quinta-feira, 1 de setembro de 2011

E cá temos.

As listas que confirmam a minha decisão definitiva de deixar de tentar ser docente numa escola. São 7 anos, já chega. Sendo o meu emprego de sonho, é uma desilusão. Mas pior é viver sempre na incerteza dos "e ses" e nos entretantos ter a vida quase parada à espera de uma coisa que nunca virá para a fazer andar no sentido que quero. É assim. 
Adeus D. Docência. Tive muito gosto em conhecê-la e em confraternizar, mesmo que por muito pouco tempo, consigo. Até um dia.



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Era dia 31 de Agosto, não era?

Que belo dia para o site da DGRHE estar em manutenção... não bastasse já a ansiedade e a incerteza de tudo que dura há mais de cinco meses...  ainda a preciosidade de terem escolhido esta data tão específica para fazerem intervenções no site. E pensarem nas coisas com antecedência, não?
Haja muita paciência.

(Tudo a ajudar...)


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Não sei.

Fiz o melhor que sabia e que me foi possível saber nos prazos e condições que me impuseram. Não paro de pensar se fiz bem isto e mal aquilo, tenho ainda o sistema acelerado demais para o meu gosto e cá dentro muita, mas muita coisa borbulha e paira sobre esta minha cabeça. Mas ao menos já passou. O que for, será.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Das "férias".

As aspas na palavra fazem sentido. Eu não tive férias - daquelas que se marcam com antecedência, que ficam estipuladas no início de um ano e que geram sempre aquelas tensõezinhas entre colegas; tive sim "férias" - aquela pausa que se tenta aproveitar sem pesos na consciência nem a preocupação constante de que haja necessidade de voltar para assegurar uma aula, um curso, o que for... e que mesmo assim implicou uma interrupção de 3 dias para a boa prática laboral mal remunerada e cheia de exigências por parte de quem paga. 
Enfim, adiante. 
Aquele descanso bom, desligado de tudo, tive que o conseguir à viva força, depois de ter feito uma ginástica descomunal na gestão das formações, aulas, cursos, responsabilidades, e do que mais houve. Mas venci a batalha. Foram uns dias ótimos, passados longe daqui, na tranquilidade plena (ok, quase plena, não fossem os carrinhos dos senhores emigrantes com sons de tubos de escape alterados ou músicas de há 3 anos a tocar nos respectivos autorrádios aos berros de quando em vez), onde telemóveis, relógios e tudo o que nos prenda à realidade são preteridos em relação a tudo o resto. Foram umas férias muito modestas como se impõe, mas muito mais ricas do que se poderia imaginar. Finda esta pausa, sinto-me bem, contente com e como tudo aconteceu, orgulhosa de quem esteve sempre comigo e reconfortada pela lembrança destes dias tão fantasticamente simples.
Venham de lá os novos desafios.


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Concurso docente.

Sempre a mesma ansiedade. 
Sempre a mesma expectativa. 
Sempre a mesma falha constante de otimismo.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ver melhor à distância.

É tão bom olhar para trás e perceber que não ter ido por aquele outro caminho e, em vez disso, ter esperado, mudado a rota e, sem contar, ter conquistado um presente muito, mas muito mais rico, foi uma das maiores sortes da minha vida. (E sim, falo de sorte e não de decisão, porque, na altura, tudo se decidiu por si, sem que a minha vontade impusesse algum rumo). É bom, sobretudo, ver que não há mal algum em, por vezes, deixar que as coisas se decidam por si mesmas, sem que metamos muito o nariz. E olhem que vindo de mim isto é surpreendente. Mas andamos cá para aprender. Não precisamos de dominar tudo o que nos rodeia, há sempre um acaso capaz de trocar os planos. E isso não é mau de todo, não senhor.