segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Hoje só me apraz dizer...


Povo mais burro, meu Deus!
(Não digam que não gostam de ditadores. Gostam e não é pouco.
E nós, parvos do continente, sempre a aparar-vos as quedas...)


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

E a frase do dia é... (e vai um grande rufo...)


"Não tenho personalidade para ser gay. Não tenho nada contra, mas não faz parte de mim."


Pois. Nem isso, nem alguma (pouca que seja) inteligência faz parte de ti.
Santinha ignorância. 
Haja paciência.



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

"Tu não és normal..." - 4

Chiça! Mas serei eu a única pessoa neste país que não se farta deste tempo, que não se queixa do calor, que não tem saudades de vestir as primeiras roupas de Outono, que não deseja qualquer fresquinha, ventinho, chuvinha, trovoadazinha e mais coisas que tal? Temos manhãs super agradáveis, tardes quentes e soalheiras e noites frescas sem vento, só com pequenas brisas. Se isto não é perfeito, não anda longe. E as pessoas continuam a queixar-se. 
Não sei se eu é que não sou normal ou os outros é que nunca estão contentes com o que têm, mas se daqui a duas semanas ouvir alguém queixar-se do (verdadeiro) Outono, sou pessoa para ripostar e dar um sermão dos meus. Por isso, juventude que me rodeia e de quem eu gosto muito, acautelem-se. Eu sou uma acérrima defensora do Verão, já sabem, e vou estar do lado dele até ao fim. Watch out! :) 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Cinema, cineminha...

Desde que este filme estreou que o queria muito ver. No cinema, com a companhia que se impõe. Apenas sabia que o dia 15 de Julho era peça fundamental da trama e que a minha atriz favorita do momento era a protagonista. E pouco mais. Não me interessou ler sinopses ou ver trailers. Nada. Não sabia bem ao que ia, tinha apenas um pressentimento que o filme me iria surpreender e não me enganei.
Se de início parece um pouco à parte, estranho e nos leva a pensar "ai afinal é isto?", à medida que a história se desenvolve ganha uma dimensão tal, que às tantas já estamos completamente envolvidos na vida e nas emoções das personagens. E na sua evolução, na construção da vida adulta, na passagem para uma nova fase, que é também a nossa, neste momento. Ainda me arrancou umas lágrimas que teimaram em cair por mais que as tentasse conter e criou ali um certo aperto no coração, que foi sarando à medida que se caminha para o último 15 de Julho do filme. Gostei. Muito. Foi, definitivamente, uma boa aposta. E com uma sorte de ainda o ter conseguido ver no escurinho do cinema. 

Sem qualquer dúvida, este tem de ir para a prateleira lá de casa.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Não percam muito tempo com este post. É mais uma dissertação das minhas, daquelas que não fazem sentido para mais ninguém. Mas tem toda a lógica para mim. E para o Tico e o Teco que habitam nesta cabeça.

Ando numa fase tão estúpida da minha vida... passo os dias a correr de um lado para o outro, a tratar de coisas e mais coisinhas, e quando ele me pergunta "Então o que fizeste hoje?" enquanto olha para a minha cara fechada e com olheiras até ao queixo, eu só consigo dizer... "Nada de especial". A verdade é que eu não sei o que fiz naquele dia que seja relevante para os outros e se calhar instintivamente respondo aquilo que é mais prático para quem me ouve - uma frase simples, que não diz nada, que não maça e que, ao mesmo tempo, diz muita coisa que só eu e o meu corpinho (que sofre, no meio disto tudo) sabemos. É isto ou então é comodismo.



quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Custa muito colaborar, Nokiazinho e outro que tal nipónicozinho?


Eu antigamente até gostava muito de telemóveis, é verdade. Ficava fascinada com as novidades, mas tinha o meu e nunca fui de comprar essas coisas por impulso. Principalmente porque para um impulso desses, era preciso abdicar de algumas notas que nunca me pareceram muito justas tendo em conta o produto para a troca. Vai daí, sou fiel ao meu Nokiazinho de há muitos anos e a um de uma boa geração, que me funcionou em pleno uns seis meses. A coisa tem vindo a piorar, mas eu tenho tentado manter-me fiel aos meus dois companheiros de carteira. Porém, hoje, a coisa está-me aqui a irritar que chegue. O finlandês diz-me sempre que está com memória cheia, quando não tem nada memória cheia (longe disso), e bloqueia-me tudo o que é chegada de mensagens; para além disso, sempre que o desligo, ele perde as definições de data e hora, o que é simplesmente mau. O tailandês tem uma memória do tamanho de uma pulga, não me aceita cartões, não toca nem reproduz som e sempre que o desligo e volto a ligar perde-me as mensagens dos últimos 15 dias! Que se passa com estes bichos, caramba? Eu trato-os tão bem!
Está resolvido: quando a vida melhorar e me permitir, vou para um daqueles Dual SIM, simples e práticos. Só preciso que faça chamadas, toque, ligue à Internet e tire fotografias de boa qualidade. Joguinhos e aplicações são giros, sim senhor, mas de pouco me valem se não tiver o resto, right? Mas pronto. Por enquanto, vamos vivendo em trio, numa ausência de toques, mensagens recentes e definições de hora e data definitivas. Não é bom, mas é o que há. Não é assim que todos vivemos agora (ou deveríamos, pelo menos?)


(São só umas ideias... deixem-me sonhar um bocadinho...)