verdadeiro e muito intenso, com um argumento inteligente, histórias muito bem desenhadas e um elenco que não distingue uma estrela principal, mas antes vive de todas por igual. O que é triste perceber que o que ali se mostra é uma realidade tão presente ainda hoje. E que nem tudo é tão perfeito como parece. Choca e entristece, mas também nos acorda e nos faz sorrir. E sobretudo é daqueles filmes que, passadas algumas horas, ainda nos faz pensar nele. Está no meu top, definitivamente.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Eu não sou a Super Mulher.

Eu não consigo lidar com tudo. Não consigo viver os meus e os problemas dos outros, resolvê-los, ajudá-los inteiramente. Mas tento. Tento todos os dias minimizar a dor que pode morar naqueles de quem mais gosto e acho que algumas vezes consigo cumprir o meu papel. Mas as minhas dores, essas, tenho mais dificuldade em curar. Faço o que posso para aguentar as coisas, para não me deixar ir ao fundo, para me manter mais ou menos sã. Mesmo sem que as coisas corram sempre bem, mesmo quando as despesas são (bem) mais do que os ganhos, mesmo quando a força psicológica começa a não ser tão grande como aparenta, mesmo quando tudo parece desajudar, eu faço um esforço para me aguentar. Vou-me algumas vezes abaixo, mas vivo isso para mim apenas. Não sou a Super Mulher, mas tento vencer as minhas batalhas e ajudar as dos outros que, inconscientemente, acabam também por ser minhas. Não sou a Super Mulher, mas tento ser uma vencedora todos os dias. Mesmo que não consiga, tento.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Das fotografias.

Se há coisa que adoro são fotografias. Adoro mesmo! Mas as minhas, aquelas que eu ou quem estava comigo tirei/tirou. No fundo, aquelas que fazem parte da história da minha vida e que fixaram momentos únicos e felizes. Sinto-me sempre uma menininha curiosa, que se perde a ver todos os pormenores, a reviver todos os momentos que estão ali registados e que não consegue deixar de sorrir em cada fotografia nova. Não há prazer que se assemelhe a este. Parece que, a cada imagem que passa, me sinto de novo ali, no lugar e no momento do click e essa sensação tão boa (tratando-se de fotografias que registem momentos bons, bem visto) é realmente difícil de igualar. É por isso que sou incapaz de apreciar fotografias em modo de filme (numa sequência que ocorre a um ritmo que um qualquer software determinou) e dificilmente conseguiria viver sem estas memórias mais ou menos digitais. É preciso tempo. E dedicação.

Acho que cada vez mais vivemos para o momento imediato, e muitos dirão que é o melhor. Mas recordar também é um grande prazer desta vida, admitamos. E este é um de que eu decididamente não abdico.