sexta-feira, 17 de junho de 2011

É só para saberem.


Fascinam-me as pessoas que não conseguem dizer "salsicha" e "caderneta" e, em vez disso, dizem "salchicha" e "cardeneta". 

(Pronto, era isto. Saúdinha a todos.)
a

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Avanço ou fico?


Se o meu espírito me diz a toda a hora para por mãos à obra e lutar por mim e eu continuo a seguir o conselho dos outros e a deixar-me estar à espera de algo que todos acreditam que vá acontecer menos eu, estou a ser muito idiota, não estou? Ou apenas cautelosa? 


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Este fim de semana deu paninho para mangas. Parece que a semana vai pelo mesmo caminho.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Alguém me explique pf.

Qual é a lógica dos larguíssimos lugares de estacionamento dedicados exclusivamente a grávidas que proliferam nos parques dos hipermercados e centros comerciais deste país? Não é por uma mulher estar grávida que o carro ocupa mais espaço, certo? Ou está-me a falhar alguma informação? 

(Brilhante ideia de um homem, só pode.)


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ai povinho português, povinho português...

... que não aprendes, que não participas, que não decides e que estupidificas a cada momento da tua dita evolução...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Entre o querer ir e o ficar


Falava outro dia com uma amiga sobre o futuro e sobre o que estará à nossa espera. Fizemos um breve balanço do que foram os nossos últimos 10 anos e, chegadas ao momento presente, nenhuma de nós esboçou um grande sorriso. Não estamos onde há 10 anos pensávamos poder estar. Não temos tudo o que achávamos óbvio e natural ter - uma família constituída, um emprego certo, uma tranquilidade a vários níveis. Em vez disso, vivemos na base do "mais ou menos", em que tudo é uma indefinição e em que apenas as boas coisas que temos e que conseguimos alcançar - mesmo se poucas em número - nos animam e nos ajudam a não querer baixar os braços e a desanimar. 
Sobre o futuro, um enorme ponto de interrogação. Não quero saber o que virá, nem tão pouco antecipar ou apressar o que for. Quero viver cada dia, simplesmente. Mas com expectativas, com entusiasmos, com desafios. E isso falta. Falta muito, na verdade. Tenho saudades da pessoa que fui, que se aventurava, que sorria sempre, que lutava mesmo quando havia dúvidas se iria conseguir e que apenas se agarrava ao desejo de alcançar aquela meta. Tenho saudades dessas dúvidas e do prazer das concretizações que se desenhavam difíceis, mas que se tornavam reais. Tenho saudades de arriscar, de ir, de me por à prova.
Hoje são ainda muitas as dúvidas, mas já não sobre se irei conseguir ou vencer, mas sim sobre a própria decisão do ir, do partir, do deixar. Há muita coisa que me prende, outra tanta que me empurra. E eu estou no meio, desejosa de dar passos maiores, mas ciente da necessidade de não colocar outras conquistas - que não só as minhas - em risco. Sei que quero ir, mas que também quero ficar. E sei que não queria estar neste lugar onde estou - entre a sombra e a indefinição.

" (...)
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem 
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou."

Fernando Pessoa
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terça-feira, 31 de maio de 2011

Do timing.


E pronto, lá começam os desafios no tempo e no local errados. Impressionante.