quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Mudança: precisa-se.

Não gostei do mês de Janeiro. E não estou a gostar do mês de Fevereiro. Tudo o que é problemas, gastos, indecisões, obstáculos, indefinições e preocupações se concentrou nestes dois meses só mesmo para testar os limites. Neste momento, vejo a minha vida e a dos que mais gosto em tamanho impasse, que a imagino como um grande moinho, onde as sementinhas vão são moídas e moídas e moídas até se desfazerem em farinha. Acordo todos os dias com a sensação de que a mó começou a rodar e que qualquer expectativa que ouse intrometer-se no seu caminho naquela jornada será rapidamente reduzida a pó. 
Precisa-se de uma mudança. Com urgência.


E porque hoje é dia de cinema...







terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ainda do amor....



Não me digam que isto é uma "love story". É, sim, uma visão descartável do amor. Sem luta, sem entrega e sem ser conjugado a duas vozes. A constatação daquilo que o amor verdadeiro nunca será. 
Interpretações estranhas e um grande ponto de interrogação sobre a minha cabeça: "Como é que a Michelle Williams alguma vez pode estar nomeada para um Óscar com este filme?". Muito cigarro, muita indecisão e muita vontade de dar um par de estalos à personagem feminina e gritar "Decide-te, mulher!". 

Fraquinho. Muuuuuito fraquinho.

 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Que percebo eu de amor?

Eu não sei nada do amor. Não sei explicar como nasce, como vive, como se mantém. Não sei se é fruto do acaso ou de um destino em que alguns acreditam, se é uma coincidência ou um "meant to be". Não sei se tem cor, som, cheiro, imagem. Não sei se é limitado no tempo ou se vive de noções de infinito. Não sei se se faz da fantasia e do sonho ou de pedaços do mundo real. Não sei se é feito de tudo ou de nada disto. Não sei. E não preciso de saber. Porque simplesmente o vivo, todos os dias, sem dúvidas, sem interrogações, de forma tranquila, espontânea e plena, como acredito que o amor deve ser. 
O amor, o verdadeiro, não se explica. Não se questiona. Não tem receita. Vive-se, apenas.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Nova Cosmopolitan

Hoje de manhã fui fazer umas compras e trouxe a Cosmopolitan. Pelos vistos, todo o mulherio sabia que a revista iria ter uma nova equipa a partir de Fevereiro, menos eu. No meio de todas as sacas e embalagens que carregava sem quase conseguir ver o caminho à frente, lá peguei na revista e a meti no saco. Ao chegar a casa e arrumar as coisas, olho para a capa com atenção e vejo os temas. Credo! Que se passou aqui? Que dramas de adolescência são estes? Dou um bocadinho mais de atenção aos títulos e começo a reparar no tratamento por "tu": "Descobre", "Desvenda", "Deves" e mais não sei o quê. Hããã? Perdi algum memorando, de certeza. Cheguei a olhar para o título da revista para confirmar se se tratava mesmo da Cosmopolitan. Confirmei. Era a Cosmopolitan. Muito mudada, muito adolescente, muito "bués", muito igual a tudo. Demasiado informal, quase desconfortável de ler. Deixou de fazer sentido, simplesmente. 

Oh well... é mais uma fonte de poupança.



(E porquê "73 verdades" e não 70 ou 75? Ninguém sabe. Mas diz que é moderno.)



quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Depois da tempestade.

Dia de aniversário cá por casa. Muitos sorrisos, telefonemas, carinhos. Aquela alegria que enche o coração e transforma o olhar. 
Pela casa, cheirinho a bolo caseiro. Na cozinha, jantar especial em preparação. 
Lá fora o vento, a chuva, a saraiva, os trovões. Cá dentro, o conforto do melhor que a vida tem e a família nos dá. 
Saber que tudo está bem, apesar da tempestade lá fora. Que mais interessa hoje?