terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Não sei.
Fiz o melhor que sabia e que me foi possível saber nos prazos e condições que me impuseram. Não paro de pensar se fiz bem isto e mal aquilo, tenho ainda o sistema acelerado demais para o meu gosto e cá dentro muita, mas muita coisa borbulha e paira sobre esta minha cabeça. Mas ao menos já passou. O que for, será.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Das "férias".
As aspas na palavra fazem sentido. Eu não tive férias - daquelas que se marcam com antecedência, que ficam estipuladas no início de um ano e que geram sempre aquelas tensõezinhas entre colegas; tive sim "férias" - aquela pausa que se tenta aproveitar sem pesos na consciência nem a preocupação constante de que haja necessidade de voltar para assegurar uma aula, um curso, o que for... e que mesmo assim implicou uma interrupção de 3 dias para a boa prática laboral mal remunerada e cheia de exigências por parte de quem paga.
Enfim, adiante.
Aquele descanso bom, desligado de tudo, tive que o conseguir à viva força, depois de ter feito uma ginástica descomunal na gestão das formações, aulas, cursos, responsabilidades, e do que mais houve. Mas venci a batalha. Foram uns dias ótimos, passados longe daqui, na tranquilidade plena (ok, quase plena, não fossem os carrinhos dos senhores emigrantes com sons de tubos de escape alterados ou músicas de há 3 anos a tocar nos respectivos autorrádios aos berros de quando em vez), onde telemóveis, relógios e tudo o que nos prenda à realidade são preteridos em relação a tudo o resto. Foram umas férias muito modestas como se impõe, mas muito mais ricas do que se poderia imaginar. Finda esta pausa, sinto-me bem, contente com e como tudo aconteceu, orgulhosa de quem esteve sempre comigo e reconfortada pela lembrança destes dias tão fantasticamente simples.
Venham de lá os novos desafios.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Concurso docente.
Sempre a mesma ansiedade.
Sempre a mesma expectativa.
Sempre a mesma falha constante de otimismo.
Sempre a mesma expectativa.
Sempre a mesma falha constante de otimismo.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Ver melhor à distância.
É tão bom olhar para trás e perceber que não ter ido por aquele outro caminho e, em vez disso, ter esperado, mudado a rota e, sem contar, ter conquistado um presente muito, mas muito mais rico, foi uma das maiores sortes da minha vida. (E sim, falo de sorte e não de decisão, porque, na altura, tudo se decidiu por si, sem que a minha vontade impusesse algum rumo). É bom, sobretudo, ver que não há mal algum em, por vezes, deixar que as coisas se decidam por si mesmas, sem que metamos muito o nariz. E olhem que vindo de mim isto é surpreendente. Mas andamos cá para aprender. Não precisamos de dominar tudo o que nos rodeia, há sempre um acaso capaz de trocar os planos. E isso não é mau de todo, não senhor.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Tratem lá disto.
Alguém me invente, por favor, uma forma de dar sinal de luzes com os faróis traseiros dos automóveis. Em vez de inventarem luzinhas de presença, de nevoeiro, de névoa, de foscozinho e de mais não sei o quê, criem mas é uma qualquer forma dissimulada de mostrar o dedinho do meio a certos condutores que se nos colam à traseira do carro e nos dão os máximos (e às vezes os mantêm) até nos passarem e esbracejarem como se estivessem a ter ali mesmo um enorme ataque epilético de parvoeira e bronquice. Obrigada.
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