quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Cinema, cineminha...

Ontem fui ver isto:

E gostei. Bastante, até. É um filme um bocadinho pesado para se ver no final de um dia - apesar de o tema ser interessante e atual, a fita exige-nos alguma atenção. Dá-nos uma pequena ideia dos meandros da política americana (não acredito que possa também ser da portuguesa, pelo menos não considero que tenhamos inteligência suficiente para criar uma tamanha máquina) e está bem "desenhado". Há momentos que surpreendem muito, outros que nem tanto; uns que são de uma interessante tensão, outros que pecam pela falta dela. Mas há sobretudo muitas ideias sugestionadas, não muito evidentes, tal como a política deve ser. E isso é mesmo o melhor do filme (é claro que ter o George Clooney e o Ryan Gosling também doesn't hurt.).
Gostei bastante e sugiro o filme a quem realmente se interessa pelo tema. Caso contrário, acho que vão ficar com muito soninho. Pelo menos, duas pessoas ao meu lado estavam. Mas acho que essas também só lá foram lá por causa das pipocas.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Corro o risco de ficar sem visitas neste blogue, mas vamos a isto!

Eu sigo alguns blogues com frequência. Sempre que venho "alindar" o meu, passo pelos dos vizinhos, leio, por vezes comento, outras vezes nem isso. Não é cusquice, é achar interessante ler outros pontos de vista sobre aquilo que, no fundo, nos é a todos comum. E a verdade é que, se muitas das coisas que leio se identificam em muito com a minha própria fase, reconheço também que outras tantas não se relacionam nada com a minha forma de estar na vida e de a viver. É a crise, é a poupança, são os amores, os amigos, as relações profissionais, as compras, as prioridades, tudo. Tudo é ao mesmo tempo tão díspar e tão próximo do que penso!... 
Eu mudei. Afastei-me de toda e qualquer compra de roupa - adorava fazê-la e em grande quantidade, mas não estou em fase disso; deixei de dar tanta importância ao que está na moda, ao que já não se usa, ao que é tendência; já não me lembro do que é gastar dinheiro numa compra por impulso, de olhar para um novo catálogo de telemóveis ou de computadores; já não vivo sem um registo escrito de todas as despesas do mês; começo a olhar com novos olhos para tudo o que é trabalho pro bono e voluntariado; vivo na constante expectativa da conquista de uma vitória profissional que sei que mereço, mas que não sei se espera por mim; valorizo mais uma boa atitude do que qualquer regalia; dou, mais do que nunca, importância às pessoas que tenho comigo; sou mais simples e nem por isso menos feliz. 
Mudei e não me identifico com muitas coisas que leio. Mas continuo a gostar de as ler. As ideias em contraponto também ensinam e o meu manual só serve mesmo para mim. O que não quer dizer que não possa consultar outras leituras.

Mais um queixume...

Não me bastasse ter o dedo indicador cortado na polpa e isso me impedir de fazer algumas das coisas de que preciso no meu dia a dia - tão básicas como escrever, por exemplo -, ainda me resolveu aparecer uma inflamação na gengiva que se transferiu hoje para a zona do maxilar e da garganta. Tenho, pois todo o lado direito da minha cara dorido e dores de ouvido e de cabeça. Não consigo usar brincos ou sequer passar um creme na cara e lavar os dentes está a ser uma aventura. Belo início de dia, o de hoje. 
a

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Today.

Eu nem tenho grandes alegrias neste momento, mas estou bem e pronto. Hoje sinto-me feliz, embora tema que vá deixar de estar dentro de pouco tempo. Mas por agora, chega-me.





segunda-feira, 7 de novembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

Coisas que me animam...

Parece que a palavra "sala" afinal existe mesmo no dicionário. Ainda é uma definição muito pequena, mas caramba... finalmente. :)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Eu preciso, eu posso, eu tenho. NEXT!

Hoje, um formando meu disse-me que comprou um carro por impulso. Que chegou ao stand, disse apenas "preciso de um carro", que fez um test-drive, que perguntou quanto davam pelo seu antigo, que ameaçou não comprar e à conta disso recebeu extras e mais extras e uma extensão da garantia e que efetivou a compra. Assim, de um momento para o outro, tinha um novo carro nas mãos. Estava feliz por se ter apercebido da sua coragem. Fez uma compra de que aparentemente precisava, num espaço de tempo improvável, pagou tudo com as suas poupanças e já nem pensa mais nisso. Está feliz, mas sobretudo porque já despachou mais um assunto da sua agenda, disse-me ele. 
Mais prático do que isto nunca vi - foi comprar um carro como quem compra um livro. Pode-se dizer muita coisa sobre este comportamento, criticar isto e aquilo, mas lá que no fundo nos dá uma lição, lá isso dá.