quarta-feira, 2 de março de 2011

RGB


Ouvi hoje ao acordar a nova música dos "The Gift". Ou eu estava com muito sono, ou a voz da Sónia Tavares (já de si, a arrastar ao bêbedo) está pior do que nunca. O que até é pena, porque tudo o que não inclui a voz da dita senhora é excelente nessa música. Digam de vossa justiça.

Verde ou vermelho?


terça-feira, 1 de março de 2011

Quem espera sempre alcança ou quem espera desespera?


Dizem que a paciência é uma virtude. E eu sou tão, mas tão virtuosa.


Lá se vai mais uma memória...

Acordei hoje com o improvável barulho de uma motoserra. Fui a ver e estavam a cortar duas árvores nas traseiras da minha casa. Duas árvores que tinham décadas, que conheci desde pequenina, à volta das quais muito brinquei com os meus vizinhos, junto das quais fizemos muitos abrigos para cães abandonados, entre as quais fizemos construções improvisadas, que tanto serviam para nos divertirmos, como para nos protegermos da chuva ou até para praticarmos desporto. Estas árvores fizeram sempre parte do meu crescimento e marcaram os melhores anos da minha vida. E hoje foram abatidas. Em poucas horas. Estou triste.

 

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

E o Óscar para a mais bem vestida vai para...


Sou só eu, ou as pessoas gostam dos Óscares não pelos prémios e pelo suspense que recai sobre quem irá ganhar o quê, mas sim pelas roupinhas que desfilam na passadeira vermelha (eu também admito a minha própria fraqueza...)? Se é para nos armarmos em críticos, ao menos que fosse em relação aos filmes, não? Basta fazer uma pesquisa por "Óscares 2011" no Google para constatar que a feira de vaidades ganha terreno à atribuição dos galardões. De repente, todos sabemos quem ia bem/mal vestido, quem levava um  tecido horrendo/maravilhoso, que corte era perfeito/exagerado, que cor era cativante/deslavada,  que corte de cabelo era único/saloio, e por aí adiante. Transformamo-nos em críticos de sofá e apontamos o dedo a tudo e todos. "Quem é que ganhou o prémio de melhor atriz?" / "Foi aquela, aquela que ia de roxo, grávida".  "E aquela deslavada, quem é?" / "A deslavada é a Nicole Kidman, não a conheces?" / "A do vestido de recortes e colagens? / "Sim, essa."
Enfim. Óscares de moda. Mas também... só o facto de a after-party ter sido da Vanity Fair já explica muito.



Não sei se já repararam....


... mas este blogue segue o Novo Acordo Ortográfico. Toca a habituar.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Antes de avançarmos...

Eu já sei que os meus fiéis seguidores (cof, cof... quais fiéis seguidores?) estão à espera da minha opinião sempre tão... particular...sobre os filmes do momento. Vale que esta semana foi pródiga em convites para antestreias, o que me dá material com que trabalhar. Ora então vamos lá.

127 horas. O filme de que todos falavam. O que tinha recebido muito boas críticas. O que retrata a tão badalada história verídica. O que fazia desmaiar espectadores pelas salas de cinema do mundo. O tal que não me despertava grande interesse.
Fui sem grandes expectativas (mais uma vez) e a verdade... é que gostei bastante. A história consegue ser contada quase sem diálogos (aliás, vive dos pequenos monólogos) sem que, com isso, se torne enfadonha. Ganha muito com as imagens, as paisagens e com todo aquele ambiente do tipo "deixa lá ver o que é que ele vai tentar agora" seguido de "bem me parecia que aquilo não ia resultar" de que o filme vive. A interpretação do James Franco é boa, sim senhor, mas não penso que seja assim tãããão extraordinária como dizem por aí. 
Agora sejamos sinceros... a banda sonora faz metade do filme. É excelente, muito bem seleccionada e perfeitamente lógica nos passos da história. 

À parte dos desmaios na sala e da quantidade ridícula de Merthiolate que o rapaz teve de aguentar, lamber e mais não sei o quê, acho mesmo que vale a pena ver este filme. 
Ainda perguntam "qual filme"? Este:



(Cliquem lá aqui em cima da imagem para ouvirem uma das melhores músicas do filme. 
Hoje estou para isto.)


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Off.

Hoje acordei sem paciência. Estou desanimada, preocupada, ansiosa e sem disposição para ser a ouvinte, a amiga e a conselheira.  Não me apetece sorrir ou forçar-me a estar otimista, quando não me sinto assim. Não estou com força para animar os outros, sobretudo porque não a tenho para me animar a mim. Estou off. Hoje só preciso de espaço e de estar no meu mundo.