No espaço de uma semana ver a Natalie Portman num filmaço...
... e depois vê-la num filminho...
... é estranho. Muito estranho.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Dias de poupança.
A nível de moedas no bolso, Fevereiro é o pior mês do ano para mim. Em 28 ou 29 dias tenho três aniversários, uma revisão anual do carro (que é coisa para não ser simpática ao nível do número de dígitos), inspecção automóvel, imposto de circulação e, regra geral, maiores contribuições para a segurança social (confere), aumento de impostos (confere) e aumento do preço da gasolina (confere). Isto, claro está, fora tudo o que preciso para ter a minha sanidade mental perante este marzinho de Euros a voar. Por isso, há que procurar formas de poupar e dar a volta - ou pelo menos, tentar compensar - estes gastos absurdos. Dito isto, ontem estive a pensar na quantidade de coisas que tenho cá por casa de que me posso ver livre. Agora a questão coloca-se: dar para caridade ou vender? Isto anda aqui a balançar entre a razão e o coração. Devia ser muito fácil de decidir, não era? Não se devia pôr sequer a questão, certo?...
Verde ou vermelho?
Amarelo talvez...
Amarelo talvez...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Viver na relatividade
A vida é mesmo arraçada de interruptor. Tanto estamos bem, como estamos mal; tanto ouvimos boas notícias e ficamos felizes, como logo a seguir ouvimos más e ficamos sem reacção; tanto estamos e nos sentimos saudáveis, como vamos a saber e já estamos doentes sem que nos dêmos conta disso; tanto criamos expectativas e animamos, como desistimos delas e desanimamos; tanto temos esperança, como de repente descremos em tudo. Nem nesta jornada conseguimos um On perfeito. (Bolas...)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Tu queres ver que eu estou a concordar com os críticos?
Dou a mão à palmatória. Tinha bastantes expectativas, mas fui mesmo surpreendida. Cisne Negro. Que excelente filme! O enredo, as personagens, as actrizes, o actor, a dança, a música, a simplicidade, a intensidade, tudo. Um jogo quase perfeito do que um bom filme deveria ser.
Há muito que não via uma fita tão boa. E soube muito bem mesmo.
Pronto, críticos, amigos de novo?
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Olhar para o lado
Hoje. Numa pastelaria.
Ao meu lado, ao balcão, uma senhora. Simples, bem arranjada e muito educada. Falava com a funcionária que a atendia e pedia-lhe que ficasse com o seu contacto, para o caso de precisarem de alguém para trabalhar. Dizia ela que não havia qualquer problema com horários, distâncias, turnos. Que faria qualquer sacrifício pelos cinco filhos que educa sozinha, pelos pais de quem toma conta, pelo conforto que deseja dar a quem mais ama, mesmo que para isso, abdique totalmente do seu próprio. Tudo em função de um emprego, em função de sete vidas.
Um exemplo, no fundo. E um ensinamento para quem anda e sente todas as batalhas perdidas.
Aprender com o que nos rodeia, ganhar novo fôlego e seguir em frente. Aprender a vencer as barreiras, contornar o desânimo e lutar com o dobro das forças. Acho que vou experimentar a receita.
Aprender com o que nos rodeia, ganhar novo fôlego e seguir em frente. Aprender a vencer as barreiras, contornar o desânimo e lutar com o dobro das forças. Acho que vou experimentar a receita.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Biutiful. Ou nem por isso.
Eu e o cinema temos uma relação estranha. Gosto dele, mas raramente concordo com o que dizem sobre ele. Se me sugerem um local de exibição por o acharem magnífico, eu achá-lo-ei, por regra, mediano; se me "vendem" o discurso de "As pipocas ali são excelentes!", quase de certeza que não sairei de lá convencida e ninguém me tirará a ideia do "Já comi bem melhores..."; e se um crítico diz muito bem de um filme, eu já vou com a pulga atrás da orelha para o ver. Raras vezes - muito raras, até - concordo com os ditos entendidos na matéria ou com as estrelas que atribuem a um filme ou às críticas que fazem a uma película. E a coisa piora, se me vierem com a lengalenga do "Este-filme-já-foi-reconhecido-não-sei-onde-e-galardoado-no-festival-de-cinema-não-sei-quantas-e-ganhou-não-sei-o-quê-dos-Globos-de-Ouro- e-está-nomeado-numa-catrefada-de-categorias-para-os-Óscares-não-me-lembro-é-bem-quais". A sério, não se dêem ao trabalho. Sou pessoa de aplaudir de pé uma obra-prima do cinema, ou não parar de elogiar um actor ou realizador pelo excelente desempenho, se assim achar que merece, mas não à conta de prémios ganhos ou que o podiam ter sido, ou à conta da opinião dos outros. Só à conta da minha. Não é por ser assim que sou "quadrada" ou não percebo nada de cinema. Pensem o que pensem. Nunca fui de ir em correntes e de dizer bem só porque sim, porque fica bem, porque aos olhos dos outros existe alguma espécie de intelectualização repentina de quem vê, não gosta, não entende, e mesmo assim, assente. Poupem-me. Há que aprender a ter opinião, a respeitar os gostos mais ou menos coincidentes, a dizer bem, a dizer mal, mas sobretudo a pensar e a dizer por si.
Isto porque ontem fui ver isto:
E não gostei. Nada mesmo. Já foi reconhecido internacionalmente, esteve nomeado para os Globos de Ouro e ganhou, está nomeado para Melhor filme estrangeiro nos Óscares, tem excelentes críticas, e blá blá blá, mas não me convenceu. A única coisa que realmente gostei foi do Javier Bardem, que tem um desempenho notável. Mas de resto, lamento... é mauzinho. O enredo até que nem é do pior, mas há muita coisa lá para o meio que era dispensável, que quebra, que entedia.
Haveria muitas formas de contar esta história, eu é que não gostei desta. Azar.
Para mim, vermelho.
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