quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Lembrei-me.

Lembram-se deste post
E já leram a notícia de que a Katy Perry voltou a pintar o cabelo de azul agora que se separou oficialmente do Russel Brand?
Digam lá se eu sou ou não sou uma visionária. Não é ruivo, é certo, mas um ruivo na Katy Perry seria como um castanho numa qualquer portuguesa, ou seja, nada de novo.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Coisas que detesto.



Visitar um blogue e só ver publicidade a este ou aquele produto. Tudo bem que há por aí muita semente de milho que se governa com estas provas de teste dos produtos três ou quatro dias, agora fazer disso o seu dia a dia... é simplesmente gozar com quem vos lê! Se não têm nada de interessante a dizer, não digam. E se gostam assim tanto de um determinado carro ou deste relógio ou daquela marca, vão lá e comprem de uma vez! Não é por insistirem na ideia que vou comprar aquilo que estão a publicitar. Se nem vocês acreditam no que dizem...  só "vendem" porque simplesmente são aliciados a isso e quem comanda os vossos textos passa a ser um cérebro (que por vezes já naturalmente é) minado pela tentação. Felizmente que alguns dos nossos ainda se mantém à tona dessa futilidade que vos enche a alma.
Querem ganhar dinheiro, é lá convosco. Querem que leiamos os vossos textos, isso é cá connosco.
É que não há pachorra!


E assim está apresentada a minha mãe na sua melhor versão de "Atirar o barro à parede."

Hoje numa conversa com a minha mãe:

Eu - Porque não adotam um cão?
Mãe - Não temos vida para isso, Joana. Estamos sempre aqui e li, vamos para uma aldeia, para a outra, temos as nossas atividades, as obrigações e não queremos ter um animal, quando não lhe podemos dar tudo o que merece. Ficar em casa preso, não. Para além disso, é uma complicação nas férias e ter um animal é sempre um gasto. Não temos disponibilidade nem vida para isso.
Eu - (eternamente inconformada) Isso são desculpas. Se há pessoas que poderiam ter um cão, são vocês. Se vissem a realidade dos canis atualmente, as histórias que aparecem, os maus tratos, os atropelamentos, tudo, não falavam assim... uma coisa é ouvir nas notícias, outra é conhecer de perto as histórias.
Mãe - Nós sabemos perfeitamente disso. Mas ter um animal é uma responsabilidade enorme e exige de nós uma disponibiliade que não temos. 
(E diz da forma mais lampeira e desafiadora que consegue às poucas horas da manhã:) 
Dá-nos antes um neto!
Eu - (ainda aparvalhadinha) Um neto?! Sim, porque para além de serem comparáveis, um neto exige muuuuuito menos responsabilidade e gastos do que um cão...
Mãe - (já ao longe...) Um dia, um dia...

Espero bem que se estivesse a referir à hipótese de ter um cão. É que um neto ainda é coisa para tardar.

Esta minha mãe é um ponto. 
Tenho bem a quem sair.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Os cães. E eu.

Das coisas que eu mais gostava na minha vida era de ter um cão. Desde criança que o desejo, mas por gostar tanto destes bichos, nunca quis ter um, por viver num andar e saber que estar confinado numa casa grande parte do dia não pode constituir felicidade para qualquer animal. Agora já adulta, a situação mantém-se. Continuo a desejar muito ter um animal, mas aliado ao facto de viver em apartamento e num condomínio que só admite pássaros e gatos (esta ainda alguém me há de explicar...), está a situação precária de trabalhos e biscates que não me permite ter grande disponibilidade financeira para cuidar de um animal. 
Mesmo sabendo disto, numa espécie de masoquismo, todos os dias visito sites e recebo notificações de animais perdidos, entregues a canis ou abandonados e recolhidos por Famílias de Acolhimento Temporário. Não devia, já me tentei inclusivamente ensinar a não o fazer, para não me emocionar ou deixar influenciar, porque tenho de me manter racional face à minha situação atual. Mas custa tanto ver e não poder ajudar. É que se a minha vida permitisse, seria uma dupla felicidade, tenho a certeza. Adoro cães e sei que seria uma pessoa muito mais completa se tivesse um. Pode ainda não ser agora, mas há de ser um dia. Mas vai mesmo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

"Ó Levas, ó Levas..."

Esta coisa do Paco Bandeira faz-me espécie. O homem é todo sorrisinhos, piadolas e simpatias para lá e para cá à entrada do tribunal. Põe-se a jeito para tirar fotografias, sempre a sorrir sem parar e chega a aparecer na sala do tribunal, a meio de uma espécie de divisória entre os réus e as testemunhas, a faser pose. O julgamento decorre. À saída, já se transformou. A mutação resulta num indivíduo totalmente mudo, de cara fechada e com aspeto de que mais cedo ou mais tarde irá explodir e dar cabo de umas quantas câmaras, e numa atitude quase violenta afasta os jornalistas, diz-lhes que se deviam dedicar a trabalhos verdadeiramente relevantes e deixar-se de foleiradas. 
Vejam lá isto, se tiverem um tempinho. Acho que o circo vale a pena.
O senhor denunciou logo assim, sem precisar de fazer grande coisa, que a sua personalidade não é tão sorrisinhos e "tenho uma vida que é de fazer inveja a qualquer um" como se pensa. Mas eu até acabo por concordar com o Sr. Paquito. Todo ele e o espetáculo que ele - e só ele - proporcionou é foleiro à brava. Nisso, ele foi um excelente companheiro de equipa dos jornalistas. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A minha manhã.


  • A felicidade de sentir o carinho de quem gosta de nós sem que nada de especial façamos para tal. 
  • As ofertas sinceras sem desejo de recompensa. 
  • O exemplo que nos ensina a viver da forma mais altruísta. 
  • A idade avançada vivida com alegria. 
  • O telefonema inesperado.
  • A voz triste e sensível de uma adolescente que em ninguém mais do que eu vê uma ajuda para a sua dor. 
  • Uma quebra, quando tudo fazia prever o melhor. 
  • A idade demasiado curta para uma experiência dolorosa vivida no singular. 
  • O desligar o telefone e o constatar das linhas tortas com que a vida se desenha. 
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