Vê-lo dormir. Nos meus braços. E descobrir sempre mais um detalhe que me faz gostar ainda mais dele.
terça-feira, 12 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Do FMI.
Ouvia há pouco o Camilo Lourenço a falar sobre a realidade FMIana de que a partir de hoje fazemos parte e fiquei satisfeita por saber que muito do que penso não está assim tão longe da verdade. Eu sempre fui a favor da entrada desta organização no nosso país. Aliás, penso até que o pedido de auxílio já deveria ter sido feito há muito. Para mim, todos os receios que se instalaram na hipótese de uma possível entrada do FMI por Portugal adentro foram sempre e só uma estratégia política de orgulho, o tal "orgulhosamente sós" dos tempos da ditadura - um princípio, a meu ver, totalmente errado e ao qual a mente dos portugueses foi engenhosamente toldada. De repente, vimo-nos a acreditar na palavra dos políticos - "São mentirosos, mas têm razão nisto do FMI". Abramos os olhos! Para onde quer que nos viremos teremos sempre sacrifícios à nossa frente. Não é preferível apertar o cinto na certeza de uma melhoria em vez de uma constante dúvida num futuro que nunca se imaginou tão negro?
Que bom que finalmente vem a ajuda externa. Deixemo-nos destes falsos pretenciosismos de que somos capazes, de que somos desenrascados e mais não sei o quê. Desde o 25 de Abril, o Fundo Monetário Internacional já entrou no nosso país duas vezes e ninguém morreu por isso. Muito pelo contrário. Conseguimos sair do lodo e recuperámos o que, desde sempre na nossa história, nunca soubemos manter - a nossa estabilidade. Por isso, não me venham com argumentos de que não é bom, de que agora é que vai ser. Sim, o IVA deve subir dois valores percentuais; e sim, a vida vai ficar mais cara. Mas se é para apertar o cinto, ao menos que seja rápido e de uma só vez, e não progressivamente ao longo de décadas. É difícil? É, claro. Resolverá os nossos problemas? Acreditemos que sim. Haja inteligência e bom-senso nos cortes de pensões e subsídios e na gestão dos organismos, que todos os sacrifícios - acredito - valerão a pena.
Bem vindo, FMI.
Tchiii... post mais futilzinho....
A apresentadora do programa da manhã para os velhinhos da TVI está hoje com a mesma camisola que a apresentadora do programa para os velhinhos da RTP vestiu ontem.... Tchhh...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
O timing perfeito.
Tão giro ficar sem água poucos minutos depois de preparar tudo para passar a casa a esfregona (o que, traduzido, corresponde a ter todas as coisas em cima de mesas, sofás, cadeiras e afins) e de carregar a máquina da roupa!... Tão giro, sobretudo quando ando a tratar destas arrumações com o sentido num grande banho recuperador. Tão giro mesmo...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Não é uma segunda feira qualquer.
Acordar com a sensação de que tudo pesa, de que não sentimos onde estamos e para onde vamos, de que a cabeça só segue o corpo porque sim, de que a claridade do dia só nos deveria visitar umas horas mais tarde e de que hoje é que deveria ser domingo... é difícil. Isso, e ter tido o sono interrompido de hora a hora até às 5 da manhã e por volta das 6h o meu vizinho começar a discutir com não sei quem sobre não sei o quê. Mas pronto, há muito que não se via tamanha alegria aqui por estes lados (pelos vistos, não tanta para o senhor que discutia) e o dia acordou bonito, soalheiro e o céu azul... muito azul! E isso torna tudo muito mais leve. E quase apaga as olheiras de proporções humanamente questionáveis.
quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Eu achava que tinha um bom raciocínio lógico, mas afinal...
Alguém me explica, por favor, qual o propósito das greves de tudo o que é transporte estarem a acontecer em catadupa numa altura em que temos um governo demissionário e vivemos num impasse tal, que nem nós próprios sabemos em que pé estamos? Neste contexto, qual é o objectivo destas paragens? Deitar abaixo o governo? Feito, meus senhores. Exigir condições? A quem? Para quê isto nesta altura? Esclareçam-me, por favor. É que eu estou convencida de que estas greves são muito despropositadas e inconvenientes. E que só afetam mesmo o mexilhão.
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